Ciência Moderna e Ciência “Oculta”

Ciência Moderna e Ciência “Oculta”

Ciência Moderna e Ciência “Oculta”

A Ciência Moderna diz respeito ao que seja objetivo e relativo às três dimensões que caracterizam a Matéria. Observamos relação entre causa e efeito, e podemos estabelecer regras de ação e esperar um resultado determinado.

A Ciência que é denominada Oculta, por ser relativa ao Universo Subjetivo, e ser desconhecida pela maioria das pessoas, são acessíveis de modo natural para 3% da humanidade por alguma razão objetiva como mutação genética, por exemplo, como seja a formação de novos circuitos neurológicos que permitem à Consciência tomar dados e informações de modo subjetivo, bem como produzir colapso de estado na matéria, seja ela viva ou do reino mineral. Não se podem estabelecer a relação exata entre os efeitos objetivos, e mesmo os efeitos subjetivos, com a origem de suas causas por serem subjetivas.

A Ciência que era denominada Oculta pode, hoje em dia, ser aproximada da Ciência Moderna, apesar de que isso possa chocar um bom número de pessoas que se mantenham irredutíveis em relação às suas crenças limitantes adquiridas desde a infância, se nós considerarmos os avanços do conhecimento a respeito do Comportamento da Energia Quântica.

“A Ignorância é o maior desafio da humanidade”, e só o que possa levar ao esclarecimento é a solução. Em uma época anterior, distante no passado, a humanidade vivia em função de concepções pueris e ingênuas, que ainda perduram nas camadas incultas da população, e nas camadas que são relativamente cultas em informações a respeito de áreas restritas da Cultura Universal.

Nem sempre um “doutor” em alguma dessas áreas restritas, se conforma com o fato do doutoramento ser válido apenas em sua área restrita de ação, e quer, com seu diploma restrito, converter sua opinião em sentença de alguma verdade, mesmo que a verdade seja sempre relativa a um determinado nível de Conscientização inexistente em seu nível cultural.

Os fenômenos devidos às habilidades psíquicas existem historicamente desde tempos imemoriais, e são conhecidos, de inicio, pela tradição oral nas diferentes Culturas havidas nos diferentes locais dos diferentes Continentes.

Na ausência da ciência e dos métodos científicos introduzidos inicialmente apenas nos tempos de Francis Bacon, os caminhos para tentar entender esses fenômenos eram as filosofias e as religiões.

Toda filosofia, de início, se desenvolveu em função de pressuposições, e suposições baseadas em pressuposições, relativas a fatos de observação. E as religiões se desenvolveram em função da psicoreligiosidade relativa aos fenômenos psíquicos, que eram desencadeados pelas habilidades psíquicas de alguns tomados como Avatares. As religiões sempre foram acompanhadas de princípios morais e éticos, e normas de conduta baseados em dogmas e ou fundamentos, que caracterizam cada religião como sistema organizado de forma arbitrária.

Como toda atividade psíquica relacionada com habilidades psíquicas está associada aos estados alterados de consciência, e como esses estados alterados de Consciência se desenvolvem a partir de atos repetitivos bem sucedidos, que promovem automatismos, conhecidos como reflexos condicionados, nós observamos que toda religião está associada a um ritual que resulte em algum tipo de condicionamento. Alguns tipos de condicionamentos podem desencadear estados alterados de Consciência mais leves, e outros produzem estados alterados mais profundos na introspecção, dependendo da estrutura neurológica do indivíduo.

Na antiguidade os fenômenos psíquicos resultantes de habilidades psíquicas eram conhecidos de modo geral como Magia. Como todos os fenômenos havidos na natureza dependem de mobilização de Energia, a Magia nada mais era do que a mobilização intencionada de uma forma de energia que escapa à percepção objetiva, e atualmente escapa à sensibilidade da aparelhagem dos físicos. Atualmente há práticas que se tornam populares como o Jorê da Messiânica, e o Reike, apresentado como procedente de um frade católico que frequentou os Montes do Himalaia. A Base de tudo isso inclusive do Tao e da Yoga está na Huna, Código regulador das ações dos psíquicos com Habilidades Psíquicas da Polinésia e do Havaí

Os fenômenos mais comuns conhecidos como Magia desde há mais do que 11.000 anos, segundo a tradição oral dos havaianos e polinésios, eram as projeções de energia por enfoque mental adequado para ajudar pessoas a que se curem, e influir sobre plantas e animais, sendo denominados de Pequena Magia.

Os fenômenos de mobilização de energia que resultam em desmaterialização e rematerialização, bem como os fenômenos de influência psíquica sobre os fenômenos da natureza, como fazer vir o vento e parar o vento, que podem resultar em fazer vir às nuvens e chover em um local determinado, bem como fazer parar uma tempestade, eram conhecidos como Grande Magia.

Quando o senhor Jesus pretendeu reformular o Judaísmo, nos anos domine, há 2.000 anos passados, iniciou seus trabalhos demonstrando Poder Psíquico, usando habilidades psíquicas principalmente para curar doentes e enfermos. “Isto eu faço para que creiam em mim”. Fez parar uma tempestade, e transformou água em vinho, segundo relatos bíblicos. Materializou cestos de pães e peixes, estando às margens do Mar da Galileia, abundante em peixes. Isso faz pensar que os fenômenos, dependendo da época e da psicoreligiosidade local, mudem de rótulo pela conveniência, resultando o rótulo de Milagres.

Investigando na Bíblia, encontramos no Livro de Hebreus, Capítulos 5, e 7, alusão ao senhor Jesus como “Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque”. Pela lógica e pela razoabilidade, qualquer pessoa que frequente uma Ordem, onde haja uma hierarquia, baseada em algum tipo de norma e princípio, para chegar a Sumo Sacerdote, um dia foi neófito, e depois subiu de graus como aprendiz iniciado, chegando à Iluminação e Sumo Sacerdote. (Iluminado=Esclarecido).

Segundo a Bíblia, em Gênesis Capítulo 14, Melquisedeque, Rei de Salem, (Rei Cigano?), deveria ter poderes psíquicos de tal ordem, que Abrão, tido como pai da fé, se submeteu a Melquisedeque, e ao invés de agir como todo nômade que vivia de rapina pagou pedágio, e se foi embora, considerando-o um Sumo Sacerdote do Altíssimo. Como Homem, Melquisedeque morreu e deixou discípulos, que perpetuaram seus Conhecimentos na Ordem de Melquisedeque, e ao que tudo indica, foi frequentada pelo Senhor Jesus 2.700 anos depois, pois a Bíblia nada relata a seu respeito, dos doze aos trinta anos de idade. Também a lei Áurea dos Evangelhos do Senhor Jesus coincide com a essência do Código Huna, existente há mais do que 11.000 anos, e que servia para controlar as ações psíquicas dos polinésios e havaianos. Teria Melquisedeque conhecido a Huna?

O Cristianismo, como sistema organizado como religião, tomou corpo com a filosofia desenvolvida por Paulo, e depois foi oficializado como religião quando o Imperador Constantino mandou compor a Bíblia como Livro Sagrado em 300 d. C., juntando os livros do Velho Testamento, com os livros que compõem o Novo Testamento, e estabelecendo crenças que compõe a Realidade Interna de muitos povos.

Novamente, quais relações podem existir entre as concepções de uma época, idéias ingênuas de uma humanidade desprovida de informações exatas, com as idéias científicas modernas? Ainda hoje em dia se alguém se refere à magia, pode expor-se à zombaria de um modo geral, a menos que demonstre poder. Quando demonstra poder, depois da zombaria, pode ser criticado pelos infelizes que não tem conhecimento, mas arrotam cultura.

Pessoas incultas, com possibilidades sociais limitadas, pressionadas por algum tipo de problema, podem alcançar resultados psíquicos extraordinários, quando o desejo intenso e a força de vontade com persistência, levam a um nível de concentração e introspecção, que movem um extra de energia psíquica com resultados eficientes.

Outros, curiosos e amantes do maravilhoso, sendo emocionais, frequentam sociedades culturais que sugerem o desenvolvimento do poder interior, tentam tímidos ensaios, imitando danças e posturas, ou, rituais, e falas aprendidas de terceiros, mas fracassam, persistindo nos discursos e transmitindo informações a respeito do sucesso de terceiros. Para mascarar o vazio das ações ineficientes, em alguns locais vestem capas e usam medalhões, para impressionar como uma piada sem graça. O sucesso no caminho do Conhecimento não depende de apenas saber informações, mas de fazer experiências que sejam eficientes.

Uma terceira categoria já entendeu que informação resulta em passar informação, e que a questão está em fazer experiências, e dos resultados das experiências eficientes, tentarem obter o entendimento. O entendimento a partir das experiências, e a repetição das experiências eficientes dão o Conhecimento. Quem sabe fazer, ensina a fazer. O Senhor Jesus sabia fazer e ensinou os discípulos a fazer, mas de modo reservado. Onde andam essas informações?

Convido os interessados a aprender a fazer projeção de energia com enfoque mental adequado, atingindo um segundo nível de Consciência, e movendo energia de uma dimensão superior, e obter os resultados intencionados em favor de terceiros doentes e enfermos, bem como autocura.

A experiência pessoal bem sucedida, com resultados indiscutíveis, pode livrar os indivíduos de mistificações, bem como levam a entender os fenômenos devidos às habilidades psíquicas, independentemente do tipo de rótulos recebidos.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

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Postado em : Ciência e Religião

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