01 – Histórico e Teoria Relativa às Ações Psíquicas e Início dos Relatos de Ações Psíquicas

01 – Histórico e Teoria Relativa às Ações Psíquicas e Início dos Relatos de Ações Psíquicas

01 – Histórico e Teoria Relativa às Ações Psíquicas e Início dos

Relatos de Ações Psíquicas

A Nossa Consciência, agindo em nível subquântico, controla os acontecimentos através da mecânica quântica. Para isso, através da Mente, fazemos os enfoques adequados, de preferência uma imagem que signifique os finalmente por nós intencionados. Quanto maior a vitalidade, quanto maior a convicção de um resultado, menor a quantidade de Energia Vital (Mana, ou, Manah) a ser doado e, menor o esforço, mas como chegar lá?

Nossa Consciência, nosso Eu, ou, Self, é Trino. São três os aspectos da Consciência a serem considerados: 1- O Eu Básico relacionado com o acúmulo de energia Vital e com todas as reações fisiológicas relativas às ações através de nervos e glândulas. É o Eu Básico que acumula e fornece Energia Vital para as ações. 2- O Eu Superior, Superconsciente, ou, O Pai em mim que opera as obras, converte energia Vital em Energia Quântica, que depois resulta no que está proposto de acordo com a Intenção. 3- O Eu Médio, nível Consciente da Consciência, responsável pelas ações lógicas e pelo bom senso do que seja razoável e provável. Tem consciência dos outros dois Eus, comanda o Eu Básico, comanda a entrega da energia vital e os propósitos dessa entregada Energia Vital ao Eu Superior que, transmite e ou recebe em nível quântico.

RELATOS DAS EXPERIÊNCIAS:

Os relatos que serão feitos a seguir, serão apresentados na medida em que forem lembrados. É possível que sejam encaminhados fora da ordem cronológica dos acontecimentos, pois estão sendo puxados da memória de um idoso. Serão feitos de modo a servir de exemplo de como agir em estados alterados de Consciência.

Relato 1 – Fileta era aluna do Ginásio Riachuelo, Período Noturno em SP. Sua mãe era professora no mesmo. Um dia do ano de 1954 a mãe de Fileta me pediu ajuda. Fileta estava com o rosto muito inchado por infecção dentária e se encontrava acamada. Como moravam perto do Ginásio Riachuelo, eu fui durante um intervalo. Procedimento:- Havia dor e tensão e era necessário anular o foco. Dei um relaxamento com sugestões de modo que Fileta entrou em nível de sonambulismo, totalmente relaxada. Aproximei a mão direita e toquei de leve em sua face. Concentrado, canalizei mentalmente uma luz violeta que é um código de projeção de energia com a intenção de matar micróbios e fazer cessar a inflamação. Geralmente me demoro de três a cinco minutos. Nisso a mãe resmungou qualquer coisa, e surpreendentemente, Fileta em transe, sentou-se na cama e disse para a mãe: “Não se preocupe, esse homem que está aí é muito bom, e logo você verá os resultados”. Em seguida deitou-se. Naturalmente que interrompi a aplicação assim que ela se levantava. Fiquei observando mais um minuto e o inchaço regrediu rapidamente e em um minuto estava tudo normal. Foi um espanto para mim essa ocorrência de reação do Eu Básico, provavelmente associado ao Eu Superior, quando o Eu Médio, anulado, não oferecia bloqueios às ações provenientes do Subconsciente.

Relato 2 – Em 1957, primeiro semestre, dava aulas de Biologia no Colegial e na Escola Normal em Pirajuí. A Cidade foi visitada por um homem de aproximadamente 32 a 37 anos de idade. Era técnico em Hipnose, trazia dois livros de capa preta e, um era de Freud, só para impressionar, porque ficou claro que não tinha formação alem do Colegial ou da Escola Normal. Sugestionado, o diretor permitiu uma reunião de alunos onde ele fez uma preleção e depois convidou para um encontro à noite no salão paroquial, a 20 cruzeiros a cabeça. Havia no Colégio um aluno adolescente muito sugestionável e ele o utilizou como atração no palco para hipnose. Deu ordem ao rapaz para voltar na noite seguinte, pois continuaria o espetáculo. O rapaz me procurou e disse que não queria mais servir de palhaço, mas dentro dele ele sentia que precisava ir que, deveria ir.Traduzo o que ele me explicou da seguinte maneira: O Nível Consciente da Consciência é “falador e fraco”, segundo expressão dos xamãs havaianos. É o mesmo que dizer que é muito bom de lógica e racionalidade, mas é impotente diante das programações, e dos registros feitos no Subconsciente, parte do Eu Básico. Por essa razão os xamãs havaianos afirmavam que o Eu Básico, aspecto da Consciência relativo ao que está impresso como Softs, “é forte e dono da Verdade”, porque constitui a realidade interior. Entender esse aspecto é importante para se saber como funcionam as Crenças Limitantes. Interessante saber que o Eu Superior, como aspecto mais profundo da Consciência, não interfere no que foi programado como Softs no Eu Básico (no Subconsciente, ou, Banco de Memória, que faz parte do Eu Básico). A solução foi colocá-lo em nível profundo de hipnose, anulando os aspectos de dúvidas do Eu Médio (Consciente) e, processar uma nova programação, com reforço, de que, ao ouvir o técnico em hipnose chamá-lo, ele diria: “Não vou, seja você mesmo o palhaço esta noite”. Ele foi lá e ao ser chamado, acabou o espetáculo. Esse mesmo rapaz posteriormente teve um problema de cegueira histérica, e ficou cego por dois dias até que pudemos atuar, e por uma ordem de voltar a ver, depois de anulada a ação do consciente, religou os circuitos neurológicos relativos à Visão.

Alberto B. Pinto Dias, Bacharel em História Natural, Licenciado, Especialista em Biologia, Fisiologia Geral e Humana, USP, 1955.

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