29 – Relatos de Ações Psíquicas

29 – Relatos de Ações Psíquicas

29 - Relato de Ações Psíquicas

Relato 87 – Estando em Fortaleza (1.981-?), dando treinamento, uma noite, depois do mesmo, uma senhora me convidou para aparecer à tarde do dia seguinte em uma reunião espiritual na casa de uma delas. Disse a ela que iria e me deu o endereço. No dia seguinte levantei tarde, estava calor e fui almoçar no Trapiche, percorrendo a pé a distância de 1,5 km entre o Hotel Beira-Mar e o restaurante. Depois da peixada, voltei a pé e ao chegar ao Hotel suado e cansado, tomei uma ducha e deitei para um cochilo. Antes de adormecer me lembrei do compromisso que seria daí à uma hora e pensei que deveria estar lá. No entanto relaxei profundamente e acabei adormecendo. Quando acordei já eram às quatro e trinta da tarde. Arrumei-me e desci para tomar um café com algum lanche antes de ir iniciar as aulas da noite às 19 horas. Terminado o treinamento às 23 horas, ao sair do local, a referida senhora me esperava e me convidou para me levar ao Hotel com seu carro. Aceitei prazerosamente a condução, pois o hotel era distante. Depois de uma prosa agradável, ao chegar ao hotel ela me disse: “Professor, o senhor foi à reunião, mas não entendemos por qual razão o senhor foi daquele jeito”. Eu havia deitado para descansar do jeito que cheguei ao mundo. Como o último pensamento antes de dormir foi ir à reunião, na hora marcada, meu astral SAIU e se apresentou lá configurando a situação em que me encontrava. Rimos muito da situação, pois a maioria delas era “médium vidente” e me realizaram como na realidade sou.

Relato 88 – Um tanto entusiasmado com as saídas do corpo de modo controlado, e me fazendo ver à distância, certa vez eu sai do corpo e viajei 4.500 km. Foi como um relâmpago, e já estava em um local onde eu fui visto entrar atravessando as grades de uma janela. A pessoa que me viu entrar relatou que via um corpo transparente, que dava para me reconhecer perfeitamente e dava para perceber que onde eu sentava a almofada afundava como se tivesse peso. Ela ouvia a minha vós e entendia tudo o que eu dizia.

Relato 89 - Essa mesma pessoa ouvia meus recados, o que era confirmado depois via telefone. Para tanto bastava me concentrar em sua imagem e imaginar o que deveria ser dito. Estabelecemos assim uma via mental pronta e direta. Certa vez acordei às quatro da manhã com uma forte dor no baixo ventre. Prontamente me levantei e me sentei no vaso sanitário e esperei para ver o que acontecia, mas nada aconteceu. Concentrei-me e indaguei o que seria. Logo vi imagem dessa pessoa de pé, agarrada a uma toalha em um banheiro e se torcendo de dor. Projetei mentalmente uma luz verde claro com a intenção de acalmar a dor e cessar o sofrimento. Senti que a dor do meu baixo ventre desapareceu e a imagem da pessoa se endireitou, passou a mão no ventre e desapareceu. Posso dizer que sei o que é cólica menstrual. No dia seguinte, por telefone, foi tudo confirmado. Perguntei o que se passou, e ela me relatou que a dor foi intensa e ela fixou minha imagem, me chamou pelo nome e disse “me ajude!”. Depois disso programei o meu cérebro para perceber quem precisa de ajuda, mas sem sentir dor. Affe Maria!

Relato 90 – Eu fui dar um treinamento em Marília, interior de SP, seria 1984. Na terceira noite, na hora do intervalo, uma senhora de origem japonesa se aproximou e me disse:- “professor, desde que me conheço por gente que, de repente, sofro um desmaio sem razão aparente, e caio onde esteja. Será que o senhor poderia me dizer alguma coisa?”. Enquanto ela me falava vi uma barriga de mulher grávida, e por transparência eu podia ver um feto de oito meses, cabeça para baixo, em posição para nascer. Entendi que o feto era ela e me ocorreu que essa senhora, quando feto, teria recebido uma impressão proveniente do cérebro da mãe e que, essa impressão gravada no cérebro do feto faria parte de seu inconsciente. Então perguntei à senhora:- Sua mãe é viva? R- Sim ela mora em Tupã a 50 Km de Marília. P – A senhora poderia ir falar com ela, e perguntar o que de muito grave aconteceu com ela, quando ela esperava você no nono Mês de gravidez? R- Sim, amanhã mesmo vou falar com ela. A noite do dia seguinte, no intervalo a mesma senhora se aproximou e relatou o diálogo entre ela e a mãe:- F– Mãe, o que aconteceu de muito grave quando v. me esperava no nono mês de gravidez? M – mas quem te falou isso? F – Um professor que está dando um curso em Marília. M- Mas ele me conhece? F- Não. M- então como é que ele sabe? F – Ele não tem certeza, mas tem a haver com meus desmaios. M – Bem, houve uma briga de seu pai com meu irmão. Meu pai, seu avô, pegou uma espingarda e apontou para seu pai. Eu pulei na frente, segurei o cano da arma e encostei ao meu peito, e disse a ele que, se fosse atirar que me matasse porque não queria ficar viúva com um bebê no colo.  Seu avô baixou a arma e a guardou, mas com isso a briga terminou. Então expliquei à senhora que há um contato direto e permanente do cérebro de uma mãe como filho e que possivelmente estava gravado no inconsciente dela o que se passou, mas agora que ela já sabia do assunto, poderia se auto- afirmar “agora que eu já sei do que se passou não desmaio mais”. E assim foi.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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