Huna – Informação e Convite

Huna – Informação e Convite

Informação e Convite

max feedom long-Quando Max Freedon Long psicólogo e também pastor batista chegou ao Havaí em 1917 para exercer o cargo de professor, se surpreendeu com um dos aspectos da cultura e tradição local. Havia havaianos que conheciam e sabiam como desenvolver e aplicar com eficiência os procedimentos psíquicos que resultavam em ajuda a enfermos, comunicação mental à distância, percepções de fatos acontecidos em outros locais e, às vezes, ainda por acontecer. Alguns conseguiam controlar os elementos da natureza através do controle dos ventos. Max Freedon foi ajudado nesse estudo pelo

 

william brigham-Dr. William Brigham, um médico residente no local há mais tempo. Eles souberam que a Huna, ou, O Segredo para desenvolver habilidades psíquicas, era transmitido de geração a geração e procedia, segundo os havaianos, de seus ancestrais, que habitavam em um Continente desaparecido há mais do que 11.000 anos. As ilhas da Polinésia seriam hoje o cume das elevações de outrora.

Esse povo que habitava as ilhas do Havaí acreditava em um Deus Único e poderoso, criador do Universo. Por ser um Deus incognoscível, insondável e inescrutável, mantinham o maior respeito à divindade, mas eles não desenvolveram nenhuma religião ou sistema organizado baseado em imaginação e fantasias. Havia sim um código que regulamentava o comportamento e as ações dos desenvolvidos psiquicamente, e, esse código é a Huna, com suas normas e seus princípios relativos ao desenvolvimento de cada consciência. As Normas coincidem com a Lei áurea dos Evangelhos: amor ao Criador e amor compartilhado entre os Homens.

Os indivíduos de pensamento mais desenvolvido, nesse local, eram práticos e pragmáticos, daí eles serem voltados a tudo o que significava melhoramento pessoal que resulta em bem.  Havia os que eram de nível de consciência comum, os que eram capazes de mover energia psíquica para ajudar doentes e enfermos, e, os que eram capazes de ter percepções do tipo vidência e clarividência e ainda, os ecléticos, que, além de videntes, produziam “curas”, dominando algum tipo de força natural (Energia Vital convertida em Energia Quântica?). Estes últimos eram denominados de Kahunas, ou, os donos do segredo.

As bases científicas: em primeiro lugar a Huna é bem conhecida em toda Polinésia. Em segundo lugar, há construções existentes em terras submersas que hoje estão sendo detectadas e estudadas e que indicam civilizações existentes antes da última Era Glacial ocorrida a mais do que 11.000 anos. Em terceiro lugar, hoje em dia é do conhecimento dos Físicos, que a energia estudada pela física quântica pode ser mobilizada por enfoques mentais adequados. Estes são devidos à ação da consciência de pessoas que aprenderam a trabalhar com enfoques mentais em diferentes dimensões, ou seja, em diferentes oitavas de frequências vibratórias. Podemos então dizer que há pelo menos quatro níveis de consciência: um normal comum a todos e mais três a serem aprendidos.

Na antiguidade quem tinha habilidades ensinava o conhecimento que era passado geralmente dos pais aos filhos. A partir dos fenômenos psíquicos que demonstram as habilidades eficientes e da observação dos mesmos na antiguidade, surgiram hipóteses para tentar explicá-los. Com o tempo, as hipóteses serviram para desenvolver as muitas filosofias, e destas, através da história, surgiram muitas religiões e suas crenças limitantes, que passaram a considerar as habilidades psíquicas como resultantes de espiritualidade e os seus efeitos como “milagres”.

Na atualidade há as neurociências, e uma metodologia com exercícios cientificamente dosados para ativação dos circuitos neurológicos. É possível conseguir através de exercícios um segundo nível de consciência, e proceder à transferência de energia para ajudar doentes e enfermos. Depois conseguir com mais exercícios um terceiro nível de consciência onde há percepção de informações diretamente de cérebro a cérebro, perfazendo telepatia, vidência e clarividência.

A validade de grupos de estudos está em que, depois que as pessoas são ativadas em seus circuitos neurológicos, há o encontro para troca de informações a respeito do conhecimento adquirido pela ação, e resolver problemas de qualquer natureza através de uma “prece efetiva” realizada pelo grupo, quando então a ação psíquica é potencializada. Quando “dois ou mais de vós reunidos assim decidirem assim será” J. C..

Isso, se eles souberem como agir mentalmente de modo correto e eficiente. Nos tempos do senhor Jesus, até onde se pode ler na Bíblia, ele indicava “vivei em oração”, no mínimo como treino de introspecção, e “orai por vossos inimigos” como condição de paz interior durante a introspecção. O que ele ensinou como sendo uma doutrina em reservado, desconhecemos, ou por não haver nada escrito pelos discípulos, ou por haver, mas ter sido reservado por quem montou a Bíblia. V.S. quer saber mais? Pesquise nas origens de seus conhecimentos, em relação a Jesus, como sumo sacerdote da ordem de Melquisedeque, ou, continue em contato conosco, faça os exercícios mentais de que dispomos, e desenvolva habilidades psíquicas.

Passe a ter entendimento, e formar ideias e pensamentos a respeito do assunto, a partir dos seus próprios resultados, e não a partir de informações de terceiros, vazias de resultados.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP. 1955.

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Postado em : Huna - Reflexões

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