A Existência

A Existência

A Existência

Tudo o que exista, para um ser humano, existe em função da existência de sua Consciência. Se o ser humano não tomou consciência de algum aspecto do que exista, para ele esse aspecto não existe. O Mundo é para você, aquilo que sua tomada de Consciência permite pensar que seja.

Para que a Consciência exista deve existir uma Essência relativa à Consciência e suas qualidades, que, no mínimo, são a Inteligência e a capacidade de exercer Vontade, e a Intenção com que exerce a Vontade.

Essa essência que constitui a Consciência é um Campo de Energia de altíssima frequência vibratória, e a esse tipo de Energia se dá o nome de Espírito. À possibilidade de ligação harmônica entre Campos de Energia Vibratória se dá o nome de Sintonia.

Todas as Consciências têm a mesma Essência, e pela Essência todas as Consciências são interligadas, mas a Individualidade é uma condição útil, pois permite a Evolução de cada uma delas, independentemente de estarem interligadas como essência.

No entanto há possibilidade de Sintonia entre elas e sua consequente troca de informações e há Consciências atuando de modo Coletivo em diferentes Níveis de Conscientização.

A Consciência humana se desenvolve associada a um Cérebro, e dessa associação se manifesta a Individualidade, pois não há dois cérebros exatamente iguais na morfologia e ou na Fisiologia. Não há dois cérebros com exatamente o mesmo conteúdo informático, portanto diferem no nível de Conscientização.

Cada Individualidade pode apresentar dois aspectos relativos à sua Consciência: Um dos aspectos é a Focalização Objetiva, quando a Consciência trabalha com percepções que resultem de impressões obtidas através dos órgãos dos sentidos, associados ao cérebro através de nervos condutores de impulsos elétricos.

Esses impulsos elétricos são causados por estímulos provenientes do Mundo Físico, e qualificados como Luz, químicos, variações de temperatura, variações de diferentes tipos de pressões, sobre sensores qualificados como células especializadas em converter estímulos em corrente eletroquímica, a qual serve de estímulos a sensores internos que os tornam inteligíveis à Consciência, com impressões de ordem Subjetiva, que resultam em Focalização Subjetiva denominada Percepção.

Toda Percepção produz algum tipo de Conscientização, ou, de Gnose.

No cérebro, há cinco diferentes Áreas Sensoriais, ligadas aos órgãos dos cinco diferentes sentidos: Visão, Audição, Tato, Olfação e Gustação. Cada Área apresenta-se com três diferentes Zonas, cada uma delas caracterizada por neurônios com diferentes funções, as quais são: Zona Primária – onde os neurônios recebem as pulsações eletroquímicas procedentes do órgão dos sentidos externos, produzindo algum tipo de impressão primária que é transmitida aos neurônios da Zona Psíquica, onde são interpretados e causam a percepção e Conscientização, passando estas impressões para uma Zona Gnósica, onde o que foi percebido e conscientizado é registrado na memória física, sob a forma de um cristal de proteína, o qual fica a disposição da Consciência para enfoques subjetivos sob a forma de imagens, se forem na Área Visual.

Assim se formam as impressões nas memórias Visual, Auditiva, Tátil, Olfativa e Gustativa, constituindo os arquivos, cujo conjunto se denomina Subconsciente, pois eles ficam à disposição do aspecto Consciente da Consciência, para serem acessados quando for Conveniente.

A vivência resulta do relacionamento de uma Consciência com tudo o que há no meio ambiente. É um conjunto de experiências, cujos resultados resultam em percepção e conscientização.

Há as vivências no âmbito da terceira dimensão, vivências objetivas, e há a possibilidade de vivências que são devidas a percepção de níveis de frequências vibratórias mais elevadas, bem como a possibilidade de mobilização de frequências vibratórias por Focalização Mental Subjetiva.

O mais curioso disso é que os resultados das percepções, e da mobilização dessas energias de outras dimensões dependem da Intenção da Consciência que esteja em ação. A Consciência humana pode ter momentos de onisciência, onipresença e de onipotência, qualidades essas devidas à sua origem na Fonte da Essência, e à possibilidade de Sintonia com a Fonte.

08-05-2016

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Consciência, Inteligência e Realidade

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