03 – Relatos de Ações Psíquicas

03 – Relatos de Ações Psíquicas

03 – Relatos de Ações Psíquicas

Continuando a descrever ações na fase hipnótica:

Relato 11Havia uma aluna na classe do primeiro ano de aulas de Botânica, que em relação aos demais alunos,apresentava alguma dificuldade em entender, e naturalmene, em reproduzir o conteúdo do assunto que foi passado como instrução.Um dia no intervalo de aula, quando saiam da sala para fazer um lanche, chamei a garota e expliquei a ela que, se ela quisesse, eu faria dela um gênio. Ela aceitou e sob hipnose foram feitas algumas sugestões adequadas. Quando a turma voltou iniciei uma aula a respeito de filotaxia, assunto que exige atenção, e estudo para memorização. Dei 50 minutos de aula com esquemas na lousa. Depois de um intervalo de dez minutos, quando os alunos voltaram à classe, chamei a garota para que viesse à frente, e assim que ela chegou junto à lousa, eu pedi que repetisse a aula que eu havia dado. Ela repetiu a aula ipsis literis para espanto dos colegas.
Em 1964 trabalhava no Colégio de Aplicação, fiz concurso para dar aulas pela TV uma vez por semana, e procurei ingressar como professor no Instituto Mackenzie, onde dei aulas no Colegial até o final do ano.
Em 1965 comecei no Colégio Rio Branco em melhores condições de trabalho, devido à possibilidade de uso de laboratórios e de recursos áudio visual, podendo ainda contar com os préstimos do dedicado técnicode Laboratório Alcebíades Silvério.

Uma Nova Fase:

Em 1972 frequentei o treinamento do Método Silva de Controle Mental e foi quando percebi a possibilidade de desenvolvimento psíquico por hipnose. Percebi também que os resultados do treinamento eram efêmeros e que havia necessidade de insistir nos treinamentos de modo periódico afim de fixar os condicionamentos. Havia facilidade em repetir os exercícios mentais, e assim, aos 43 anos de idade, percebi que depois de repetir os exercícios, voltava a me sentir em termos de atividade cerebral como se ainda estivesse entre 14 e 18 anos de idade, e com possibilidades de introspecção profunda, tendo ativado o banco de memória e tendo facilitação neurológica para maior concentração, maior capacidade de lembranças, de memorizar novos dados e informações, de associar idéias e pensamentos. Também voltei a ter experiências psíquicas que haviam acontecido entre 14 e 19 anos, antes dos desgastes físicos e mentais dos vestibulares, e dos problemas decorridos quando no curso universitário que resultou em cansaço crônico. Aos 43 anos o físico remoçou cinco anos pelo menos e a mente tornou-se um instrumento eficiente para a Consciência.
Em 1975 estudei a Hipnose sob o ponto de vista da medicina moderna, e as vantagens da auto-hipnose sobre a hipnose.

Nunca considerei essa atividade de dar treinamentos como trabalho, pois me era agradável o esforço de levar os demais a sentir os benefícios que eu havia conseguido. Desde 1972, quando iniciei o treinamento, não me limitei às instruções passadas e busquei em livros e em trocas de idéias e de experiências, que sendo pessoais, pudessem aumentar o conhecimento. O problema era a chefia no Brasil, que sempre queria puxar o freio.. No ano de 75, apesar de iniciar em cinco de janeiro, fui amarrado até abril pela chefia de modo que somente dei um treinamento nesse espaço de tempo. Em março a chefia foi dar um treinamento no Rio e, tendo apenas dois alunos voltou. Em maio, fui enviado ao Rio para dar um treinamento e tive 40 alunos. A chefia inventou um pretexto para não me enviar mais ao Rio e enviou o seu gerente, B. Nesse ínterim, tendo agradado a um Rotariano, o Colégio Rio Branco me abriu a possibilidade de dar treinamentos em seu auditório. Foi bom, passei a ter 80 alunos novos a cada treinamento em cada mês. Sempre procurei me aprofundar no assunto de modo que pudesse me esclarecer e, esclarecer a todos os demais. De 1975 até janeiro de 1979 tivemos 9.600 alunos para avaliar resultados.

Em 1976 encontrei em uma livraria “Os Milagres da Ciência Secreta” do autorMax Freedon Long,ex-pastor batista, psicólogo e professor no Havaí. Esse livro mostrou outras perspectivas para mudar o entendimento, a compreensão, o rumo das percepções e conseqüentemente a conscientização a respeito dos fenômenos psíquicos e das habilidades psíquicas. Com a abertura Mental decorrente foi possível começar a eliminar as crenças limitantes e entender que tudo está interligado em nível subquantico. No entanto, observando a realidade do mundo exterior, e mais a realidade interior, podemos ter a percepção de que a Ignorância é o maior desafio do Homem, e por mais se estude um assunto e se aprofunde no mesmo, sempre haverá outros aspectosa serem entendidos. É por essa razão que um homem consciente, ao conseguir um diploma de bacharel ou mesmo de doutoramento, sabe que o mesmo vale apenas em seu âmbito de estudos ou de trabalho, pois fora disso é um titulo honorífico restrito, pois não confere autoridade nenhuma fora de seu meio.Quem não tem consciência disso o usa para se impor em outras ocasiões, impressionando os que ignoram os seus limites.

Informação não é conhecimento. Conhecimento é o que se adquire através da reflexão feita depois de uma experiência pessoal com resultado eficiente, pois então podemos refletir e procurar entender as causas responsáveis pelos efeitos. Que todos possam buscar habilidades psíquicas para experiência pessoal,e assim ganhar conhecimento. Esses são os meus desejos e a finalidade de todo meu trabalho.

Alberto B. P. Dias, Especialista em Biologia, Fisiologia Geral e Humana. USP 1.955.

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