25 – Relatos de Ações Psíquicas

25 – Relatos de Ações Psíquicas

25 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 72 – O Senhor Azalias (falecido) era o encanador mais antigo do bairro da Pompéia. Hoje deveria beirar seus 110 anos. Por volta de 1974 ele passou uma dificuldade muito grande e devia quatro meses de aluguel. Desesperado foi à Igreja de Nossa Senhora de Fátima no Sumaré e ficou em oração pedindo uma solução. Depois apareceu em minha casa, seriam às 17 horas e me relatou que em um dado momento, olhando para cima, para a imagem de N. S., viu minha imagem. Entendeu ele que Nossa Senhora indicou que ele deveria me procurar e assim estava ele ali em minha casa. Acho normal que em horas de desespero nós nos lembremos de alguém que nos trate com respeito. Perguntei a ele de quanto precisava. Disse-me a importância. Solicitei que voltasse no dia seguinte de manhã porque eu precisava de tempo, “para perguntar a Deus que conversa é essa que ele teve com Nossa Senhora”. O senhor Azalias saiu e eu orei ao Senhor pedindo orientação, de o que fazer, pois se desse a ele tudo o que pedia, acabaria com as férias dos filhos do professor. Depois de orar, fechei os olhos e abri a Bíblia e ainda com os olhos fechados, bati com a ponta do indicador em um ponto da escritura sagrada. Abri os olhos e levei um susto. O versículo dizia taxativamente: ”Dá ao que te pede!”. Estabeleceu-se um desconforto em minha consciência. Se eu desse ficaria sem numerário. Se não desse ficaria mal comigo mesmo, pois a consulta ao Divino teria sido em vão. No dia seguinte, o senhor Azalias voltou e eu dei a ele um cheque com metade do que me pediu e instruí:- Diga ao senhorio que o seu amigo lhe deu o cheque. Pague dois meses, e já não será despejado. Nos meses seguintes, com o que pretendia me devolver, pague o restante da dívida. Perguntou-me:- Devo assinar uma promissória? Respondi que não, pois o Senhor me disse que eu deveria dar a você o que me pediu. As crianças tiveram férias e minha consciência ficou em paz porque tudo deu certo inclusive com o senhorio dele.

Relato 73 – Ainda nas Faculdades Integradas de Guarulhos, e era o ano de 1973, mês de junho. Uma jovem de aproximadamente 20 anos se aproximou quase no final de uma aula de Biologia e pediu licença para perguntar. – “Professor, eu tenho um problema na coluna, na área dorsal. Dói muito e sempre tenho de fazer aquecimentos em um Forno de Bier. É tão freqüente que compramos um. Um médico me disse que não posso me casar e que devo fazer uma cirurgia. Nesse momento começou a chorar e emendou – Estou noiva, amo meu noivo, será que o senhor Poderia fazer alguma coisa?”. Estávamos quase no final de uma aula e então na mesma hora voltei-me para os 60 alunos da classe, do período noturno e perguntei:- “Quantos de vocês querem ajudar esta sua colega, levantem a mão!” Dezoito alunos imediatamente levantaram o braço. Um deles ainda me perguntou desconfiado:- “quanto é preciso dar? Estou só com o dinheiro da condução”. Eu sorri e então disse a eles:- Os dezoito alunos que levantaram o braço fiquem aqui, os demais estão dispensados! Primeiro eu dei um relaxamento a todos durante 15 minutos. Depois fiz com que sentissem o campo de energia extra entre suas mãos. Quando todos estavam sentindo que poderiam acumular energia entre as mãos, fizeram um circulo com as cadeiras ao redor da cadeira da moça com problema na coluna. Pedi que todos fizessem uma prece silenciosa, cada qual de acordo com sua própria religião, pedindo a Deus que pudéssemos ser instrumento de seu Espírito Santo a fim de ajudarmos a mocinha. Terminadas as preces silenciosas, pedi que fizessem o campo de energia entre as mãos e à medida que o sentissem que fossem voltando suas mãos para nós que estávamos no centro do circulo. Com as mãos voltadas para nós que sentissem o campo de energia coletivo condensado em sua frente, e direcionassem a energia para minha mão esquerda, enquanto a direita estava voltada para o dorso da receptora. Canalizando a energia para a coluna, visualizando vértebras e discos intervertebrais da área dorsal iluminados por uma luz branca intensa, depois azul violeta, depois verde claro e finalmente verde escuro, pois este último simboliza regeneração, cicatrização, materialização no código entre consciente e subconsciente. Tendo despendido aproximadamente um minuto com cada tipo de luz, ao pararmos o processo, a moça disse que sentiu um calor intenso na coluna, calor que se espalhava pelo corpo. Agradecemos aos demais alunos pela cooperação e a moça se retirou suando, com as vestes molhadas vestiu o casaco de seu noivo. Uma semana depois, estava no corredor, e a jovem se aproximou muito alegre e relatou. “Não sinto mais nada. Posso fazer todos os movimentos. Pensamos em dar o Forno de Bier a uma instituição. Naquela noite, no trajeto para minha casa, meu noivo parou três vezes para desembaciar os vidros do carro, pois, se enchiam de vapor com o calor de meu corpo”.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Especialista em Fisiologia, USP – 1955.

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