A ALQUIMIA – Uma Síntese (de Uma Perspectiva)

A ALQUIMIA – Uma Síntese (de Uma Perspectiva)

A ALQUIMIA – UMA SÍNTESE

Reflexões na busca de corrigir meus equívocos pessoais. Talvez os seus.

Direto concreto e objetivo, mas dando chance a alguns sonhos básicos.

 

O CÓDIGO da HUNA, originalmente como tradição oral de mais do que 10.000 anos, passou por alterações de linguagem e de entendimento na LINHA do TEMPO

Vamos entender a Huna na linguagem do século XIX, e do século XX.

O Alquimista é o “EU” da pessoa, o Self que se tornou aprendiz, é a Consciência do indivíduo que está iniciado. A Alquimia é a transformação que a Consciência proporciona ao Ego, ou seja, ao Consciente associado ao Subconsciente. Chumbo em Ouro, “O Velho Homem em Novo Homem”, ou, as mudanças de padrões de comportamento e de valores morais e éticos para melhor.

A expressão da mudança é o Amor a Deus e o amor compartilhado com os demais semelhantes, o qual é expresso pelo respeito. O Amor é um sentimento, o respeito é a expressão desse sentimento. Respeito é bom e todos gostam.

Tendo encontrado um caminho e iniciada a mudança de caráter para melhor, a pessoa do iniciado passa a ser um Alquimista na medida em que possa ir além de ser um indivíduo bem informado, porque tem conhecimento através das experiências psíquicas que tragam resultados práticos. O patrimônio genético determina o Temperamento, pois este depende das reações neurológicas e glandulares. O caráter resulta do Temperamento controlado pela Consciência. Uma Consciência esclarecida pode mudar o caráter para melhor, e então evoluir nas habilidades psíquicas.

Iniciado é qualquer indivíduo que aceitou aprender algum tipo de disciplina que leve ao desenvolvimento psíquico. O Batismo é o símbolo da Iniciação no Cristianismo, o aprendizado vem depois, e a salvação da alma decorre quando há integração do Ego (Consciente + Subconsciente) com o Supraconsciente e deste com o Espírito Santo de Deus.

Muitos dos iniciados cuidam de manter os Templos em seu aspecto material, Templos de qualquer natureza ao qual estejam afiliados, bem como sua ordem, rituais, estatutos, e tesouraria com o seu ouro físico, mas por essa razão muitas vezes estacionam, preocupados que estão com os aspectos materiais e com as aparências dos cargos e das funções.

Essa condição é necessária para a manutenção do suporte físico e apesar de não ser ideal, funciona como estágio para uns e pode ser âncora definitiva para outros, seja pastor, mestre, venerável; seja guardião, tesoureiro, ou, secretário e ou arquivista, ou, seja presidente.

Os iniciados que avançam no caminho da Alquimia prevalecem com o “Ouro” no coração. O Ouro dos Alquimistas é o caminho mencionado nos Arcanos, ou seja, a Ética que evidencia a atitude de respeito e de, possivelmente, amor ao próximo em qualquer nível de entendimento, esteja ele no caminho filosófico, seja místico, religioso, ou não.

A função do Ouro no coração é dar o Norte aos pensamentos lógicos racionais e analíticos, que separam o provável do pouco provável e mesmo improvável, obedecendo à ética em relação aos menos desenvolvidos nos processos racionais e nas abstrações.

Observamos através dos Evangelhos que essa era a atitude de Jesus o Cristo com sua pregação de amor a Deus e ao próximo como cerne de sua Filosofia de Vida. Talvez se a tradução de amor ao próximo fosse “respeito”, seria mais provável pela evidência, portanto a mais adequada dentro e fora de uma crença…

A vivência e a obediência aos ensinamentos dependem de onde e de como o individuo seguiu como iniciado. A afiliação a um esquema religioso, ou não religioso, traz obrigações para com a sociedade que o assumiu e isto obriga a seguir normas, princípios, rituais e às vezes dogmas, bem como estatutos e “fundamentos”.

Este conjunto de normas princípios rituais e fundamentos caracterizam uma religião, ou, uma Ordem não religiosa, sendo fruto de enfoques mentais de iniciados anteriores, preocupados com a manutenção do aspecto físico e com o comportamento do grupo, não podem apresentar a garantia de que sempre expressem a Verdade do conteúdo da Mensagem para Alquimia, mesmo que seja procedente de um Mestre Maior. Também não podem garantir a legitimidade de seus estatutos que são convencionados e limitadores, sempre à conveniência de líderes e de dirigentes de uma época na linha do tempo e consequentemente na história das tradições.

Observamos que alguns líderes religiosos, e mesmo místicos esotéricos, querem impedir o contato de seus adeptos com estranhos ao seu meio, e não permitem que se façam argumentos fora de sua perspectiva, tendo consciência de que os argumentos que sustentam seu ponto de vista possam não ser tão sólidos, lógicos e prováveis quanto pretendam apregoar. Somente os resultados eficientes das experiências práticas possíveis devem ser considerados, pois “a eficácia é a medida da verdade”.

Os argumentos que recheiam os discursos nos diferentes lugares servem para por um período de tempo, até a próxima mudança de nível de entendimento, o que pode ocorrer com o amadurecimento que sempre é individual. Amadurecer psicologicamente significa saber conviver com as incertezas observadas e percebidas nos ambientes onde todos estão ligados, mas sem se alterar, pois manter a individualidade, evitando ser sujeito, sempre é uma condição útil para evolução dos poucos que “são despertos”.

Se o objetivo anunciado é a aproximação do “EU” (Self) com o SER DIVINO, obrigatoriamente essa mudança se faz sentir no mínimo como aumento do nível de Consciência do interessado já que a Divindade é Onisciente. A evolução Mental se faz pelo aumento da percepção, com mais entendimento que permita a compreensão de outros tipos de enfoques sob outras perspectivas.

Os Grandes Mestres nunca escreveram nada, e o que está escrito, o foi pelos seus discípulos, através do “filtro” mental de cada um, como se podem observar nos quatro evangelhos, por exemplo, os quais não coincidem nem 40%. Depois disso é a interpretação de cada “mestre menor”, ou, “venerável”, ou, “ancião”, que prevalece em seu ambiente como transmissor de informações, cada qual no seu nível de consciência e em seu grupo de estudos, seja Pronaos, Capítulo, Loja, Templo, Congregação, Igreja, Célula, ou, como simples reunião familiar.

 

A partir de certo nível de evolução pessoal é possível que o iniciado perceba o limite de iluminação do seu mestre menor mais direto em seus estudos e em seu desenvolvimento. Percebe se ele parou no tempo, ou, se prosseguiu na busca do entendimento.

É possível verificar que os mestres que pertençam a um grupo atado por fundamentos e estatutos, tornam-se prisioneiros mentais dos mesmos fundamentos e estatutos. Fundamentos rígidos e dentro de uma ortodoxia produzem Consciências com Atitudes Rígidas.

Essa situação muitas vezes é necessária, pois atende com mais segurança as pessoas que estejam ascendendo a esse nível, sob uma dada perspectiva, e é suficiente para muitos enquanto esperam o novo período de expansão de Consciência, pois segundo Paulo, o “iluminado da estrada de Damasco”, “o que os olhos não viram e os ouvidos não ouviram, nem subiu ao coração dos homens, foi o que D´us (Deus dentro de cada um), reservou aos que O amam”.

Havendo essa expansão de Consciência o iniciado percebe onde estão as limitações e prossegue em busca de uma luz maior. O mestre menor sempre permanece, pois sempre haverá novos iniciados para o seu nível, a menos que cresça e busque mais.  Para buscar mais deve ceder o seu lugar a outro, então pode subir um degrau.

Como o fundamentalismo é baseado em algo escrito e supostamente revelado, os fundamentos encontrados em livros que foram escritos em línguas diferentes, algumas hieroglíficas, são passíveis de traduções onde entra a influencia do entendimento do tradutor.

Depois vem a interpretação de mestres menores que lêem o que está escrito muitas vezes como simples opinião de um convicto, e assim justifica-se a existência de seitas divergentes em algumas normas e em alguns princípios.

Assim são as seitas dentro do Islamismo, do Cristianismo, do Budismo, do Hinduísmo, do Xintoísmo etc. Também justifica as dissidências nas Ordens Místicas e Esotéricas, e nas Lojas. Justifica as dissidências nas Ordens de Ku, de Lono e de Kane, e claro, entre os membros dessas categorias.

Em alguns casos a observação de um núcleo de estudos baseados em fundamentos, permite que haja uma dúvida em relação a que, se tal situação é mais conveniente sob o ponto de vista da segurança pessoal do líder em termos materiais, ou intelectuais, ou, se é por impossibilidade de ir mais adiante por falta de mais esclarecimento.

Nessas circunstâncias, como ir além do nível de consciência em que se encontrem os líderes e seguidores, se há idéias e pensamentos que estabelecem as limitações? A questão é se libertar de pessoas que querem se impor e de suas Crenças Limitantes.

 

A estagnação do líder se manifesta quando se percebe a sua permanência na citação de terceiros, atribuindo autoridade aos mesmos e ainda manifestando a falta de idéias próprias pela repetição periódica dos mesmos textos e argumentos.

O envelhecimento pela estagnação é patente quando os mestres passam a repetir os mesmos discursos periodicamente. Isso se observa em todos os Sistemas Organizados de forma arbitrária, onde os discursos são estereotipados e repetitivos, e os membros adeptos começam a rarear.

Em consequência temos a flutuação dos adeptos dentro de uma mesma corrente, em busca de mestres menores mais inspirados bem como o surgimento de “novas correntes” no Oceano do Conhecimento, apresentando novos aspectos na maneira de entender, algumas quentes e realizadoras, outras frias e outras ainda geladas, evidentemente comerciais, exibindo as vantagens de firmas de médio ou grande porte, que atendem mais ao orgulho e a vaidade de um cargo, ou, de uma afiliação para estar em algum nível mais próximo aos “príncipes” do que proporcionar evolução de consciência.

A partir deste ponto, mais cedo ou mais tarde, vem a consequente fragmentação do núcleo inicial. É assim que o circulo se fecha em um nível do plano de evolução e a roda deve começar a formar o seu aro de novo, em outro nível, como em uma espiral ascendente.

Prosseguir no caminho religioso, ou, no do autoconhecimento, depende de observar e evitar o mal que pode crescer em qualquer ambiente a partir do orgulho de um “status”, do qual partem os ramos da vaidade e da prepotência e onde frutificam a inveja e seus derivados. Bom é verificar como desses frutos podem vir as sementes do desatino, da desarmonia, do ódio e o conseqüente rompimento, ou, o fenecimento de um núcleo de estudos ou religioso.

Quando o “mestre artesão” do caminho, religioso ou filosófico não religioso, está satisfeito com o nível do acabamento que deu ao seu trabalho, pode começar uma visível estagnação. É quando o discípulo que percebe isso deve agradecer e seguir o seu caminho em busca de uma realidade que esteja em um plano superior ao anterior.

Devemos sempre gratidão ao mestre que nos elevou até o nível dele, mas gratidão e cordialidade, bem como ser amigável, não obrigam a concordar sempre, nem a continuar atado, ou, atrelado a um Sistema que sempre é arbitrário como qualquer Sistema, bem como sua hierarquia, que dificilmente seja autossustentável.

O Alquimista que guardou o “Ouro” de algum tipo de Evangelho em seu coração não depende de afiliação e sectarismos. Há o caso em que tendo a sensibilidade necessária, a paciência e o entendimento recomendados nos Evangelhos permaneçam como o Publicano, que tenta ajudar os fariseus pelo exemplo da conduta pessoal.

Publicano e Fariseu coexistem em qualquer ambiente onde se tenha a pretensão da evolução espiritual, e é visível o crescimento do Publicano, em espírito, na medida em que se esforçam para ajudar os fariseus, desde que não haja críticas nem condenações. Vide Lucas 18: 9 até 14 se isso for válido para o seu EU. Aceitar ou rejeitar é problema individual.

Quando o Alquimista na busca do desenvolvimento do seu “Eu” percebe que no aspecto mental está mais autoconsciente e percebe que o aspecto ético o torna mais equilibrado, está livre das amarras de qualquer compromisso de nível terreno para evoluir. Essa evolução é pessoal e é intransferível.

Os dizeres da sabedoria oriental ponderam: “se o ambiente é pequeno a carpa não cresce, mas se há espaço ela se desenvolve muito”. Também da sabedoria dos povos dos Andes resulta que: “para voar como condor o filhote rompe a casca”, casca essa, que poderia ser a limitação das crenças, ou, de um dos “fundamentalismos”, ou, um dos estatutos limitantes de qualquer Ordem, ou, Associação de indivíduos.

Podemos observar que tanto entre aqueles que buscam o caminho moral e ético pelo autoconhecimento, como entre aqueles outros que se encaminharam pelo religioso, muitos se perdem no aspecto físico das obrigações e dos rituais, pois na medida em que o fariseu luta pelos primeiros lugares, por aparecer e pelos cargos funções e honrarias, pode perder o sentido de uma avaliação ética pessoal que é o que realmente poderia dar a si mesmo na medida da sua evolução espiritual. Em muitos Sistemas Arbitrários há “cegos guiando cegos”, conforme disse Jesus.

Poderia acontecer que por essa razão, alguém que se inicie pelo Caminho Religioso, insatisfeito, passe a buscar pelo caminho do autoconhecimento, ou vice versa, e não encontrando o ponto de mutação desejado, frequente um e outro, oscilando entre os dois caminhos, ora exaltando um e ora exaltando outro, o que é absolutamente normal enquanto há euforia e juventude.

Há o caso de uma comunidade mística e esotérica, que tendo começado por um Sistema, veja implantado um segundo Sistema, e queira viver com os dois e dos dois, porém mantendo o equívoco de dar mais importância à forma e ao ritual do que à prática de exercícios que realmente desenvolvam o Eu, faltando melhor avaliação ética pessoal, seja qual for o sistema de medida.

A avaliação ética pessoal só resulta de uma introspecção como ato moral consciente. Esse tipo de percepção desejado não pode ser desenvolvido além de uma maior sensibilidade a um dos aspectos da Consciência, do “Eu Supraconsciente”, que é ter a própria Consciência Maior como senhor da Censura. Basta que se dê importância a qualquer manifestação dessa Consciência Interna, por mais fraca que seja essa manifestação, para que haja mais eficiência na avaliação ética. Deixar de ouvir essa voz interior que é a manifestação do EU SUPERIOR, é converter-se aos poucos no “sepulcro caiado”, como foi advertido pelo Mestre Jesus.

Todos estão sujeitos a equívocos. A melhor medida é tornar-se atento para se equivocar menos. A maioria das pessoas que trilha no caminho religioso, ou, no caminho autoconsciente, ou ainda, trilhando nos dois ao mesmo tempo, só dá atenção e importância aos equívocos quando a manifestação da Consciência Interior é gritante e incomoda e às vezes tarde demais para voltar atrás, e se torna difícil para reparar o equívoco que se tornou problema social, ou ainda, doença e ou enfermidade pessoal.

Quaisquer espiritualistas sinceros, místicos, religiosos ou não, podem tornar-se progressivamente mais sensíveis a essa Voz Interior. O progresso no caminho da sensibilidade como também da percepção, depende de que qualquer problema relacionado com a Ética seja resolvido em harmonia e equilíbrio com a Voz Interior e com a “emoção” que ela causa.

É a sensibilidade, que na atualidade, com os atritos da massa humana voltada ao poder financeiro e econômico, chega a ser um Dom mais raro. Também a busca da conscientização através da Ciência, que como parte do Caminho Filosófico onde predominam os mecanismos lógicos, racionais e analíticos, é preciso cuidar para que não se perca a Sensibilidade Ética.

Na busca da conscientização através dos processos místicos, atados ou não a uma crença, é preciso cuidar para não se perder o aspecto lógico da razão filosófica, pois poderíamos perder o senso crítico que realmente favorece o desenvolvimento da consciência como individualidade consciente.

O contrario da individualidade consciente é a Consciência de um Grupo (egregora) em torno de umas crenças. É por essa razão que os Alquimistas Esotéricos em sua busca, oscilam entre a mística com os mistérios da religiosidade, e a precisão científica da lógica e da razão, mas podem se estagnar pelo rigor estatutário de um Sistema arbitrário, com hierarquia dominada por normas princípios e estatutos rígidos.

Sempre é bom lembrar que Religiosidade é um “sentimento”, uma intuição a respeito da existência de um SER DIVINO criativo e construtivo. Sempre é bom Lembrar que a Fé é intuitiva.

Devemos lembrar que uma Crença pode ser acreditar naquilo que os outros querem que se acredite como verdade.

Que religiões são um conjunto de normas, princípios, dogmas e rituais elaborados pela mente humana, e que as crenças são o produto das sugestões das lideranças em uma religião.

A Fé mais as Crenças resultam em Convicções. Convicções sem o equilíbrio da cultura resultam em fanatismos. Fanatismo sempre gera violência moral e ou física.

A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA resultante de uma conscientização com perfeita harmonia interior permite estabilidade sem tensões na consciência, mantendo-se o equilíbrio mental e a saúde, que são a base de um trabalho construtivo, benéfico e eficiente, marca registrada dos seres criativos e construtivos que vivem a imagem e semelhança da Consciência do Altíssimo, buscando cultivar todos os Aspectos de honestidade, bondade e pureza nas intenções.

Toda Filosofia associada às experiências práticas, exercícios que tenham resultados subjetivos e objetivos eficientes, dá subsídios para estabelecer raciocínios lógicos e razoáveis baseados em fatos prováveis. Isso norteia os iniciados e garante um caminhar firme na senda que escolheu nesse momento de seu estágio evolutivo.

Permanecer só nos discursos e rituais não leva a lugar nenhum. Um bom Norte é saber que no Salmo 82, verso 6, está claro que o Ser Humano que tenha a Consciência integrada em seus três aspectos com integridade, pode estar atuante como um pequeno deus, e apesar de estar sujeito a morte física, alcança a salvação da Alma.

Podemos considerar que o Homem é um pequeno deus, quando por enfoque mental adequado, canaliza energia quântica e produz resultados subjetivos e objetivos de acordo com sua intenção, curando pela harmonização das Consciências e interferindo nas forças da Natureza, mas lembrando-se sempre de que, como Homem, morrerá. Alberto Barbosa Pinto Dias. Especialista em Fisiologia, USP-55    Revisão em 11/08/17.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Postado em : Folhas do Outono

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