Reflexões a Respeito da Huna e Questionamentos

Reflexões a Respeito da Huna e Questionamentos

Reflexões a Respeito da Huna e Questionamentos

Prezados amigos e companheiros interessados em receber informações práticas e conhecimentos a respeito das habilidades psíquicas, cujos resultados, para alguns, são denominados Magia, e, para outros são conhecidos como Milagres.

Essas Habilidades são constatadas em todos os povos e etnias das diferentes culturas existentes em todos os Continentes e Ilhas espalhadas pelo nosso Mundo, porém como ações individuais e independem de crenças. Apesar disso, há culturas que associam as Habilidades Psíquicas com psicorreligiosidade, para dar importância a Sistemas Organizados de forma arbitrária que visam agregar indivíduos interessados no fenômeno e que, estando sujeitos são fonte de renda.

Somente no Havaí foi possível verificar através da tradição, a existência de um código que regulamenta as ações psíquicas e supostamente provenientes dos Polinésios. Esse código conhecido como Princípios da Huna já foi considerado por um pesquisador como sendo proveniente do Norte da África. Daí para se supor Lemúria ou Atlântida é um passo curto, possível, mas dificilmente provável.

O fato é que Max Freedon Long encontrou o desenvolvimento de habilidades psíquicas entre os havaianos e algumas raízes de palavras utilizadas na expressão dos fenômenos são encontradas até entre os povos de Israel (povos adoradores de Isis, de Ra e de El), povo esse que esteve no Egito onde havia as Escolas de Mistérios, também eram encontradas na Grécia antiga.

Se admitirmos que a Origem do desenvolvimento das habilidades psíquicas é proveniente de um Continente existente no Pacífico antes da última era Glacial, e que com o afundamento do mesmo permaneceu nas Ilhas da Polinésia, podemos pensar que daí, desde há dez mil anos passados, o conhecimento se espalhou, e na Linha do Tempo, foi suporte para Melquisedeque há 4.700 anos, para o Hinduísmo e Taoísmo antes do que 4.000 anos, no Egito há mais do que 3.500 anos, depois no Budismo há 600 a. C.

Depois vieram as manifestações do Senhor Jesus, Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque e a Filosofia Cristã gerada pela inteligência e entendimento do Apóstolo Paulo há 2.000 anos passados. Baseada em Paulo e em uma Bíblia com uns livros escolhidos e outros rejeitados, houve a fundação da Igreja Católica Apostólica Romana pelo Imperador Constantino há 1.744 anos passados. Depois da Reforma, os Protestantes, que são a origem dos Evangélicos de hoje.

Os limites da percepção, e, portanto, do trabalho da inteligência de qualquer um são os limites da capacidade de imaginação, e os limites da imaginação são dados pelos limites do cabedal de informações disponíveis, bem como são os limites do conhecimento adquirido pela experiência, que é pessoal, e que só pode ser transferido a quem aceite fazer experiências para adquirir o mesmo conhecimento.

As Características da Huna são:

A crença na existência de um Deus Altíssimo, Supremo Criador, na época foi rotulado como sendo Kumulipo. A percepção deles era que esse Deus Altíssimo é Incognoscível, Inescrutável e Insondável e que deve haver o maior respeito à Divindade. Por essa razão a Huna não se preocupa com Crenças, nem com teologias e ou Religiões. A Huna se preocupa com o melhoramento pessoal que é o que está ao alcance do entendimento de todos, sendo que uma porção da Divindade se encontra em cada indivíduo e recebe o rótulo de Kane (Espírito Santo?).

Para isso propõe que as pessoas mudem seus padrões de comportamento e valores éticos para melhor, o que corresponde a uma Conversão. Propõe que haja Amor Compartilhado, isto é, que haja respeito mútuo entre as pessoas, o que corresponde a “Ama ao próximo como a ti mesmo”. Vemos aqui afirmações supostamente procedentes de há 10.000 anos e, encontradas em um povo isolado no meio do Pacífico, descoberto pelos americanos no século XVIII e, “coincidentemente”, encontradas nos Evangelhos editados nos anos 50 a 100 d. C.

Como a Huna se preocupa com resultados eficientes e não com crenças, propõe 7 Princípios que regulamentam a conduta dos praticantes de Habilidades Psíquicas.

Se nos libertarmos de pensar como as pessoas pensavam na Europa há 1.500 anos, e nos libertarmos de normas, princípios, dogmas e rituais estabelecidos pelos Sistemas organizados de forma arbitrária há 1.764 anos, e dos demais estabelecidos há 540 anos passados, e mais ainda dos derivados que se multiplicam até os dias de hoje, e de suas crenças limitantes que visam à adesão de sujeitos a elas para fins de arrecadação, para então nos ocuparmos em praticar exercícios que dêem resultados eficientes, entenderemos a mensagem do Senhor Jesus e seus dizeres expressos em João, capítulo 14, versos 12, bem como seus dizeres de “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará,” e mais “ora em secreto ao Pai que o Pai o recompensará”, que reforçam Eclesiastes 5: versos de 1 até 3.

As Bases Científicas para os Benefícios das Práticas.

As Práticas das Habilidades Psíquicas dependem de um estado alterado de consciência. Estado Alterado de Consciência é o nome que se dá quando o indivíduo tem condição de acessar um nível de consciência diferenciado, e, por enfoque mental diferenciado do comum, que faz uma projeção efetiva de energia de uma dimensão superior à conhecida como terceira dimensão, produzindo efeitos físicos.

Também é possível por esse enfoque mental sintonizar com outros cérebros, percebendo informações lá existentes. É assim que se pode aprender a transferir energia para doentes e enfermos e beneficiá-los. Também é possível fazer fenômenos como telepatia, vidência e clarividência.

Estudando-se a relação natural que há entre os níveis de pulsação cerebral e os níveis de energia existentes em cada nível é possível estabelecer uma Metodologia Cientificamente Dosada que proporciona condições de estabilizar conscientemente esses níveis de energia que permitem a ação mental eficiente para o propósito que se deseja.

Os aspectos positivos de Grupos de Estudo.

O aprendizado se dá na troca de informações. As experiências pessoais podem ser relatadas, analisadas, aprendidas e repetidas. A eficiência da ação de um grupo que faça o mesmo enfoque mental é indiscutível ao ser verificado o resultado por todos os participantes, pois o efeito é potencializado pelo grupo, quando todos tenham a mesma intenção, e o mesmo sentimento e emoção em relação aos seus propósitos.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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Postado em : Huna - Reflexões

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