05 – Como e Porque Fazer os Exercícios

05 – Como e Porque Fazer os Exercícios

Como e Porque Fazer Exercícios – V

Transferência de energia com as mãos e com proximidade.

O estudante pode estudar a disposição dos Chakras, locais da presença de vórtices de energia e relativos à presença de concentração de massa neurológica no SNC e de Gânglios do SN Parassimpático.

Geralmente um órgão doente ou enfermo, ou um corpo invadido por infecção, ou ainda desenvolvendo uma tumoração, está em um corpo debilitado pelo estresse de qualquer origem, má alimentação e repouso inadequado.

Um procedimento que dá resultado imediato é a projeção de energia nos Chakras através das mãos, principalmente através da mão mais forte. É preciso treinar fazendo exercícios, e desenvolver uma concentração mais profunda, sentindo o fluxo e energia que abandona a palma da mão mais forte sob o controle da vontade da Consciência, principalmente na junção do Halux com a palma da mão. Temos o exercício adequado.

Exemplo:- Um senhor de 98 anos, debilitado pela idade, com metabolismo descompensado, dorme na S. C. de Misericórdia em cidade de Andrelândia em Minas Gerais havia pelo menos 15 dias. Era alimentado com soro na veia do braço. Atendendo um pedido de um parente nós fomos vê-lo. Aplicamos energia em todos os Chakra e ele acordou levantou-se na cama, conversou com a filha por uns dez minutos e depois disse: ”quero dormir”, deitou-se e prosseguiu “no sono” por mais uma semana e faleceu de morte natural. A carga de energia vital passada durou dez minutos. É como se fosse uma bateria que não segura mais carga porque o dínamo não funciona mais.

É possível em determinados casos concentrar-se em passar energia vital apenas no Chakra Coronário, imaginando-se que a mesma flui por todo o corpo, da cabeça aos pés, ativando todos os órgãos. Neste caso imagina-se o fluxo de Luz Branca, energia global, em várias aplicações, respirando fundo para levantar um extra de energia, e direcionando o fluxo para os órgãos vitais. Dependendo das circunstâncias, podemos manter a mão distante do paciente dez cm. Nos caos mais graves como coma profundo, tocar com a mão, ou, as mãos na cabeça do mesmo.

Exemplo sem toque:- A Paciente debilitada por infecção intestinal, muito pálida, era uma freira, acamada em hospital em Santos. Havia sete freiras acompanhantes. Pedi às sete que dessem as mãos e a mais próxima que me desse a mão. Pedi que orasse um Pai Nosso, uma por uma, a começar da ponta distal. Eu coloquei a mão direita próxima ao tampo do crânio da paciente e, enquanto cada uma orava, eu inspirava fundo imaginando que puxava a energia da corrente e ao expirar imaginava a injeção da energia recebida no Chakra Coronário. Quando terminaram depois de sete Pais Nosso, a paciente estava corada e com brilho nos olhos. Com a energia recebida ela reagiu e se curou.

Exemplo com toque:- Era um Domingo às 17 horas. Um moço, caso de câncer terminal estava em coma na cama dos pais, deitado atravessado. No quarto amplo, havia quinze pessoas entre parentes, dois médicos e o padre José (Colégio Coração de Jesus), preparado para oferecer a Crisma se ele saísse do coma. Confirmado o coma profundo pelos profissionais, me ajoelhei do lado da cama em que se encontrava a cabeça do Walter, e com as mãos em sua cabeça pratiquei o levantamento de energia vital extra, e ao projetar, imaginei que ela entrava no corpo sob a forma de uma Luz Intensa que ativava os órgãos da cabeça, pescoço, tórax, abdome, até os pés. Lembro-me que me demorei, talvez o tempo suficiente para sete aplicações. Ao me levantar olhei para o Walter e notei que ganhara cor, indicando que a circulação estava ativada. Havia expectativa das pessoas na sala, e para que fosse uma expectativa favorável, como era a minha realidade eu disse:- “Se for da vontade de Deus, quando eu sair e fechar a porta ele se levanta”. Saí e um minuto depois o pai do moço abriu a porta e me puxou para dentro dizendo: “Veja, ele se levantou”. Eu respondi:- “Aproveite bem às 72 horas de convívio” e, assim foi. Ele faleceu na quarta feira às 18 horas sem sofrimento.

Sem toque, mas com ajuda de 15 pessoas. – Era o ano de 73 e eu dava aulas na F. Integradas de Guarulhos. Depois de um trimestre de aulas no primeiro semestre, em junho, uma aluna me procurou no intervalo das 21 horas e 30 minutos e me disse:- “professor Dias, tenho um problema na coluna e uso um Forno de Bier que tenho em casa há dois anos. Estou nervosa porque o médico me aconselhou a não me casar devido esse problema e, estou noiva há dois anos. Será que o senhor poderia me ajudar?”. Depois do intervalo eu respondo! Iniciei a aula depois do intervalo e quando faltava meia hora para terminar perguntei aos alunos:- “Temos uma colega com problemas, quantos gostariam de ajudar?”. Quinze de sessenta e quatro levantaram a mão. Prossegui:- “Esses que levantaram a mão de imediato venham para frente”. “Os demais estão dispensados e, por obséquio, dirijam-se a vossas casas mais cedo. Depois que saíram os que ficaram sentaram–se em circulo ao redor da aluna com problemas de coluna. Ela se sentou ao centro. Dei a todos um exercício para aprenderem em vinte minutos como se concentra e com se pode sentir a energia nas mãos. Todos sentiram. Pedi que todos voltassem as mãos na direção de minha mão esquerda que, eu mantinha levantada e que, projetassem mentalmente a energia depois de respiração profunda, com a intenção de ajudar a aluna a fortalecer e reconstituir os ligamentos na área indicada. Procedemos a transferência de energia vital por enfoque mental durante o tempo de três respirações profundas. Ela sentiu um calor muito grande na área da coluna que, se expandiu por todo corpo. Estava frio e ela suava, O noivo a cobriu com um casaco dele e foram embora.

Depois de uma semana voltei no mesmo horário para as aulas e ela veio ao meu encontro, agradeceu com lágrimas nos olhos e disse:- “Fui suando muito de Guarulhos até minha casa na Penha. Meu noivo parou o carro três vezes para desembaçar o parabrisa. Minha coluna não doeu mais nada. Fui ao médico que examinou, tirou radiografia e não encontrou mais nada. Já dei meu forno de Bier.”

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Justificando as Práticas

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