24 – Relatos de Ações Psíquicas

24 – Relatos de Ações Psíquicas

24 – Relato de Ações Psíquicas

Relato 69 – Em uma tarde de um mês de maio eu fui visitar minha mãe. Conversávamos e ela me disse que a esposa do pastor Cabral estava internada em um Hospital de Osasco, onde deveria ser operada de tumor no intestino grosso. Enquanto me dizia isso, eu ouvia, mas olhava de modo desfocado a parede do quarto onde estávamos. Quando falou em intestinos e tumor, vi projetada na parede uma imagem de um intestino, e do lado esquerdo do corpo, o intestino perfeito, o S Ilíaco bem determinado e uma Trompa de Falópio dilatada com um feto morto. Disse a minha mãe: Vou avisar o Dr. Clovis que não é tumor, mas é gravidez tubária e o feto está morto. Ela se exaltou e respondeu: Não faça isso, vai passar ridículo, pois fizeram radiografia e verificaram um tumor que vão operara amanhã. Retruquei: Deus decide. Peguei a Bíblia e abri a esmo e deu João 15 e meu dedo parou em cima do verso 7 que diz: ”se vós estiverdes em mim,e as minhas palavras estiverem em vós, tudo o que pedires será feito”. Eu disse a minha mãe: Eu vou e vou pedir ao Altíssimo que a coisa se resolva. Fui e na portaria me disseram que o horário de visitas havia terminado. Fiquei parado sem saber o que dizer, mas de repente a atendente levantou a cabeça, olhou para mim e disse, mas o senhor é reverendo e pode entrar. Não entendi onde ela viu um reverendo, pois estava esportivo de tênis e Jaqueta de shantung. Fui à enfermaria, me apresentei à enferma e disse o que eu tinha visto e que eu pedi que tudo se resolvesse. Ela disse Deus te ouça. Nisso levantei o braço esquerdo e segurei nas tiras grossas de baixar as persianas. Senti como um choque que atravessou e sacudiu meu corpo enquanto a mão pairou sobre o abdome da senhora. Não entendi o que se passou. Então eu retruquei:- Acho que Já ouviu, e acredito que amanhã vai vazar tudo pelas vias naturais e a senhora não será operada. E assim foi, pois na madrugada vazou o feto morto e tudo o mais sobre o lençol.

Relato 70 – Por volta do ano de 1974, o Dr. Nano, tio do Mario meu cunhado, estava internado em estado grave, com periarterite nodosa. Soube que seus rins já não funcionavam e fazia diálise. Eu fiz uma oração antes de dormir e no meio da prece comecei a imaginar o Nano deitado em uma cama no Hospital do Servidor Público. Adormeci. Um dado momento eu tomei consciência de que eu estava saindo do corpo e logo em seguida me vi voando sobre a caixa de água da SABESP no alto da Pompéia, a torre da TV e muito rápido me vi voando sobre a 23 de Maio, as luminárias em baixo uma leve neblina e em seguida o paredão do Hospital. Em um dado momento eu pensei “vou bater na parede”, mas no instante seguinte, eu já estava de pé ao lado do Nano. Lembro-me que coloquei a mão sobre o corpo dele e passei energia para os rins. Logo em seguida senti que eu era sugado no espaço e comecei a sentir que voltava ao corpo entrando pelo plexo solar; incorporei as pernas, depois o tórax, os braços e por último a cabeça. Despertei e sentei na cama. Eram 2 horas e quarenta e cinco. Acordei minha esposa e comentei com ela o ocorrido. Soube que no dia seguinte ele urinou 400 ml, mostrou mais vitalidade e mais animação. Mais tarde alguma visita deu cocada mole para ele comer, pois ele gostava muito desse doce. Com os intestinos fragilizados pela periarterite, ele teve uma hemorragia, falecendo dois dias depois.

Relato 71 – Tia Augusta, irmã do Sr. Laurindo, pai da Talitha minha esposa, estava internada em um Hospital da Vila Mariana com câncer e em péssimo estado. Domingo pela manhã eu fui a um culto na Primeira Igreja Batista em SP, onde me encontrei com meu amigo Darcy. Disse a ele que tinha vontade de ir ao hospital fazer uma visita à tia Augusta e que gostaria que fossem algumas pessoas para orar com ela. Darcy Santana Vieira, dono de uma Kombi, se prontificou a levar. Fomos ao hospital em nove pessoas na Kombi. Estando lá me coloquei ao lado esquerdo da tia Augusta na altura da cabeça e pedi que orássemos de mãos dadas, começando a orar quem estivesse na extremidade distal. As pessoas foram orando, uma de cada vez em voz alta e enquanto isso, eu imaginava que puxava energia vital do grupo a cada inspiração profunda e ao exalar lentamente, imaginava que a energia vital fluía da cabeça aos pés da tia Augusta. No término da oitava prece a tia estava vermelha e suando muito. Ela pediu que dona Talitha, minha sogra a abanasse com um leque. Logo imaginei que ia se repetir o fenômeno de por para fora o líquido de estase e saí do quarto. De fato aconteceu, e depois, a tia foi entubada, passando a verter um líquido escuro por três dias seguidos (72 horas). No quarto dia ela teve alta e foi para casa. Viveu mais seis meses bem, sem dor, colocou a vida em ordem, e faleceu com parada cardíaca.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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