003 – Apresentação – Como tudo começou.

003 – Apresentação – Como tudo começou.

Apresentação – Como tudo começou.

O trabalho desenvolvido neste Site foi baseado em experiências pessoais e de relacionamentos havidos com terceiros aqui declarados, com possibilidades de serem aproveitadas as experiências por quem possa se interessar. As experiências psíquicas pessoais passaram por uma evolução no decorrer do tempo e foram somadas ao entendimento progressivo das instruções recebidas, dos exercícios feitos e das informações lidas.

A primeira fonte de instruções foi a Bíblia Sagrada e os ensinamentos passados na Primeira Igreja Batista em São Paulo. A interpretação dos Evangelhos passou a ser pessoal a partir dos 17 anos de idade.

A segunda fonte foram as Monografias da Ordem Rosa-cruz, onde meu dedicado pai, Alberto Pinto Dias, era membro. Tive acesso a elas por curiosidade, às escondidas desde os meus treze anos até que meu pai descobriu e me inscreveu como membro associado. As experiências psíquicas que me ocorriam desde cedo e que não eram explicadas na Igreja, o eram em parte pelos estudos das Monografias. Aos dezoito anos tive a oportunidade de frequentar as aulas do filósofo e teólogo Humberto Rhoden, o qual ensinava a raciocinar a respeito das coisas subjetivas e tidas como místicas e religiosas.

A instrução recebida no Curso de História Natural da Faculdade de Filosofia,  Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, de 1951 a 1955, proporcionou uma base sólida aos conhecimentos relativos à morfologia e à fisiologia vegetal, animal em geral e à humana. Os conhecimentos de mineralogia, petrografia, geologia e paleontologia, puseram ordem nas sugestões simbólicas do Livro de Gênesis, permitindo entender que há concordância entre o relato sumário do Gênesis e as descobertas da ciência a respeito da Evolução dos seres vivos.

Algumas segundas épocas, e o cumprimento das muitas dependências, além de me obrigar a uma revisão constante das matérias, deu oportunidade de observar as atitudes e as condutas de vários professores e de seus assistentes, bem como de seus processos de raciocínio, de entendimento e perspectivas usadas para compreensão. No quarto ano de curso, conheci uma pessoa que me encantou com seus ensinamentos a respeito de psicologia, Dra Noemi Rudolfer. A sua atitude em aula e seu carisma me estimularam a ler Freud, Yung, Skinner e posteriormente Reicher e Rudolf Steiner. A necessidade de trabalho fora de SP impediu que eu estudasse Psicologia em um curso formal como era o que se desenvolvia na USP na época (1955).

A obtenção da primeira colocação nos concursos de ingresso ao magistério oficial do Estado de SP em 1956, para Ciências Físicas e Naturais e para Biologia Aplicada à Educação, bem como o 7º lugar em História Natural, apesar de ter faltado na prova escrita, restabeleceram a autoconfiança depois do cansaço e esgotamento em um curso conturbado pela minha inexperiência em lidar com as pessoas, fora do ambiente familiar e fora do ambiente social da Igreja.

As experiências didáticas e de relacionamento humano com alunos e professores, foram desenvolvidas como professor, primeiro no Ginásio Riachuelo por cinco anos, durante o curso de Bacharel na USP, depois como professor universitário contratado pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de São José do Rio Preto, onde durante sete anos tive a oportunidade de vivência em ambiente universitário; depois na Faculdade de Rio Claro, indo, por concurso, ministrar aulas no Colégio de Aplicação da USP. Posteriormente no Colégio Rio Branco, nas Faculdades Metropolitanas de SP, Faculdades Integradas de Guarulhos, Faculdades Farias Brito, Serviço de Educação e Formação pelo Rádio e Televisão da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e Experiências no Instituto de Psico-Orientologia, em Laredo, Texas etc.

O curso feito no IBCC, Instituto Brasileiro de Ciência e Cultura, para aprender aplicar os livros de Biologia editados por eles, como o Biological Science Curriculum Study, e mais as aulas dadas por mim a esse respeito no Colégio Rio Branco durante sete anos, obrigaram-me a exercitar a reflexão nas informações, desde os aspectos do nível molecular, que determinam as reações químicas vitais, até os aspectos fisiológicos e  morfológicos mantidos pela Energia Vital e que deveriam ser passados aos alunos. Agradeço às colegas e professoras Miriam Krazilchic e Norma Cleffi.

Em um período em que muito me foi exigido, como professor, para sustento da família, chegando a ministrar 72 aulas por semana em um dos semestres, eu verifiquei que o exercício de integrar o consciente com o subconsciente, para pescar no banco de memória as informações a serem transmitidas, somado ao exercício de visualização de imagens a serem reproduzidas na lousa durante as aulas, resultou em experiências espontâneas de telepatia, vidência e clarividência, algumas de causar espanto aos alunos de Pedagogia da F. Metropolitanas Unidas. O meu desejo de ajudar pessoas que estivessem com algum problema, e mesmo em sofrimento, desencadeou um processo de transferência de energia por enfoque mental com eficácia, que resultou no apelido carinhoso de “professor Arigó” nas Faculdades Integradas de Guarulhos (1969 até 74).

O entendimento maior desses fenômenos ocorreu quando, tendo feito um treinamento com o Método Silva de Controle Mental, os resultados pessoais e os resultados evidentes em outras pessoas me deram a ideia de um denominador comum a todos os fenômenos ligados às Habilidades Psíquicas, que são devidos a um estado alterado de consciência obtido quando há autohipnose consciente e com autocontrole.

Ter sido convidado a participar como instrutor do Método Silva a partir de cinco de janeiro de 1975, foi para mim uma nova e mais profunda etapa de aprendizado. Experiências psíquicas havidas entre mim e alguns instrutores colegas e com alguns alunos foram mais do que esclarecedoras. Algumas experiências psíquicas ultrapassaram as fronteiras dos resultados estabelecidos e esperados por José Manuel Silva, autor do Método Silva de Controle Mental, e isso causou uma reação inesperada e espontânea do mesmo.

O ano de 1976 foi um ano de revelações. Já havia trabalhado 2.600 alunos com treinamento através da metodologia, quando por acaso, descobri 500 volumes do livro a Ciência Secreta de Max Freedon Long, Editora Monismo, em Santos e que iriam ser alijados de uma livraria na Rua Barão de Itapetininga. Foi quando tomei consciência da importância do estudo da psicofilosofia do povo havaiano, esclarecendo o que poderia ser a Magia. Foi também quando conheci a yoguin Ilse M. Spath que me agraciou com seus profundos conhecimentos a respeito dos diferentes níveis da Yoga. Nesse mesmo ano fui ao Instituto de Psicoorientologia de Laredo, Texas, e recebi instrução direta de José e Juan Silva. Aos 47 anos de idade, lamentei não estar com 14 anos, idade ideal para alavancar mais até os 28 anos de idade. Lembrei-me do Senhor Jesus, a respeito do qual não há menção Bíblica dos 12 aos 30 anos, mas há a sugestiva indicação de que o mesmo era Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque, o Mago que impressionou Abraão em Salem, 27 séculos antes do advento.

Devo agradecer em primeiro lugar à minha esposa Talitha Pereira Dias (in memoriam) que sempre colaborou com meu trabalho de desenvolvimento mental e psíquico, até como secretária e nunca colocou empecilhos nem mesmo quis modificar a minha maneira de ser e de agir.

Na parte técnica devo agradecer em primeiro lugar ao Mestre José Manuel Silva pelo Método Silva de Controle Mental, que me deu compreensão dos fenômenos psíquicos através de uma perspectiva científica e experimental. Ao senhor Juan Silva pela bondade e paciência. Ao Alex Gonzáles pela amizade demonstrada até os dias de hoje.

Agradeço à instrutora Rosa Argentina Rivas pelas suas esforçadas e preciosas aulas teóricas. Em particular à instrutora Laura Pinto pela oportunidade de experiências psíquicas memoráveis. Da mesma forma à instrutora de Yoga em Juiz de fora Riograndina Goulart.

Em particular à aluna Asta Maria Petri, que se revelou através da metodologia aplicada a ela em 1979, uma das melhores sensitivas que conheci nestes últimos trinta anos, pois recebia e decodificava todo tipo de informações telepáticas direcionadas intencionalmente por mim às diferentes áreas sensoriais do seu cérebro e a distâncias consideráveis, como 8.000 km. As experiências permitiram que eu entendesse a natureza do fenômeno, inclusive o entendimento de como uma pessoa pode fazer ponte, tal como estações retransmissoras de energia, tendo resultados notáveis, observados por uma audiência de pessoas que não sabiam o que se passava e apenas testemunharam os mesmos resultados.

Agradeço à metodologia e garra das irmãs Maria da Glória Sobrinho e Maria Tereza Sobrinho que durante anos ajudaram a manter em relativa ordem a organização Silva no Brasil durante meu período como diretor. Foi um período de intenso aprendizado a respeito da diversidade de expressão da natureza humana em relação direta com orientadores, e se é verdadeira a expressão de Paulo: “Sois Templos do Espírito Santo”, há muito a considerar a respeito da diversidade de como funcionam esses diferentes Templos em relação a “controle mental”.

Todo Sistema Organizado é arbitrário. A manutenção da ordem entre pessoas é feita por regras de conduta, normas e princípios regulados por estatutos, eficientes no que diz respeito à parte física da terceira dimensão. Quando a Consciência é consciente de que pode controlar a desordem nos níveis quânticos, pode se supor que todas as consciências podem. Essa suposição, como pressuposição não é adequada para servir de base no relacionamento de todos os indivíduos de uma Organização, pois Consciências preparadas para desenvolver controle mental, não aceitam ser controladas, e a ordem dos sistemas arbitrários é prejudicada.

No frigir dos ovos a Individualidade é uma Condição Útil e essa condição só funciona se houver amor compartilhado. O amor e a confiança unilateral podem ser decepcionantes.  A tecnologia pode ser perfeita, mas se não houver amor, é só tecnologia. O mesmo se pode dizer em relação ao amor sem tecnologia, onde predomina a emoção e a ignorância, o que resulta em maiores dificuldades na convivência em geral. Sigo aprendendo até a hora final. Dias

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Apresentação

4 Comentários


  • Senhor Alberto, estou com um problema GRAVÍSSIMO de TOC ( Transtorno Obsessivo Compulsivo ) acho que é de origem ESPIRITUAL ou seja, vingança de espíritos obsessores a quem eu devo ter feito mal em vidas passadas - nâo sei se o senhor acredita nisso - más , gostaria de lhe pedir ajuda se isso for possível. Eu li que o senhor tem certos " dons " espirituais ou mentais e conhece pessoas ( ex-alunos ) com esses " dons " também. O senhor tem condiçôes de me ajudar diretamente com esses irmâos obsessores ,ou indiretamente , me dando o nome e o telefone e ou , e-mail de pessoas que trabalham com esse tipo de coisa ? . Más , tem que ser pessoas que trabalham à distância ( porque nâo tenho condiçôes financeiras para me deslocar para outra cidade ) e que façam o trabalho por amor e missâo , sem cobrar nada por isso . Caso queira, meu facebook é : Carlos Alberto de Novaes e meu celular é : 0 21 ( 64 ) 9 9 2 50 - 46 78 ( é da operadora Claro ) . Grato e espero sua resposta .

      • Alberto Barbosa Pinto Dias
      • maio 31, 2017
      • Responder
      • Cancelar resposta

      Podemos fazer reprogramação cerebral

    • Eliane de Mendonça Vieira
    • outubro 5, 2015
    • Responder
    • Cancelar resposta

    Fiz o curso com o senhor...tudo que aprendo hoje sobre física quântica, me remete aquele curso!

      • Alberto Barbosa Pinto Dias
      • outubro 7, 2015
      • Responder
      • Cancelar resposta

      sim, por enfoque mental se canaliza energia quântica.

Deixe sua mensagem

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

*

.