26 – Relatos de Ações Psíquicas

26 – Relatos de Ações Psíquicas

26 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 75 – Seria 1976, a filha de dona Z. L. SP foi acidentada, tendo deslocamento completo da cabeça do fêmur esquerdo com ruptura de ligamentos. Minha amiga, senhora Ilse Spatt, professora de Yoga, morava com dona Z. L., sendo sua personal treiner de Yoga. O esposo da jovem havia falecido no acidente e a jovem estava hospitalizada, esperando cessar o inchaço para entrar em cirurgia. Dona Ilse me telefonou e pediu ajuda. Pedi a ela que me enviasse uma foto da moça acidentada para ter um ponto de referencia mental. Recebi um pôster com a foto da moça e então marquei uma hora para que entrássemos juntos em nível de concentração, visualizando a recuperação. Soube que no dia seguinte ao ser examinada, não havia inchaço e a cabeça do fêmur estava no lugar. Posteriormente visitei a jovem em sua mansão nos Jardins e ela já se deslocava andando com muletas. Com certeza dona Ilse Spatt atuou decisivamente no processo, pois além de Yoguin fez o treinamento.

Relato 76 - O Bi era aluno do C. Rio Branco. Fez treinamento em 1975. Os pais, Diva e Evaristo, meus queridos amigos, também freqüentavam os treinamentos. Dona Diva solicitou auxilio a um rapaz da família que havia sofrido acidente de moto, tendo o osso da coxa esmagado (fratura cominativa) pelo pára-choque de um caminhão. Pedi a senhora Diva que trouxesse a mãe do garoto para o treinamento e vieram mais familiares. Depois de horas de treinamento de visualização, pedi que todos os familiares lembrassem-se da radiografia que mostrava o osso fragmentado e que depois imaginassem os fragmentos se unindo e reconstituindo o osso.  A cada momento disponível, visualizassem a imagem do osso perfeito. Três dias depois a perna desinchou.  Tiraram radiografia por duas vezes e depois uma radiografia planificada. Disseram-me que o ortopedista perguntou:- “o que vocês fizeram? – os pedaços de osso estão no lugar e estão se soldando” normalmente. O osso se refez por completo. A família aprendeu muito rápida e agiu corretamente. Naturalmente o envolvimento emocional foi um dínamo de força da família.

Relato 77 – Eu dei aulas na Faculdade Piratininga. Nesse tempo havia um problema pessoal para ser resolvida, uma recondução a um comissionamento. Dois dias antes do prazo fiz uma projeção mental à noite, vendo a solução: Uma publicação favorável no Diário Oficial, mesmo sendo contra a vontade da chefia. No dia seguinte à tarde, no segundo andar da Faculdade, uma aluna passa e me pergunta: “Professor, está com algum problema”? Respondi:- Sim, estou! E a aluna se foi. Nisso sai de uma sala uma aluna da Faculdade que não era minha aluna, era de outra sala ou ano e me pergunta: ”professor, qual é o seu problema”? Contei a ela com boa vontade e respeito, pois era uma senhora mais idosa do que eu. Ela pediu os meus dados e anotou. Eu perguntei: “A senhora vai resolver esse problema”? R.- “Não sei!”! Dois dias depois saiu no D. Oficial a solução que espantou a chefia. Também não entendi. Depois de algum tempo eu soube que essa senhora era a Secretária do Governador.

Relato 78 – Anos depois uma aluna da F. Piratininga me relatou que um amigo engenheiro agrônomo sofreu queimaduras nas pernas por explosão de inseticida e, que o transplante de pele não “pegava” devido os resíduos químicos. À noite fui visitá-lo no Hospital dos Queimados na Rubem Berta. Primeiro me negaram entrada pela hora, mas depois cederam. Na enfermaria havia pelo menos dez. Procurei pelo desconhecido. Ao encontrar disse: Fui enviado aqui por dona fulana de tal. Feche os olhos e reze um Pai Nosso. Enquanto ele o fazia coloquei a mão sobre a cabeça e imaginava luzes percorrendo o corpo e fazendo sair os produtos químicos pelos pés, saindo volatilizados. Depois de 10 minutos de atuação, saí e fui para Rio Claro dar um treinamento. No dia seguinte o transplante de pele colou.

Alberto B. P. Dias, Especialista USP, 1955.

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