04 – Como e Porque Fazer os Exercícios

04 – Como e Porque Fazer os Exercícios

Como e Porque Fazer Exercícios – IV

Aplicando Energia Com as Mãos – Com Proximidade.
A aproximação não deve ser menor do que quatro dedos. Não se toca no paciente. Deve-se fazer concentração e desejar sentir o “campo de energia” do paciente apalpando o espaço que separa o corpo do paciente das mãos do aplicador. Se o paciente estiver à vontade, com os olhos fechados, podemos sentir como o campo magnético de um imã na palma das mãos.

Havendo essa sensação, os campos da aura magnética do aplicador e do paciente estão em contato, o que indica sintonia mental entre os dois. O aplicador deve desejar e intencionar sentir que toca com as mãos no paciente, desejar sentir que toca a pele e o paciente deve relatar se sente como que um leve toque na pele. Se o paciente sente, há sintonia entre ambos.

Então, nesse momento dado, o aplicador poderá imaginar e sentir o fluxo de energia que abandona a palma da mão direita, e pela imaginação direcionar o fluxo como um facho de luz que ilumina o órgão a ser energisado ou trabalhado. Deve imaginar que a luz faz um arco e volta para a mão esquerda. Estabelecido o “arco-voltaico”, o aplicador faz um leve movimento de apalpar a distância, sentindo que toca o paciente a essa distância e que massageia com o feixe de luz “em arco voltaico” o órgão, ou, região a ser trabalhado. O que vale é a intenção relativa ao resultado esperado, e imaginar que “está feito”.

Exemplo:- Menino de 10 a 12 anos que recebeu transplante de rim do pai e apresentava rejeição. Hipótese intuitiva – O menino deve ter ouvido falar a respeito da possibilidade de rejeição e se impressionou. Solução – fazê-lo se impressionar com uma antirejeição. Estando ele deitado em cama hospitalar mais baixa, própria para crianças (Hospital Oswaldo Cruz), coloquei-me de pé ao lado da cama e estendi ligeiramente os braços, colocando as mãos 50 cm acima do corpo e segundo uma vertical, acima do ventre, na região do rim transplantado. Fiz o processo descrito acima e ele sentiu a pressão sobre a pele do abdome. Depois sentiu as cócegas que eu imaginei que fazia e riu, depois sentiu o calor do fluxo de energia que esquentou o abdome. Em seguida sugeri que a energia que ele recebia proporcionava a aceitação do rim de seu pai. A “operação” foi assistida por seu médico que apresentou ao se despedir os olhos marejados. Como sempre acontece, resolvido o problema, não se tem mais notícias.

Outro exemplo: Senhora que sofreu acidente de auto onde houve capotamento, e ficou imobilizada da cintura para baixo. Pedi que ela fechasse os olhos e orasse como de seu costume. Como no caso anterior coloquei as mãos sobre o abdome, há 20 centímetros de distância e percorri a Medula Neural com a visão interna. Percebi algo diferente, como uma inflamação entre a terceira e quinta vértebras lombar. Concentrei o foco do arco voltaico mental na área com luz violeta por alguns segundos desejando que a inflamação passasse. Depois imaginava a luz branca percorrendo toda a medula desde o Bulbo até a cauda equina e mais os nervos das pernas até os pés. Eu estava imaginando concentrado com os olhos abertos e vi que um dos pés se moveu depois o outro. O trabalho foi interrompido por intromissão de terceiros falando alto. Depois disso a pessoa se moveu e saiu da cama no dia seguinte.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Justificando as Práticas

Deixe sua mensagem

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

*

.