Reflexão Para Orientação de Quem Busca Experimentar

Reflexão Para Orientação de Quem Busca Experimentar

Reflexão Para Orientação de Quem Busca Experimentar

A maioria das pessoas costuma se apresentar com alguma tendência de linha de pensamento lógico e razoável, quando diante de fatos que sugerem algum tipo de ação subjetiva com resultados objetivos. Alguns se prendem a alguma linha filosófica, outros à mística religiosa, ou não, e terceiros buscam o entendimento através da ciência, que seja o mais exata possível.

Todos apresentam explicações razoáveis que podem ser pressuposições arraigadas, ou, suposições baseadas em pressuposições, mas há os terceiros que tentam encontrar hipóteses que sejam baseadas no resultado de experiências que sejam eficientes para produzir resultados práticos.

Pessoas que se prendem às filosofias, ou, místicas religiosas, e defende alguma dessas linhas de pensamento, por discurso público, ou, por escrito, têm dificuldade em mudar de idéias, ou de linha de pensamento, e de fazer experiências cujos resultados possam desdizer as afirmações básicas que sustentem seu posicionamento mental. Essa é a origem da discordância e das discórdias entre indivíduos de diferentes formações, e a origem das abstrações nas discussões sem fim.

Por essa razão, para alguém que encontrou um caminho no meio de exercícios práticos que levem a resultados objetivos como resposta aos posicionamentos subjetivos, que incluem intenção e atitudes, orientadas por uma Consciência, é mais lógico e razoável, que de inicio, se façam os exercícios, se verifiquem resultados, e depois se discutam as hipóteses a respeito da origem dos fenômenos obtidos, e que proporcionaram o surgimento das filosofias, e das religiões relacionadas com eles.

No entanto, algumas considerações prévias podem ser feitas antes dos exercícios a serem apresentados.

Foco:- O que interessa é a integração do Consciente com o Subconsciente, para depois, ultrapassado as barreiras deste, integrar o Consciente com o Superconsciente, de acordo com a linguagem da psicologia moderna.

Para quem faz absoluta questão de usar a linguagem dos antigos, dentro da tradição oral dos havaianos, respeitando a Huna e seu código, o FOCO é a integração do Uhane com o Unihipili, para depois, através deste, que o Uhane se integre com o Aumakua, levando em conta que o Subconsciente, O Banco de Memória de um cérebro, e seu conteúdo informático, faz parte do Unihipili.

Segundo Max Freedon Long cita em seu livro “A Magia da Ciência Secreta”, um conhecedor de Magia, começa iniciar um filho ou filha “mais sensível” aos quatro anos de idade.

Segundo a história egípcia, eles escolhiam crianças mais sensíveis dentre todas aquelas que eram encaminhadas aos templos para aprendizado, para depois dos 12 anos, as mais sensíveis serem encaminhadas ás Escolas de Mistério.

Nos templos do Tibet ainda hoje se observa o mesmo na formação dos Monges. A Igreja Católica ensina o Credo e o Catecismo entre quatro e sete anos e aos sete anos se faz a Primeira Comunhão.

Por essa razão consideremos os conceitos médicos modernos a respeito de Hipnose. Para a Medicina Moderna, as crianças de até sete anos na média, são apenas dedutivas, não conseguindo fazer analises críticas. Assim sendo as crianças até essa idade são susceptíveis de serem sugestionadas com facilidade, e entre os quatro e os sete anos, quando predominam as ondas cerebrais do tipo Tetha e há um potencial eletroquímico de 250. 380, ou mais de micro-volts, o que facilita todo tipo de registros no subconsciente. Assim sendo, para a Medicina Moderna, as crianças de quatro a sete anos vivem em permanente estado de HIPNOSE.

Quando um adulto raciocina, tem predominância de ondas Betha, e o potencial elétrico é de 50 micro-volts na média. Nessas condições pode ser lógico racional analítico e pode se apresentar com bom senso, ou não.

A característica de ter Bom Senso, ou, discernimento, se deve à capacidade de avaliar o que seja provável, pouco provável, e ou improvável.

Quando o adulto usa a imaginação, com visualização perfeita das imagens armazenadas no subconsciente, o cérebro apresenta predominância de ondas Alfa, e o potencial eletroquímico é da ordem de 100 micro-volts.

Assim se alguém está ouvindo algo e está imaginando junto com o preceptor, está em nível médio de sugestibilidade, e faz registros mais duráveis do que quando raciocina em Betha. Se alguém repete algo que saiba de cor, automatizado, recitando, orando, ou cantando, está em Alfa.

A continuidade de estar em Alfa por algum tempo, como mais do que 20 minutos, ou menos, depende do indivíduo, há a possibilidade de entrar em níveis de introspecção mais profundos do subconsciente, e então liberar focos de tensão e processar uma catarse, uma limpeza mental.

Esse é o segredo do sucesso dos pregadores evangélicos, ao fazer com que a platéia participe dos cultos com cânticos continuados de corinhos e oração, onde a maioria entra em transe leve ou mais profundo, em que alguns atingem um estado sonambúlico e podem ter visões ou projeções mentais com catarse, eliminando focos de neuroses sem o uso de drogas. Esses estados de Consciência correspondem a uma auto-hipnose, autoinduzida. O mesmo se pode obter através de danças continuadas, onde os movimentos são repetitivos e ritmados por sons repetitivos, em círculos delimitando território, ou não.

Todo processo de auto-hipnose é obtido por Ato Moral Consciente, e as experiências são duradouras. O contrário se dá nas experiências sob-hipnose, que apresentam resultados mais rápidos, mas com duração de 90 dias no máximo. Adulto em hipnose ou em auto-hipnose tem seu cérebro funcionando com pulsações eletroquímicas, e potencial de ação, como o de uma criança entre os quatro e os sete anos de idade.

A obtenção de fenômenos psíquicos relacionados com habilidades psíquicas, em Estado Alterado de Consciência, sendo autoinduzidos por rituais, se torna permanente se facilitada por processos associativos com imagens, verbalização, ou com gestos que já estejam condicionados anteriormente desde a infância. Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel, Especialista, USP.

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