A MEMÓRIA

A MEMÓRIA

 A MEMÓRIA

A memória física depende de vários fatores. A informação atinge os órgãos dos sentidos como uma forma de energia, como a luz, o calor, a energia química, a energia mecânica, etc. A energia é convertida nos órgãos dos sentidos em energia eletroquímica, que percorre os nervos como uma onda de despolarização, devendo chegar em uma zona sensorial primária do cérebro. De alguma maneira esse estímulo é retransmitido por neurônios de associação para uma área psico-sensorial onde é decodificado, sendo “percebido”. O que foi psiquicamente percebido passa para uma área denominada Gnósica, onde os neurônios armazenam a informação.

De alguma maneira, a informação percebida como insight, ou, como um clarão de introspeção, é conduzida para o Sistema Límbico, onde provoca uma reação emocional. A resposta é imediata e é sinalizada através do sistema nervoso autônomo, ortossimpático (adrenérgico) se significa medo, tristeza ou amargura, ou pelas vias do parassimpático (colinérgico) se provoca felicidade, satisfação, descontração ou prazer.

Na maioria das vezes uma reação emocional, mesmo que contida, pode ser percebida nas contrações involuntárias dos músculos faciais. Uma reação emocional pode ocorrer antes mesmo de ser conscientizada. As reações emocionais em geral prejudicam a racionalização e a memorização, e, portanto, exercícios que resultem em evitar emoções, aumentando o QE, favorecem.

A armazenagem das informações depende de uma série de reações químicas que poderão levar até 20 minutos para se completar. Ao que parece, basicamente, o influxo nervoso atinge os neurônios de modo particular para cada percepção e impressão. Segundo os especialistas, essa onda de despolarização elétrica, produz alterações em moléculas de ácido ribonucléico que se encontram no citoplasma dos neurônios. Estas moléculas de RNA modificadas apresentam-se como um código de informações químicas que orientam a síntese de cristais de proteína nova pela ordenação de aminoácidos. Cada microcristal de proteína nova que é formado vibra de acordo com a informação impressa, de modo que a informação agora é um campo de energia vibratória que encerra um quantum de energia.

Poderíamos extrapolar e dizer que o banco de memória em um cérebro, ou o subconsciente é uma massa de energia vibratória, um corpo sombra, um molde de energia que contem todo “mapa de realidades” de um determinado indivíduo.

Em uma criança que tem menos do que sete anos de idade, há uma prontidão de alta energia devido à predominância de ondas Teta, quando então na área há um potencial elétrico de 250 a 380 microvolts. Com essa energia disponível a criança registra tudo com facilidade e de modo permanente, principalmente, se envolve alguma emoção.

Dos sete anos aos 13 ou 14, o cérebro apresenta predominância de ondas alfa (de 8 a 14 ciclos por segundo), quando então ainda há relativamente alta energia disponível, facilitando a imaginação e registrando os dados e informações com relativa facilidade, porém, agora conscientemente e com raciocínio analítico e crítico, o que marca a vivacidade e o desenvolvimento intelectual de alguns.

Dos 14 anos em diante, vai diminuindo relativamente a frequência alfa e aumentando a frequência beta, aumentando também a capacidade de raciocínio. O jovem torna-se progressivamente lógico, racional e analítico, podendo desenvolver bom senso. Se há estabilidade em torno dos 21 anos de idade, com 21 ciclos por segundo de pulsação cerebral predominante, possivelmente o individuo amadureceu dentro do tipo de cultura que o cerca.

Choques emocionais na infância e na adolescência marcam de tal modo que a tendência é a pessoa voltar constantemente os pensamentos e a imaginação para os fatos passados, retardando o amadurecimento e a estabilidade fisiológica no nível da razão. Isto pode ser um dos fatores da desatenção no aprendizado.

Como o envelhecimento, ao que parece, começa aos 30 anos para a maioria, tendo como consequência, na média dos indivíduos, uma diminuição de energia vital, cujas evidências são físicas e mentais. Há uma diminuição progressiva da memória fluida, isto é, da capacidade de aprender (de memorizar) coisas novas. Esta memória fluida diminui progressivamente a partir dos 28 anos de idade, atingindo um nível de quase impossibilidade aos 70 anos, ao menos que se mantenha um treinamento adequado.

A memória cristalina, que depende da retenção das informações em microcristais de proteína, depende ainda de uma série de fatores. Basicamente de um bom nível de aminoácidos e de oxigênio no sangue e consequentemente no líquido cefalorraquiano. Alem disso, depende de um mecanismo de repetições da informação como reforço. Mantendo-se esse reforço, mesmo que esporadicamente, durante três anos, a informação passa a ser uma impressão permanente, que resiste além dos 70 anos.

Estados emocionais no adulto mantêm uma predominância de pulsações cerebrais no nível Teta, quando então o cérebro funciona como se o indivíduo estivesse com idade de 4 a 7 anos de idade, e a energia potencial é de no mínimo 250 microvolts. Agora entra o fator disposição: se o mestre se indispõe com o aluno, gerando emoção negativa, há bloqueio psicológico em alta energia. Se há simpatia e empatia, a emoção pode ser gerada de modo agradável, a energia é elevada e o aprendizado é facilitado. Isto seria a “inteligência emocional”.

Um segundo “campo” de energia de um nível superior integra os vários campos de energia de cada área, podendo coordenar os enfoques associativos. A integração e a associação coerente dos campos de informática consomem energia e assim, a atuação do nível consciente de cada um, depende da energia produzida pelo corpo. Essa energia que é consumida nos estados de tomar consciência do ambiente e circunstâncias, concentrar-se nas informações, bem como canalizar as mesmas informações em nível de introspecção, se cair o nível, vamos perdendo progressivamente a capacidade de ser lógico e razoável.

Nosso consciente trabalha de maneira lógica racional e analítica com as informações que pescamos no subconsciente de modo dirigido. Quando o nível de energia vital diminui, o campo de força do nível consciente vai perdendo a capacidade de coordenação dos campos de energia informática de nível inferior (subconsciente). A memória em nível consciente torna-se precária e muitas vezes, as pessoas cansadas, e os esgotados, tomam decisões errôneas por falta de associações que mostrem todas as possibilidades futuras, bem como impedem a lembrança de situações passadas em que houve decisões errôneas.

Você pode melhorar sua memória cuidando da alimentação, bem como fazendo exercícios que eliminem o estresse, e outros que condicionem uma melhor capacidade de concentração com atenção, favorecendo uma maior eficiência nos estudos e no trabalho.

Geralmente um trabalho de 12 até 18 horas, dependendo da idade, é suficiente para resolver o problema. Aprenda como aumentar o QI, o QE, e o QS. Este último, o QS, denominado quociente espiritual, na verdade é um trabalho do psiquismo em níveis de frequência de energia mais elevados, que permite intuição, projeção psíquica de energia, e hipersensibilidade do cérebro para telepatia vidência e clarividência.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

[vc_row full_width="" parallax="" parallax_image=""][vc_column width="1/1"][vc_facebook type="standard"][/vc_column][/vc_row]

Postado em : Psiquismo

Deixe sua mensagem

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

*

.