27 – Relatos de Ações Psíquicas

27 – Relatos de Ações Psíquicas

27 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 79 – Lembrou-me que, em 1972, soube de um aluno do primeiro científico que sofria de diabetes desde menino. Resolvi fazer uma experiência, mas que para que desse certo era preciso que ele se “ligasse” de maneira amistosa comigo, pois sem a sintonia resultante de uma harmonização e empatia nada seria possível. Com as devidas cautelas iniciei um processo de comunicação objetiva dando um elogio na hora certa e depois algum gesto de boa vontade. Quando percebi que ele me esperava na porta, antes de começar as aulas, a fim de me cumprimentar, achei que era hora de começar. Enquanto explicava a matéria fazendo algum desenho que servisse de “mapa mental” para dar suporte para memorização e, estando ele atento me concentrava e mentalmente projetava uma luz simbólica no pâncreas do mesmo, enquanto mentalmente pensava “Funcione”. Depois de um mês disse a ele que fosse ao médico e reavaliasse a dose de insulina. Ele me perguntou por quê? Eu disse a ele que sentia que era possível abaixar a dose por simples intuição. Ele foi ao médico e dos exames resultou deixar de tomar 40 NPH 80, passando a 30. Mais um mês e baixou para 20. Com 90 dias tomava 10 e no final do semestre deixou de tomar insulina e passou para alguma pílula que desconheço. Não é preciso dizer que o dito de cujo ficou “ligado” comigo desde a primeira baixa de dose, o que facilitou o restante. Não houve uma sugestão objetiva neste caso. Que eu saiba dois anos depois ele continuava bem sem insulina. Depois não sei.

Relato 80 – Trezentos alunos por ano só no Rio Branco era um mar de oportunidades para testes de possibilidades. Noventa por cento das doenças são de origem psicossomática. Toda doença desse tipo é Causada por um determinado “estado de Consciência” que mobiliza uma substância (energia) e gera uma força que causa um mal, ou seja, um desequilíbrio. A força pode ser representada por um ”Vetor de Estado”. Como toda Consciência trabalha em nível subquantico, a correção de um problema desse tipo pode partir de outra Consciência que, mais equilibrada, Centrada, por indução cause um colapso no Vetor de Estado e mude a situação de desequilíbrio para a de equilíbrio. Havia um aluno que sofria de pequeno mal e tinha ausências. Um dia me procurou e pediu ajuda. Disse a ele que se sentasse em uma cadeira e, baseado em solução de caso anterior, comprimi de eleve o “ponto do meridiano geral” da energia do corpo que coincide com a fontanela bregmática. Concentrei-me e “projetei energia” imaginando luz verde claro que significa intenção de equilíbrio. Ele se sentiu bem voltando ao normal. Depois disso notei que ele uma vez ou outra, em dias não determinados, passava no corredor em frente à sala onde eu estivesse dando aula. Sorria me cumprimentava e seguia. Um dia perguntei a ele porque fazia isso. Disse-me que depois da projeção de energia para equilíbrio, quando ele sentia que a aura epilética ameaçava voltar, bastava me ver e eu olhar para ele que o mal passava. Naturalmente o contato visual, a sintonia por harmonia, bastava para que ele resolvesse o pequeno mal. Sugeri a ele que ao sentir a aura epilética se avizinhando que ele fechasse os olhos e me imaginasse, pois ao realizar minha imagem em sua Consciência o contato estaria realizado. Por faz, ou por nefaz, o problema ficou resolvido estando ele em qualquer lugar.

Relato 81 – Houve um treinamento dado na Associação Cristã Feminina de Fortaleza para 140 pessoas. Dona Maria entusiasmada com o resultado anterior compareceu a esse encontro. Havia uma senhora com câncer e metástase óssea. Durante o treinamento essa senhora fraturou a clavícula que estava frágil. Assim, terminado o curso, as senhoras da associação pediram que permanecesse mais uma semana e desse um treinamento aos seus maridos. Na semana seguinte foi no Hotel Beira Mar, para uma maioria de homens. Compareceram a senhora com metástase óssea e duas parentes da mesma, solicitando que eu ajudasse a mesma. Como já andava cansado, pedi à dona Maria, a senhora massagista, que fosse doadora de energia (Mana). Maria alegou que ficaria cansada e precisava trabalhar o dia todo. As senhoras acertaram com Maria de modo que ela pudesse dormir durante o dia e que à noite fosse doadora. Maria concordou e me procuraram. Instruí o que fazer durante os exercícios no decorrer dos treinamentos. Na quarta noite, no início dos trabalhos, Maria me procurou e disse:- “já perdi três quilos e minha roupa está toda folgada, eu quero parar”. O resultado foi que a senhora doente estava mais pesada, com mais dois quilos e o osso soldado. Dois anos depois ela ainda estava bem. Depois não sei o que sucedeu porque parei de ir a Fortaleza depois de agosto de 1984.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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