Deixem-me mostrar como funciona

Deixem-me mostrar como funciona

Deixem-me mostrar como funciona

Tenho acompanhado publicações que expressam convicções religiosas ligadas ao Espiritismo e tenho aprendido alguns tipos de procedimento prático, eficientes, mesmo sem eu ser espírita.

Percebo que também há busca de sabedoria em outras linhas filosóficas, que expressem um pensamento espiritualista, e também suas práticas que mostrem a eficiência esperada em uma filosofia, como essa publicação de agora com esse Título Sugestivo.

Sou adepto de que o que funciona é verdadeiro, ou, de que a eficácia é a medida da verdade. A Energia flui para onde o pensamento vai, e as práticas eficientes por seus resultados nesse sentido, sem uma filosofia específica, não impedem de que um indivíduo possa demonstrar a verdade de que a Divindade pode ser Onipresente e atuante através de indivíduos que demonstrem habilidades psíquicas.

O que observo é que se um indivíduo tem essa habilidade, mas não está afiliado a um Sistema organizado de Forma Arbitrária, e não se professa adepto às normas, princípios, dogmas e rituais de um Sistema, não tem chance de passar o conhecimento prático aos demais indivíduos, que poderiam ter as mesmas possibilidades, com, ou, sem essa ou aquela filosofia.

Por exemplo, em um dos cem exemplos que poderiam ser mencionados, passei energia a um médico que estava em estado de coma no Hospital Samaritano em São Paulo por volta do início de 1975. Cito este exemplo porque deve ter a ficha médica nos arquivos do Hospital. No corredor muitos parentes vestidos de escuro e preocupados. Era um Domingo. No quarto a mãe e a esposa. Fui a pedido de um professor da FAAP. Enquanto eu passei energia ele foi abrindo os olhos e me olhou e sorriu. Depois pediu para levantarem a cama. Pediu chá.

Tomou, mas logo em seguida pediu uma bacia e ele vomitou uns dois litros de gosma verde (líquido de estase). Devia ter um metro e setenta e cinco, mas não pesava 45 quilos. Conversou com a mãe e a esposa. Eu ia me retirando quando a mãe pediu que eu voltasse e o levantasse. Prometi que voltaria e no dia seguinte no intervalo de aulas do Colégio Rio Branco voltei e dei energia e ele se mantinha estável.

No terceiro dia ao voltar às dez horas ele estava de pé e depois sentado em uma cadeira e ao redor dele colegas médicos. Um deles se identificou como chefe dos médicos da Federação Espírita e me pegou pela mão e ficou me olhando ao redor de minha cabeça. Eu disse a ele, sou eu mesmo, não há ninguém mais aí.

O Dr. Glécio de Jesus colocou  a vida dele em ordem, pois era chefe do banco de sangue do Hospital, mas veio a falecer depois de 72 horas por falência cardíaca. Nesse meio tempo eu perdi 3 quilos e ele ganhou dois quilos e meio. Meio quilo se perdeu na Entropia com certeza.

Com o avançar da idade, sentindo a perda natural de energia vital, percebi que podia canalizar para doentes a energia de um grupo preparado como doador, e com sucesso. Depois disso já tentei ensinar como se faz para muitas entidades religiosas, e seus dirigentes se fecham em nome de normas, princípios dogmas e fundamentos, e a manutenção dos quais só garantem status social a seus líderes.

Em 16 horas de treinamento e todos são ”curadores”, pois podem passar energia e ajudar aos doentes que se curem, se eles ainda têm condição de reagir. 

Em mais 16 horas a maioria, mas não todos se tornam telepatas.

Fiquei pensando em como agitaria um Hospital com um exército de enfermeiras preparadas ou uma Igreja. Apenas um sonho, por enquanto. Deixem-me mostrar como funciona, mesmo sem Filosofias e Crenças.

Fraternalmente, Dias

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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Postado em : Ciência e Religião

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