17 – Relatos de Ações Psíquicas

17 – Relatos de Ações Psíquicas

17 – Relato de Ações Psíquicas

Relato 41 – Em 1975, ao dar treinamento no Colégio Rio Branco, havia um senhor que era assíduo, o Sr. Antônio com sua esposa dona Ruth. Relatei o caso do formigueiro obediente, e o Sr. Antônio me disse ter um sítio em Campo Limpo aonde havia muita saúva e ele não dava conta. O Sr. Antônio já havia feito muitos treinamentos, e sugeri que ele fizesse o mesmo que eu fiz, mas que obedecendo à regra da magia havaiana, que ele desse uma direção para as formigas seguirem em sua mudança. Com seres considerados instintivos, não se pode dizer simplesmente vá embora. É preciso ordenar que sigam em determinado rumo. O Sr. Antônio, segundo relato dele, foi em cada olheiro de saúva e mostrou a lata de formicida, fazendo a devida ameaça, dando prazo de uma semana para se mudarem no rumo de um sítio vizinho. Contou o Sr. Antônio que ao chegar ao sítio uma semana depois, notou a ausência das saúvas. Tendo ido ao armazém fazer compras, encontrou-se com uma senhora de um sítio vizinho, que se queixava ao vendeiro de uma invasão de saúvas, as quais destruíram a horta e entravam em sua casa, levando até o arroz da dispensa. O Senhor Barbado encontrou-me no treinamento seguinte e me perguntou o que fazer, pois não queria o mal de sua vizinha. Disse-lhe que se concentrasse imaginando as formigas caminhando para mais longe, o que ele fez.

Relato 42 – Ainda mais um relato envolvendo o Sr. Antônio Barbado. O Sr. Antônio já havia feito 20 repetições de treinamento. Seria 1977? Foi quando apareceu no curso uma senhora de nome Eda, uma ex-aluna dos tempos em que eu dei aulas de Ciências no Colégio Estadual Fernão Dias Pais em Pinheiros (1954). Dona Eda, casada com um médico, dono de um Haras em SP, perguntou-me se era possível projetar energia mental para um animal. Eu disse que sim. Disse-me ela que o Sr. Antônio já havia ajudado, tirando inflamação de uma junta de uma das patas de um cavalo de sua propriedade da maneira como eu havia ensinado. Disse-me que o Sr. Antônio conhecia uma égua de sua propriedade, de nome Ebe Fly (?). Disse-me que a égua iria correr em um páreo naquele sábado, competindo com 20 potros uruguaios e argentinos. Disse-me que não tinha a menor chance e que era o azarão do páreo, pagando 400/1. Depois do intervalo, naquela manhã, eu disse ao público da experiência inusitada que poderíamos fazer se todos estivessem de acordo. Relatei que faríamos à tarde, na hora do páreo, uma projeção de energia para uma égua, através de uma pessoa que seria capaz de visualizar a mesma. Pedi que quem estivesse de acordo com o experimento que levantasse a mão. Tendo obtido aprovação da assembleia, assentamos que o experimento seria antes das cinco horas da tarde. Nisso observei que duas senhoras distintas e vestidas de roupa escura se levantaram e saíram. Como ainda eram às 11 horas da manhã, pensei que haviam se aborrecido com a sugestão de imaginar energia para cavalos. Seriam 16h45min quando fui interrompido por uma daquelas senhoras que me advertiu de que estava na hora do páreo. Todos nós rimos muito, mas solicitei ao Sr. Antônio que subisse ao palco e que se concentrasse na imagem da égua como vencedora. Sentado de costas para o público o Sr. Antônio recebeu a energia de 400 pessoas, direcionando-a para a égua, visualizando-a como vencedora. Mais tarde soubemos do escândalo no Jóquei de SP. Ebe-fly, que entrou em primeiro lugar, pagou 400/1. Fizeram exame antidoping até no jóquei. As senhoras de preto devem ter ido para a Europa, pois saíram as 11h00min da manhã porque foram comprar pules. Como sempre, não se lembraram de mim nem para centavos!

Relato 43 – Era o ano de 75. Dei relaxamento profundo. Programei o cérebro de meu filho Renato para ser operado sem sangramento e para que a cicatrização fosse rápida perfeita e sem dor. A sugestão foi:- “A partir do momento em que o médico tocar em suas fossas nasais, haverá vaso constrição nas áreas de corte ou ferimento, cessando essa condição de vaso constrição quatro minutos após o término da cirurgia. O processo de cicatrização será rápido, perfeito e sem dor. Repito: Sem sangue, sem inchaço, sem dor. Cicatrização rápida, perfeita, sem dor.” O médico me disse que a cirurgia levaria de 45 minutos à uma hora. Eu disse a ele que não sangraria e isto iria facilitar a extração dos pólipos. Ele me olhou com cara de dúvida, mas muito educado me respondeu:- “seria bom”. Renato entrou para a cirurgia às nove horas e trinta minutos. Às nove e quarenta e cinco a porta da sala se abriu e ele saiu em uma cadeira para a sala de recuperação. O médico, Doutor José Penteado, otorrinolaringologista, operava no Perola Byinthon. Ele me chamou para entrar na sala de cirurgia e mostrou o lençol com que cobriu o Renato. Havia uma só pequena gota de sangue. O médico me disse:- “olhe Dias, se você fez alguma coisa, funcionou, pois pingou do pólipo depois de extraído.” O Renato não sangrou nada. O médico e família vieram fazer o treinamento comigo. Segundo ele, passou a aplicar o que aprendeu em suas cirurgias. Sempre há um que acredita e faz, dentre muitos.

Alberto Dias, Especialista em Biologia, Fisiologia, USP – 1955.

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