09º – Fé, Religiosidade, Crenças, Religião e Habilidades Psíquicas

09º – Fé, Religiosidade, Crenças, Religião e Habilidades Psíquicas

Fé, Religiosidade, Crenças, Religião e Habilidades Psíquicas

A Fé é endógena. É um sentimento de que há uma, ou, mais divindades que merecem nosso respeito. Esse sentimento é devido a que somos seres com consciência de existir e devido a constatação de que há um nível de atividade psíquica em cada um de nós.

Não há duas pessoas com o mesmo nível de consciência nem com o mesmo nível de desenvolvimento psíquico. O nosso psiquismo, sendo passível de um desenvolvimento perceptível,  e existindo independentemente de qualquer religião ou crença,  nos faz ao menos desconfiar que possa haver um ou mais seres mais evoluídos do que nós nessa dimensão energética de nível consciente.

Este sentimento existente em uma vida de nível psíquico gera a emoção conhecida como religiosidade. As emoções de qualquer tipo sempre mobilizam energia através dos nossos enfoques mentais. Essa energia gerada em nível de Energia Vital pode ficar retida, ou pode ser projetada, dependendo da atitude e da habilidade desenvolvida.

 Se for projetada, é porque foi  consciente e mentalmente modificada e agora com mais alta frequência, permite ligações do nosso Eu Superior com outros Eus, ou ainda, com níveis mais baixos de frequências vibratórias, com sintonia ou não na matéria proporcionando percepções, ou, ações à distância, ou ainda, as duas coisas. O fluxo de energia no nível quântico sempre tem dois sentidos.

Há pessoas que percebem que podem mobilizar  e sabem como mobilizar a energia pelo enfoque mental, conforme o dito xamânico da Huna: -”a energia flui para onde o pensamento vai”. Alguns simplesmente o fazem sem pensar, outros,  acabam buscando explicações para o fenômeno, aventando hipóteses e desenvolvendo técnicas para que possam  aumentar a habilidade de projetar a energia de modo controlado. Essas ações em função de energia mobilizada por enfoque mental são vulgarmente denominadas “ações espirituais”.

Há pessoas que acreditam que a mobilização dessa energia por enfoque mental, seja um dom conferido e permitido por uma Divindade. Há pessoas que acreditam que o Dom se deve a que cada pessoa traz em si uma partícula da Divindade que representa o todo. Jesus afirmou a seus discípulos:- “ora não direis vós que o Reino dos Céus está aqui ou ali, porque o Reino dos Céus está dentro de vós”.

Ora se Deus está no Reino dos Céus e o Reino dos Céus “está dentro de vós”, somos a habitação do Espírito Santo, quando para isso fazemos a morada. Assim sendo, todos temos o Dom de Deus a ser desenvolvido, tornando-se espiritualizado, ou, extinguido, e tornando-se o “sepulcro caiado”.

A maneira como cada pessoa interpreta as palavras escritas pelos homens, mas entendendo como sendo procedente de Deus, e acredita que sejam  verdade, isso constitui a sua Crença e a sua própria realidade.

As Crenças -

Geralmente primeiro vem a ação, os fatos, os fenômenos psíquicos que são desenvolvidos por alguém. Depois vêm as hipóteses que tentam explicar os fenômenos. Em seguida surgem as filosofias que são as considerações lógicas e razoáveis em torno do assunto, mesmo do que seja pouco provável. Das filosofias e de suas ideias básicas como pressuposições, surgem as suposições, as Crenças, e depois os pacotes de Crenças que caracterizam os Sistemas Organizados.

Cada crença desenvolvida em função de algumas hipóteses, ou mesmo filosofia, é moldada por um conjunto de normas e princípios que passam a ser doutrinários e mais os  rituais correlatos. Uma Crença Normatizada e Oficializada por um grupo Cultural passa a ser uma Religião, um Sistema organizado de forma arbitrária.

A Religião é a oficialização da existência de uma ou mais divindades no nível do psiquismo, mas com bases subjetivas, pois a ou as Divindades são Incognoscíveis por serem Transcendentes. O culto é a maneira de oficializar o respeito à essa (s) divindade (s) subjetiva (s).

Como a maior parte de uma população em evolução tem dificuldades em raciocinar de modo abstrato, as grandes religiões oferecem a figura concreta de um ou mais homens divinos, ou, divinizados que, funcionam como padrão de conduta ética e moral para os que manifestam um modo de pensar direto concreto e objetivo.

Também as religiões oferecem um sem número de deuses, ou, seres afins, para aqueles que sejam emotivos  e de pensamento psicológico   imaturo .

Aos que pensam de modo predominantemente abstrato oferecem uma Divindade abstrata, como El Jeová Bramah Alá Deus .

As pessoas que ainda não perceberam que podem movimentar energia por focalização mental, e de como fazer para movimentá-la, tendo curiosidade, buscam conhecimento para isso, ou, em torno disso. Assim vão atrás de crenças divulgadas por pessoas que se acham espiritualizadas e que supostamente tenham o poder de intermediar as energias de “outras” dimensões.

Quem tem o poder e sabe como fazer, faz, e geralmente não explica. Quando explica, geralmente o faz de maneira hermética e se ao contrário é mais declarada, nunca ensina o pulo do gato que pode lhe pode ser útil, e salvar a vida.

Analisando os ensinamentos de Jesus, lemos nas escrituras as palavras escritas pelos Apóstolos e atribuídas a Jesus que deixam claro que, na linha doutrinária entendida como cristianismo há dois níveis de ensinamentos: “a vós é dado entender o que a outros não é dado entender”. Os discípulos que receberam ensinamentos doutrinários em reservado, a partir de certo momento, passaram a mostrar habilidades psíquicas. Os demais ficaram com as doutrinas do Sermão do Monte e as parábolas.

Quem tem apenas uma parte da doutrina básica, pode filosofar em torno do assunto e quiçá pretenda ensinar o como e o porquê daquilo que pensa que sabe, e geralmente oferece “o leite”. Hebreus 5: 12, 13, 14.

 Como ainda estamos evoluindo psiquicamente e há pessoas em todos os níveis de evolução psíquica, há aquelas que se contentam em seguir filosofias e a descrição do poder de terceiros, sem a ação correspondente. Outros procuram onde haja filosofia e mais as promessas de uma vida melhor em outra dimensão, mesmo que os dirigentes de tais locais também sofram junto conosco as agruras desta dimensão, e por isso só enfatizam as promessas e cobram obrigações.

Outros ainda procuram onde além da filosofia haja uma prática para desenvolvimento das ações em nível subjetivo, tidas como ações espirituais.

Se a busca é relativa a um desenvolvimento psíquico e espiritual, as pessoas que buscam devem ter em mente que, “A eficácia é a medida da verdade” e a busca tem que ser onde haja prática e efeito prático e eficiente, aqui e agora como Jesus o fazia.

Na ansiedade dessa busca podemos errar, mas o maior erro está em se prender a rótulos, promessas  e aparências de cargos e funções, perdendo o rumo da essência dos fenômenos.

Como as crenças surgem a partir de filosofias de diferentes níveis de alcance intelectual, pessoas que ambicionam liderar grupos e manifestar algum tipo de poder sobre o próximo, o que pode significar algum tipo de vantagem política, ou, no mínimo pecuniária, adotam e convertem as Filosofias em Religião.

Como há situações relativas a atividade psíquica com habilidades que não podem fazer e não sabem explicar, impõem dogmas. Quem não usa dogmas pretende impor fundamentos resultantes de interpretação sob uma só perspectiva.

Assim, cada religião é caracterizada por um conjunto de normas, princípios, às vezes dogmas e rituais, outras vezes fundamentos, sugeridos por uma liderança que mantém as pessoas unidas em torno de uma filosofia, e mais as crenças expressas em normas e princípios.

Por Exemplo, Buda desenvolveu uma filosofia de vida. Depois se desenvolveram seitas, regras, templos e… Hoje há mais do que um tipo de Buda e mais do que um tipo de templo com variações nas crenças, adaptadas a cada local.

Seis séculos depois de Buda, Jesus apresentou uma filosofia de vida. Paulo desenvolveu a partir da filosofia de vida, uma filosofia cristã. A Filosofia Cristã de Paulo serviu de base para um Sistema de Crenças que foi desenvolvido primeiro pelos associados ao Imperador  Constantino, resultando no Catolicismo Romano.

Depois a Reforma defendida por Lutero introduziu suas modificações, excluindo algumas das variantes das crenças iniciadas por Constantino. Depois disso surgiram as 1.780 variáveis, as seitas oriundas da reforma, isso antes do Bispo Macedo, mas depois um sem número de variações até em portas de garagem com líderes mal formados e  improvisados.

Seis séculos depois de Jesus, Maomé desenvolve o Islam. que, tem base no cristianismo, mas com variáveis próprias e adequadas ao Islamismo e suas sub leis supostamente religiosas.

Masaharu Taniguchi reuniu o que há de melhor das Filosofias de Vida: Cristã, Budista, Confucionista, Xintoísta etc. Fundou a Filosofia da Sei-Cho-No-Ie. Esta também posteriormente se tornou Religião, com normas, princípios e rituais, Templos, contribuições etc.

 Toda Crença é de origem exógena, vem de fora, é sugerida por alguém para que outrem acredite em uma “nova verdade”, que venha a fazer parte de sua Realidade Interna.

 Todas as filosofias que têm um conteúdo moral e ético, supostamente a serem seguidos, podem se tornar uma religião, como as muitas que temos para escolha no mercado das sugestões de crenças religiosas.

 Além das normas, princípios dogmas e rituais, há muitas vezes o Estatuto que regulamenta o comportamento do Grupo Filiado à mais um Organismo criado de forma arbitrária.

 Na linguagem corrente, para pelo menos 70% das pessoas, fé e religião se confundem. No entanto, a fé (endógena), mais a crença (sugerida) geram a Convicção que, se exagerada, é denominada fanatismo, que é o resultado da manifestação da ignorância relativa e da irracionalidade das mentalidades pouco desenvolvidas que a aceitaram.

Todos os rituais são válidos sob o ponto de vista psicanalítico para gerar automatismos, que  desencadeiam “estados alterados de consciência”, com mais facilidade nos imaturos e os que sejam predominantemente emocionais, quando já não foram atuados na primeira infância.

Como há pessoas com diferentes níveis de sensibilidade, percepção e consequentemente de consciência, cada qual se ajusta a este ou aquele ritual que a satisfaça e a faça sentir-se mais leve, com “o astral mais elevado”, ou, a um transe hipnótico mais leve, ou, mais  profundo, que pode levar desde a alta sugestibilidade até à inconsciência.

Na verdade os rituais são montados em função de atos repetitivos, sendo que os mais primitivos e eficientes são as danças. A repetição de movimentos rítmicos gera automatismos e estes induzem a um Estado Alterado de Consciência, vulgo transe, que pode ser sugerido, ou, é auto-hipnótico e que pode ser mais leve ou mais profundo, dependendo da sensibilidade neurológica da pessoa, mas todos geram submissão.

Sempre é bom lembrar que estados alterados de consciência proporcionam alto grau de sugestibilidade e a facilitação na implantação de novas crenças. É por essa razão que observamos a migração das pessoas de uma crença para outra, e dentro de uma mesma crença, de um padre, ou, ”pastor” menos sugestivo, para outro mais sugestivo (carismático = com poder hipnótico). Conheci um pastor que estudava procedimentos claramente hipnóticos e os aplicava em seus cultos, e esse Deus o conservou até 100 anos de idade.

Há outra linha de rituais que, sem atividade física, pode levar à introspecção profunda, a estados de auto-hipnose, como os diferentes tipos de oração e preces feitas em particular, em secreto, para evitar heterosugestão. Em outros locais mantras, fixação de imagens como Mandala, repetição de sons, meditações contemplativas, ou ainda, a meditação do tipo dinâmico.

Dependendo do nível de introspecção, pulsação cerebral e energia disponível, a pessoa pode receber informações, ou passar informações de modo subjetivo, como também pode receber energia, ou, passar energia Vital, convertida ao nível quântico.

 Esta atividade mental que, é comum a todos, muitas vezes, é denominada de ação espiritual, originariamente por mover “espírito”, que é sinônimo de Energia. A diferença entre as pessoas está na prática aprendida e na habilidade desenvolvida e às vezes automatizada.

O verdadeiro desenvolvimento Espiritual, ou, do psiquismo espiritualizado, é a atividade em nível psíquico que focaliza o que seja criativo e construtivo, honesto, puro, limpo, bom, e positivo como o recomendado por Paulo, na filosofia cristã, em Filipenses cap. 4, versículo 8.

Mas, independentemente de crença ou religião, ou mesmo de moral ou ética, pode haver desenvolvimento psíquico com controle mental sobre a energia.

Cada um que descobre isso e percebe algum tipo de controle sobre esse tipo de energia psíquica, inventa um nome para ela, daí as palavras Mana, Mana Mana, Mana Loa, dos Kahunas havaianos, que é a forma mais simples de entendê-la. Depois o Kundalini dos Hindus, que complicam a filosofia anterior nos diversos níveis de Yoga, da Laya à Raja Yoga. Depois as colocações dos europeus como força Ódica, Zódica, Orgônica, Ergônica, Astral. Também Ki, Tchi-Kun, Kiai, dos orientais etc., são sinônimos.

Em consequência da diversidade de pensamentos e de condutas vêm às explicações que cada indivíduo acha que tem, e em cada uma das filosofias do mercado atual. Também ocorre o mesmo para utilização da energia com ou sem ferramentas do nível físico, como cristais, instrumentos e aparelhos que são meras muletas psicológicas para a atividade psíquica por enfoque Mental da Consciência.

As diferentes disciplinas que existem em função de diferentes filosofias e diferentes rituais podem permitir controle sobre o mesmo tipo de energia, embora se utilizem de rótulos diferentes para a mesma essência.

Como há energia que pode ser detectada pela aparelhagem dos físicos, desde a condensada na matéria até as formas vibratórias, das frequências mais baixas até as frequências conhecidas como raios cósmicos, essa energia conhecida, detectada e mensurada, recebe nomes que identificam cada posição na escala vibratória conhecida, desde o som até os raios cósmicos, passando por todos os níveis de fenômenos eletromagnéticos, calor, luz, raios-x e raios gama.

As frequências vibratórias superiores, para além das frequências dos raios Cósmicos e que ainda não são percebidas pela aparelhagem dos físicos, tomam o nome de espírito, ou, virtude. Essa forma de energia que pode ser mobilizada mentalmente, e reconhecida pelos seus efeitos, tem muito a ver com a vitalidade, a ver com a possibilidade de o organismo desenvolver e liberar Energia Vital que é convertida mentalmente em energia de alta frequência vibratória.

Assim sendo, um “médium”, enfraquecido pela idade, ou por excesso de trabalho, sem conhecimento de causa, o que é comum, perde o controle do consciente sobre o próprio subconsciente, por mais “espiritualizado” que seja,  na medida em que se desvitaliza, podendo se tornar alienado.

Os chamados “médiuns videntes” vão mais longe, com menos desgaste, porque em sua atividade apenas entram em sintonia com o subconsciente das pessoas, percebendo e decodificando as informações.

Não se deve confundir Espírito, energia de todas as frequências em diferentes dimensões e que preenchem o Universo, com Espírito, campo de energia de alta frequência da Consciência Humana, com Consciência de Existir, o Eu Inteligente e Cognitivo, particular e indivisível como Personalidade de Alma, da qual faz parte O Pai em Mim, o qual enfoca inteligentemente o cérebro, e é denominado pela psicologia de Superconsciente.

 Algumas pessoas aprenderam a entrar em sintonia com a energia “da natureza” e podem se recarregar melhorando a energia vital. Outros aprenderam a direcionar energia de outras pessoas doadoras fazendo economia  da própria energia.

Cada um que percebeu uma modalidade de entrar em nível e de controlar a energia mentalmente desenvolve um Sistema.

Muitos que aprendem um Sistema, posteriormente mudam o rótulo e alguma coisa da farofada filosófica e colocam de novo no mercado consumidor como se fosse uma nova realidade dentro da atualidade.

Alguns conseguem vender só a farofa, na medida em que setenta por cento da população vive em nível de infantilidades.   “A vós, vos dou apenas o leite…” dito por Jesus, é uma evidência honesta dessa condição.

Os sistemas mais simples  usam fazer arrecadação financeira indireta, e podem ser observados nas variantes do Sistema iniciado pelos homens muito depois de Jesus, O Qual, não fazia arrecadações e era eficiente nas ações.

O Sistema iniciado por Jesus foi modificado, primeiro por Paulo, depois pelos contratados do Imperador Constantino e mais tarde pela Reforma e seus derivados, perdendo-se a eficácia da atividade psíquica inicial no cerimonial, nos rituais, pompas e circunstâncias e no desenvolvimento de uma oratória destinada a dominar a massa. Observem a queixa nesse sentido em Hebreus Capítulo 6, versos 1 até 3, onde se critica a mesmice que acaba com a igreja.

O mesmo se observa nas Disciplinas e Ordens Místicas e Esotéricas, onde passa a ter mais valor a “iniciação”, o “grau”, o “titulo”, o pergaminho, a comenda e o “Discurso” do que um desenvolvimento “espiritual” que seja visível e demonstrável pelo “espírito” e poder que vem de dentro do iniciado, mas não vem do ungido pela massa.

Na busca da Eficácia, como recomenda o Xamã autêntico, o cristão de qualquer “linha” pode ler entender, aprender e compreender, na Iª Epistola de Paulo aos Coríntios, capítulo 2, versículo 4, onde lemos:-”A minha palavra e a minha pregação, não consistiu em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder”. Esta é a medida da busca da verdade. A eficácia é a medida da verdade. Só o que funciona psiquicamente é verdadeiro. Os demais líderes são apenas faladores, que na atualidade buscam uma compensação para a falta do “Poder que vem de dentro”, no poder financeiro.

O Sistema mais simples para ação é a Huna. Atualmente a Huna em ação desaparece no meio do estudo de muita filosofia e da vaidade de lideranças de grupos de estudos de filosofias vazias de ação efetiva.

Todos os Sistemas estão disponíveis no mercado das ilusões, como pasta de dentes em supermercado. Há de todas as cores e sabores, preços e condições de pagamento. Alguns Sistemas são oferecidos de modo gratuito, a cobrança vem depois.

A questão é verificar quem têm dentes e não têm nozes?

Quem tem nozes, mas não têm dentes?

Quem tem os dentes e as nozes?

Alguma filosofia discute o valor dos dentes. Outra filosofia discute o valor nutritivo das nozes. Outras mostram os dentes e as nozes, mas não mastigam nem deixam mastigar. Affe Maria!

Onde podemos receber nozes e podemos mastigar enquanto temos os dentes?

Qual delas ensina a mastigar e a testar a eficácia energética das nozes?

“A eficácia é a medida da verdade” em qualquer circunstância.

Devemos estar atentos a:- Quem não sabe fazer e não sabe filosofar, geralmente quer um posto onde possa mandar e colocar obstáculos aos que fazem acontecer.

Alberto B. Pinto Dias, revisões e acréscimos em 12 de abril de 2006.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Postado em : Fenômenos Psíquicos e Tecnologia Atual

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