Como as pessoas costumam aprender

Como as pessoas costumam aprender

Hoje, 13 de novembro de 2017, segunda-feira feira, estou pensando como as pessoas costumam aprender ouvindo, lendo, e se um assunto estimula o interesse, buscam saber mais. Outros ficam em uma frente e com pouco fundo.

 Somos, cada um de nós uma consciência, na essência todas iguais, mas a individualidade é uma condição útil, pois cada indivíduo pode ganhar informações e conhecimento até o limite que desejar. Muitas vezes informações e conhecimento ficam armazenados até que, um evento observado, mexa no conteúdo conscientizado.

Todos nós nascemos ignorantes, mas há casos em que intuições sem base no aprendizado, revelam alguma coisa que dê a impressão de que pode haver conhecimento que a consciência traz no inconsciente, o qual sobe ao subconsciente e produz um insite. Na maioria das vezes “a ignorância é o maior desafio da Humanidade”, é um princípio da Huna, e seu Corolário é :- “só o esclarecimento resolve a ignorância”.

Todos nós nascemos com um genoma, uma coleção de DNA que controla a energia eletroquímica do corpo e suas ações e reações básicas. A isso denominamos temperamento. O temperamento pode ser controlado pela consciência esclarecida dando origem ao caráter. O Caráter se consolida aos sete anos de idade, e dos oito aos vinte e oito anos desenvolvemos a personalidade, como somatória de todos os reflexos inatos e os adquiridos através dos esclarecimentos além da educação física.

Persona significa máscara, e uma personalidade desenvolvida pode mostrar sete ou mais máscaras adaptativas aos diferentes ambientes que possa frequentar. No entanto, atrás das personas, está o caráter básico desenvolvido e que comanda as personas.

A maior preocupação de quem coloca filhos no Mundo deve ser a formação do caráter em uma criança até os sete anos, porque depois, como dizia uma sábia conhecida, dona Gení Santos, “adispois num dianta mais”.

Voltando à sabedoria antiga do Código Huna, este recomendava mudança de padrões de comportamento, e de valores éticos (conversão?), aos que desejavam maior desenvolvimento em habilidades psíquicas (ações no mundo espiritual). Também recomendavam “Que sempre haja o maior respeito à Divindade, e idem com amor compartilhado entre os Homens”.

Para os que desconhecem a Huna, temos os Evangelhos do Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque, Jesus, denominado o Cristo (do grego = O Iluminado), que coincidentemente repete a Huna de modo adaptado aos Judeus. “Que sempre haja o amor a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”. Se o tradutor da Bíblia colocasse no lugar da palavra amor, a qual representa algo subjetivo, e colocasse a palavra respeito, a qual é direta e objetiva, as situações ficariam mais bem compreendidas.

Seja a versão Huna, ou, seja versão evangélica, colocada de modo bem esclarecido na cabeça das crianças acima de quatro anos, e reforçada depois, não haveriam os muitos problemas observados no futuro dos indivíduos como podemos observar nos dias de hoje.

O problema são os pais ausentes, devido o trabalho que a miséria humana exige. Os pais presentes que desconhecem a lei Aurea dos Evangelhos. Os pais presentes que conhecem a Lei Aurea dos Evangelhos, mas que somente lembram-se da mesma nas igrejas, como se o cérebro como um todo funcionasse como um HD dividido em secções, que funcionam em localidades específicas. Há os que acham graça na verve do menino muito “vivo”, e dão reforço aos gracejos e outros tipos de vivacidade.

O menino cresce e vai à escola, e os professores que aguentem. Depois o menino crescido pode começar a fazer gracejos em cima de um colega para os demais o achem engraçado. A pouco tempo um azarado matou e feriu colegas por essa razão. Ao pai do morto restou perdoar a ação, ou por ser muito cristão, ou, por conhecer bem o temperamento de seu filho.

Quando adulto, o engraçado pode criar piores condições de sobrevivência, pois acaba tendo inimigos que o isolam. Respeito é bom e todos gostam. Os comerciantes e os profissionais de dependam do público sabem disso.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Postado em : Comportamento humano

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