01 – Como e Porque Fazer os Exercícios

01 – Como e Porque Fazer os Exercícios

Como e Porque Fazer os Exercícios – I

A Metodologia usa alguns relaxamentos de outras origens, mas também usados no Método Silva onde aprendi de início. Ele foi estudado por mim desde 1972 e serve para desenvolver habilidades psíquicas, mas hoje é usado no Brasil com alterações para que se torne mais prático, e de modo coletivo para que seja menos dispendioso.

Ao me despedir do Senhor José Manuel Silva em Laredo, Texas, em 1992, anunciei que me retirava da Organização, e agradecia todas as oportunidades que ele me deu desde 1975. Nessa ocasião ele me pediu que aguardasse até o final de 1993 e que, depois do final de 93, respeitasse os termos do contrato de fidelidade comercial por dois anos e, disse: “depois faça o que quiser com o Método”.

José Silva teve sua visão profética, pois dei outra perspectiva à estrutura e ao modo de uso do Método, com todo respeito à genialidade criativa do Senhor Silva. Experiências e resultados práticos pessoais mudam perspectivas e atitudes e consequentemente o modo de ação. Instrutores sem as práticas das experiências psíquicas são meros leitores do Método.

Recebi informações místicas da Ordem Rosa-cruz a partir de 1944 aos 13 anos de idade, estudando com meu pai afiliado a São José da Califórnia. Havia algumas sugestões de experimentos. Com algumas interrupções deixei os estudos na Ordem em 2.000, depois do último Grau apresentado.

Busquei informações na Tradição Oral dos polinésios, e estudei a Huna de 1976 a 1983, e depois, a partir de 1998. Somem-se a isso os estudos da cultura egípcia histórica, relatada em outras fontes a partir de 6.200 a. C., que comparei com os ensinos na Ordem Rosa-Cruz, e depois me aprofundei nas experiências e na conotação de ideias com visão mais objetiva e pragmática.

Somei todas as informações anteriores às que consegui entender das doutrinas do Senhor Jesus, ouvidas desde a infância (1932) na 1ª Igreja Batista em SP até 1980, e analisando as Crenças e as várias interpretações dos textos Sagrados em relação às habilidades psíquicas do Senhor Jesus. Observei as atitudes e a conduta de líderes religiosos, desta e das demais crenças e seitas.

Conotando com os conhecimentos científicos obtidos nos cinco anos de estudos universitários de Disciplinas Biológicas e Disciplinas Geológicas no Curso de História Natural feito na USP, de 1951 a 1955, com Especialização em Fisiologia Geral e Humana, resultou na evolução de um trabalho mental que fosse eficiente para habilidades psíquicas.

De início a perspectiva era Mística, depois Mística Esotérica. Depois usando o raciocínio lógico, direto, concreto e objetivo para equilibrar as fantasias ouvidas e lidas, em busca do razoável e provável. Desenvolvido o raciocínio abstrato somado ao pragmatismo que vivenciei com os resultados práticos a partir da Metodologia disponível desde 1975, o encontro com a Huna foi decisivo como filtro: “O que dá resultado objetivo, ou, subjetivo, constatável, é verdadeiro”.

“A eficácia é a medida da verdade”, mas sempre há quem aprecie suporte mental em suposições baseadas em pressuposições, alimentando a sua realidade pessoal, recusando-se a experimentar, como a maioria dos líderes religiosos, comprometidos com o teor de seus próprios discursos.

O conhecimento que vem dos resultados da experiência pessoal modifica a realidade de um indivíduo por mudanças de perspectivas. Pessoas que defendam de público, com discursos periódicos, sua realidade pessoal, temem fazer experiências, cujos resultados as obriguem a mudar sua realidade pessoal, principalmente se essa é o seu ganha pão.

A Filosofia pura é um caminho lógico para desenvolver o raciocínio. A Filosofia como processo de racionalização baseada em informações razoáveis e prováveis, e tendo como base o bom senso para observações diretas, resulta em fenômenos e experiências pessoais.

A repetição dos fenômenos de modo controlado dá resultados eficientes, estabelecendo a metodologia que leva os demais às percepções, que resultam no conhecimento, que pode ser coletivo quando resulta de comparações das ações de pessoas práticas.

O conhecimento é proveniente da experiência pessoal e modifica a realidade de quem experimenta. A Filosofia quando é baseada em suposições, que por sua vez se baseiam em pressuposições, sem as experiências correspondentes, estimula a fantasia, resultando nas inúmeras crenças que são as bases das inúmeras religiões não mui fiéis aos seus divinizados Iluminados.

Confira a reclamação a isso em Hebreus Capítulo 6, versos de 1 até 4, e confiram o que propõe Paulo em 1º aos de Corinto, Capítulo 2, verso quatro.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Justificando as Práticas

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