A Realidade Exterior e A Realidade Individual

A Realidade Exterior e A Realidade Individual

A Realidade Exterior e A Realidade Individual

Consideremos imaginar que Deus seja uma Consciência Infinitamente Grande, o suficiente para envolver e conter o Universo e tudo o que nele tenha existência, estando a Consciência de Deus em cada ponto de seu conteúdo. Isso justifica as ideias de onipresença e da onisciência.

Se acreditarmos que somos criados à imagem e semelhança de Deus, somos microbolhas geradas pela Grande Bolha de Consciência, somos micro Campos de Energia Consciente, e assim com a possibilidade de sermos pequenos deuses, de conformidade com o Salmo 82, versos 6 e 7.

A característica de pequenos deuses é a de Poder por enfoque Mental adequado, mobilizar energia e produzir efeitos objetivos na Matéria e subjetivos no Psiquismo de outrem, traduzidos como Habilidades Psíquicas.

O entendimento do assunto Habilidades Psíquicas depende do tipo de perspectiva através do qual ele é apresentado, e assim a perspectiva pode influir no entendimento, na compreensão, no rumo da percepção e no nível de Conscientização.

Dependendo do tipo de educação recebida desde a infância, mais propriamente dos 3 aos 7 anos, e depois com as instruções recebidas até o fim de seus anos, o homem (Eu) vive como que dentro de uma bolha de Consciência colorida, a qual filtra todas as informações e estímulos direcionados à percepção.

Das percepções que conseguimos fazer através desse filtro, cada um de nós vai construindo um mapa de Realidade Interior. O registro do material percebido e conscientizado resulta que no cérebro funcione como um mapa de realidades, o qual corresponde às funções de um mapa cartográfico. Este, o cartográfico, é a representação dos acidentes geográficos, mas não é cada um dos acidentes geográficos. O acidente geográfico é a realidade, mas o mapa é a representação de uma realidade. Nossas Consciências constroem Mapas de Realidade Individuais.

Cada um de nós é uma Consciência. Nossa Consciência, como qualidade de um Espírito como Campo de Energia Individualizado, constitui uma Alma. Esta, a Alma, representa o conteúdo que qualifica uma Consciência, a qual para se expressar depende de um corpo físico pelo menos neste Planeta Terra.

 Nosso corpo não é perfeito e tem necessidades no plano material. Essas necessidades exigem que tenhamos valores para oferecer e trocar com os demais, e é evidente o esforço que fazemos para valorizar o nosso entendimento, o nosso trabalho e nossas realizações. Fazemos valer nossa personalidade, ou, o colorido de nossa “bolha”, mas não adianta “inflar” a bolha com títulos honoríficos, ou títulos de cargos e funções, pois ela continua sendo uma “bolha colorida”, um filtro.

Quando as pessoas trabalham em grupo, filtram os dados mantendo o mesmo modelo de Bolha para o grupo. Na construção do “mapa” comunitário os membros de um grupo traçam os mesmos caminhos, de modo que além do mapa, que representa a realidade pessoal, considera-se a realidade construída no grupo pelo modelo do filtro escolhido, e que é representado pelas crenças do grupo, regulamentadas por normas princípios dogmas, e ou fundamentos muito a gosto dos fundamentalistas extremistas. Quem discorda da Bolha do Grupo é Rebelde, ou está perdido na Visão do Grupo.

Só quando há uma expansão de consciência, pode haver mudanças na maneira de pensar e de agir. A expansão de Consciência vem pelos resultados de uma ou mais experiências eficientes. 

No nível de Consciência comum, portanto do nível de percepção que a Suprema Consciência permite a todos, sabemos que no mínimo alguns vivem dentro de uma bolha azul, outros vivem em bolha amarela, verde ou vermelha etc.

A bem dizer há um arco-íris completo de interesses e de razões, de modelos de filtros mentais, e de tipos de realidades que as pessoas usam dentro de uma comunidade. Cada qual acha que a cor de seu filtro é a mais adequada, principalmente os que se acham líderes.

A única maneira de perceber a relatividade de uma realidade pessoal é conseguir mudar o nível de consciência, de um Campo Particular, para um mais geral, menos restrito, como soe acontecer quando aprendemos a avaliar uma mesma informação sob diferentes perspectivas. 

É ter disposição para aceitar fazer experiências, e depois construir filosofias em função de fatos. Sair do uso de um filtro único para usar outros filtros e outros modelos. A busca da Luz Maior exige compreensão, tolerância, e entendimento, libertando-se de normas, princípios, dogmas e rituais restritivos, ou ainda, de estatutos, de “estados policiais” dentro de uma Comunidade, bem como de sentimentos ou interesses particulares associados às emoções.

Realidade objetiva para qualquer bolha colorida é: Experiências com resultados eficientes proporcionam Conhecimento que derrubam informações vazias de comprovação. Aceito questionamentos.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Postado em : Reflexões

2 Comentários


    • Eliane de Mendonça Vieira
    • agosto 29, 2015
    • Responder
    • Cancelar resposta

    Shalom

      • Alberto Barbosa Pinto Dias
      • agosto 30, 2015
      • Responder
      • Cancelar resposta

      Shalon!

Deixe sua mensagem

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

*

.