Caminhos da Psicologia – 1

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Caminhos da Psicologia – 1 

“Nem toda a verdade e nem toda a bondade são revelados a um observador único, embora cada um ganhe uma superioridade parcial em cada insight da posição em que se encontra”. William James. Isto seria como dizer modernamente, querendo interpretar o que está em 1ª Epístola de Paulo aos de Corinto, Capítulo 2: verso 9? “Mas como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.”

Tomando como início para estudos na Linha do Tempo 11.000 anos passados, e considerando a tradição oral dos Polinésios e depois a escrita dos Egípcios, temos idéia de que o Homem já se reconhecia como um Ser com Consciência de Existir. Também já havia pessoas com condições neurológicas de desencadear fenômenos psíquicos obedecendo a Vontade da Consciência e com uma determinada intenção.

Consideremos também que já havia homens primitivos muito antes deles, sendo um dos mais “recentes” e bem posto fisicamente, os Homo Heildenbergensis, Museu de Burgos, Espanha, com ossos datados de 300.000 anos aproximadamente. Há modelos mais antigos e mais primitivos dos quais nada sabemos a respeito de sua vida psíquica.

Alguns polinésios e egípcios exerciam influência psíquica sobre plantas animais e pessoas. Esses fenômenos são conhecidos como Magia pela tradição oral há mais do que 11.000 anos. As Influências psíquicas de cérebro a cérebro, de pessoas sobre pessoas, eram de modo subjetivo e ou objetivo. Eram psíquicos naturais e em alguns casos podiam exercer influência sobre os fenômenos da natureza. No Egito há registros de grandes avanços desde 2.800 a.C. Os fenômenos de Curas por ação psíquica, e influências sobre plantas e animais foram denominados de Pequena Magia, mas o controle mental dos ventos e conseqüentemente das águas como vapor, ou no estado líquido, foi denominado Grande Magia.

O conhecimento da Magia era ensinado de início por tradição oral, de um Mago (a) a um filho ou filha mais sensível a partir dos quatro anos de idade, pois até os sete anos a criança assimila tudo com a maior facilidade.

Assim sendo, na época, a palavra Magia era referência da existência de algo, como uma “substância etérea”, que movida pelo pensamento gerava uma força, a qual aplicada com intenção produzia um fenômeno esperado. Hoje sabemos que sempre deve haver Intenção e expectativa a respeito do resultado desejado.

Na atualidade, para suporte do entendimento de alguns, que o necessitam em função de crenças arraigadas, encontramos no Velho Testamento, no Salmo 82: verso seis: “Eu disse, sois deuses, e vós outros são todos filhos do Altíssimo”. Verso sete, “mas como homens morrereis”.

Pela lógica e pela razoabilidade, sem fantasias, um pequeno deus é todo Homem que seja capaz de, através de um enfoque mental adequado, canalizar energia quântica com uma intenção, e gerar uma força, que aplicada, produza efeitos subjetivos nas pessoas e ou objetivos na matéria.

A própria frase bíblica do Salmo 82: verso 6 separa os pequenos deuses, sejam eles naturais ou por treinamento, dos demais que ainda não conseguem o enfoque mental adequado necessário, mas deixa claro que Todos continuam como filhos do Altíssimo, portanto, com possibilidades.

Esta frase é uma advertência aos que não conseguem ainda e ficam fazendo pressuposições e rotulando de modo equivocado, ou ainda perseguindo os que conseguem.

É algo que foi escrito há pelo menos 4.000 anos passados, mas ainda é atual. Serve também como estímulo a todos que têm interesse em desenvolvimento mental e psíquico.

Na atualidade há pessoas hábeis em atividades psíquicas em todas as Culturas, em todo tipo de psicoreligiosidade e em todos os Continentes. Também há pessoas com habilidades psíquicas e que são isentas de Crenças religiosas. Esse fato demonstra que habilidade psíquica é algo que independe de religiosidade e menos ainda de religião como Sistema Organizado pelos homens, mas podem ser usadas para mistificação como psicoreligiosidade.

A existência de habilidades psíquicas é um fato que depende do desenvolvimento de circuitos neurológicos adequados para esse tipo de ação. Há pessoas que têm os circuitos inativos, mas que eles podem ser ativados por exercícios.

O mais curioso é o fato de que pessoas com sangue tipo O, são pessoas com genoma da linha tronco da humanidade. Os de sangue tipo A são mutantes procedentes do tipo O. Os de sangue tipo B, são mutantes mais recentes procedentes do tipo A. Os de sangue tipo AB são o resultado de cruzamentos entre pessoas com sangue tipo A e pessoas com sangue tipo B.

Observa-se que na prática, os portadores de sangue tipo B, e com sangue do tipo AB, são mais sensíveis, hiperestésicos, e se apresentam em maior número como telepatas de modo natural, ou, com os exercícios que eu aplico. Segundo o Vaticano, em relação a exames do Santo Sudário, o Senhor Jesus era portador de sangue tipo AB, portanto, com facilidades para projeção de energia para curas e para telepatia.

Continua – Caminhos da Psicologia – 2 –  Alberto B. P. Dias, Especialista USP – 1955.

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