Teoria 4 – Campos de Energia na Consciência

Teoria 4 – Campos de Energia na Consciência

Campos de Energia na Consciência

Na medida em que uma Consciência se desenvolve como Sistema Organizado, nós podemos observar que de início há um Campo de Força mais desenvolvido relacionado com o Eu Básico, que é próprio dele, e alem disso, um Campo de Energia Potencial que é devido à Energia Vital desenvolvida pelas Reações Químicas Vitais que ocorrem nas células, mas que pode ser mobilizado pelo Eu Básico, quando sob o comando da Vontade expressa pelo Eu Médio.

 A Fonte de Energia Vital básica para o Físico é a respiração, que pode ser anaeróbica ou aeróbica.  Nos seres humanos é predominante a respiração aeróbica, quando então há consumo de Oxigênio e liberação de Gás Carbônico e Água como produtos finais. As substâncias provenientes dos alimentos, a serem convertidas por etapas, em energia gás carbônico e água, são os carboidratos, e mesmo proteínas excepcionalmente, que são as bases da Energia Vital. O processo é denominado Metabolismo. Anabolismo se construtivo, e Catabolismo se são destrutivos, necessariamente, para reconstrução.

Essa energia obtida em cada etapa do processo é utilizada para construção de moléculas de ATP, ou, Trifosfato de Adenosina, que encerra em cada ligação fosfato 8.000 calorias, de modo que cada molécula de ATP pode fornecer por hidrólise enzimática 16.000 calorias.  Há centenas de moléculas de ATP em cada célula de nosso organismo, de tal modo que o Eu Básico dispõe de uma fonte de energia atômico-molecular, que é renovável pela respiração durante o relaxamento, ou, no sono profundo. Este esquema de armazenar energia é observado das bactérias ao Homem, sendo ele considerado um dos pontos de convergência na evolução dos seres vivos.

O Eu Básico obedece aos comandos do Eu Médio (Consciente), que possui um Campo de Energia relativamente mais fraco do que o do Eu Básico. Apesar de dar os comandos para as ações em vigília, o Eu Médio é totalmente dependente da Energia liberada pelo Físico e controlada pelo Eu Básico. O Eu Médio pode forçar a respiração e exigir do Eu Básico um extra de energia para ser direcionada e aplicada com Intenção.

Durante o sono profundo o Eu Médio (Consciente) se desliga, mas o Eu Básico não dorme nunca, e continua os processos Mentais programados pelo Eu Médio antes de dormir.

A outra Fonte de Energia disponível ao Eu Médio, é a Energia Radiante da Essência da Consciência Matriz, conhecida como UNO, o Deus Único, Criador do Universo.

A palavra: Universo, encerra o conceito de “O que é o Verso do UNO, e que constitui a diversidade da criação”. Essa Energia do UNO, só está disponível ao EU Médio, quando o mesmo está integrado com o EU Superior, Superconsciente, O Espírito Protetor de cada um, ou, O Pai, terceiro aspecto da Consciência que se liga ao Espírito Santo que preenche o Universo. Leiam Primeira Epístola de Paulo aos de Corinto, capítulo 3, verso 16 e confiram que lá está escrito: “Não sabeis vós que sois o Templo de Deus e que Deus habita em vós?” Esta observação é para os que são de linha religiosa;

Quando o Senhor Jesus falava em Salvação da Alma, se referia ao fato de que todos devem aprender o caminho da integração da Consciência, primeiro do Eu Médio com o Eu Básico constituindo um Ego criativo e construtivo, honesto puro limpo bom e positivo.

Depois, livre dos complexos de culpa (pecados?), ultrapassando as barreiras do subconsciente, se integra conscientemente com o Eu Superior, e usufrui da Energia da presença de Deus. Quando a Consciência está construída em função da Integração do Eu Médio com o Eu Básico e mais o Eu Superior, Integrada e Íntegra, está completa e não se desintegra mais. Está Salva a Alma, ou seja, Uma Consciência e suas qualidades que a caracterizam e se perpetuam.

A palavra Alma se refere às qualidades e às quantidades de dados e informações que uma Consciência adquiriu, bem como todas as habilidades psíquicas desenvolvidas pela Consciência e que lhe são próprias. Assim sendo a Salvação da Alma depende do grau de Integração da Consciência, e do grau de Integridade da mesma quando integrada.

O Senhor Jesus mostrou o caminho da integração e consequentemente da salvação, estimulando o povo a “viver em oração”, o que melhora a introspecção, e a “orar pelos inimigos”, o que confere paz e estabilidade na introspecção. Também mostrou o caminho da Integridade através das parábolas e do Sermão da Montanha, e reforçando que se deve viver de modo Justo e Reto, sem se descuidar de ser cauteloso, sendo humilde como uma pomba e prudente como a serpente, afim de não atrair a atenção dos maus líderes e maus governantes, os quais usam a força física e objetiva contra os que buscam evoluir os aspectos subjetivos do “Poder que vem de dentro”.

O Senhor Jesus, como Sumo Sacerdote da ordem de Melquizedeque era direto concreto e objetivo. Ele agrediu os Vendilhões do Templo, prepostos do Sinédrio, grupo de sacerdotes encarregados da parte financeira do Sistema organizado de forma arbitrária como Religião conhecida como Judaísmo. O Senhor Jesus foi direto e objetivo quando aconselhou as pessoas a “Orar Em Secreto ao Pai”, deixando bem claro que podiam orar em casa, dispensando os Sacerdotes e suas vantagens do cargo, autosugeridos como intermediários entre Deus e os Homens.

Ele deixou claro que o reino dos céus é uma condição que pode ser encontrada através da introspecção, estando dentro de nós e que confere o Poder que vem de dentro. Por interferência nas crenças limitantes sustentadas pelos sacerdotes, e nos negócios de arrecadação de recursos da hierarquia religiosa, então foi morto por sugestão dos Sacerdotes. Portanto, o caminho da salvação da alma está na Introspecção, na persistência no exercício da introspecção, na liberação da Consciência ao se desligar de pessoas que causem problemas, e no se afastar de impostores que forcem sugestões que tornam os indivíduos sujeitos através de crenças limitantes.

Uma Alma livre de limitações experimenta sair do corpo e viajar no espaço de modo Consciente. Ao sair do corpo físico, pode fazê-lo por diferentes modalidades. Para entender isso preste atenção no relato:- Certa vez eu estava deitado no tapete da sala relaxando e bem à vontade em um dia de verão. De repente me vi fora do corpo. O físico denso deitado no tapete. Ao lado do físico, de pé e olhando para o físico, um corpo menos denso, translúcido (Astral?). Em uma terceira posição o meu Eu Consciente vendo os outros dois. Lição: os três “Eus” são independentes e podem estar dissociados, ou, integrados. Cada qual como se fosse um Campo de Energia independente.

 

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Consciência, desenvolvimento mental e circuitos neurológicos

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