23 – Relato de Ações Psíquicas

23 – Relato de Ações Psíquicas

23 – Relato de Ações Psíquicas

Relato 66 – Casos de Câncer em Brasília. (um foi em 1990 e outro anterior a essa data). Em dois treinamentos avançados em épocas diferentes, os quais ocorreram em Brasília, com uma média de 90 participantes, foram apresentados duas senhoras com câncer de útero em fase inicial, segundo relataram como resultado de diagnóstico médico. Os cursos foram organizados e levados a termo pelas mãos do Monsenhor Arlindo Mombach. Uma das intervenções foi a pedido do mesmo. É uma das testemunhas o Sr. Valdir Zanola, ex-segurança do Palácio do Governo no DF. As senhoras pediram ajuda depois do treinamento intensivo dado a todos, elas ficaram no palco, e sentadas em uma cadeira. Coloquei as duas em nível profundo de concentração por método usual. Estando prontas sugeri que receberiam energia das 90 pessoas e que aproveitassem a energia vital emanada para destruir todas as células cancerosas de seu corpo. Que imaginassem que o Mana, (a energia vital) recebido as atingisse com luzes que tornariam o seu corpo inteiro translúcido da cabeça aos pés. A aplicação de energia vital por parte da platéia durou 4 minutos, um minuto visualizando luz branca e depois, azul violeta, verde claro e verde escuro, como já foi indicado anteriormente. Não tive mais notícias das duas. Alguns anos depois recebi um telefonema do amigo Valdir Zanola com a notícia de que elas estavam curadas, mas eles de Brasília queriam saber o que é que eu fazia, pois havia um grupo que tentara repetir o procedimento e não conseguiram. Disse a ele que é preciso que o paciente esteja descontraído e realmente dando permissão para que se atue, sem desconfiança, e sinceramente compartilhar o amor fraternal, sem outros interesses.

Relato 67 – Seria o ano de 1997 e fui dar um treinamento em Suzano na casa de um industrial da área da cerâmica. Todos os participantes eram da colônia japonesa, muitas senhoras e seus filhos. Havia uma senhora que aparentava estar muito doente. Ao voltar à Suzano para dar um treinamento avançado, convidei-a a participar. Havia pelo menos 90 pessoas no Auditório do Centro Cultural da Prefeitura, e no fim da primeira noite de exercícios e instrução, pedi ao marido da referida senhora, que na noite seguinte, antes de entrar no auditório,  pesasse a senhora na farmácia próxima e registrasse o peso. Na segunda noite em um dado momento, pedi a todos que durante o exercício, a um sinal meu, canalizassem energia para a referida senhora e se alguém desejasse, poderia que intencionar doar massa corpórea equivalente a 100 gramas, imaginando isso. No término dos trabalhos da noite, pedi ao engenheiro, marido da referida senhora, que levasse a mesma para a mesma farmácia e verificasse o peso. Para sorte minha e dela, ela estava com 2,5 quilos a mais do que quando entrou. No dia seguinte repetimos a experiência e o marido constatou que ela ganhou mais um quilo e meio. Ela se recuperou e está ótima no ano de 2012.

Relato 68 – Era o ano de 1974 (?) quando o professor Salvatore de Salvo me telefonou um domingo às 12h30min, solicitando ajuda a um médico (Glécio) que estava internado no Hospital Samaritano em mal estado. Pediu que eu passasse energia para ajudá-lo. Havia acabado de fazer a refeição e disse a ele que iria às 17 horas. Quando cheguei ao corredor, vi muitas pessoas vestidas de escuro e desoladas. Entrei no quarto e vi um homem que deveria Sr alto, deitado, muito magro, rosto encovado, em estado de coma profundo. Acompanhando duas senhoras, a esposa e a mãe do mesmo. Aproximei-me e comecei a transferir energia por enfoque mental e com aproximando a mão direita no Chakra Coronário, sem tocar no paciente. Depois de algum tempo ele abriu os olhos e sorriu de leve para mim. Mais algum tempo curto abriu os olhos e disse que queria que levantassem a cama e pediu chá. Tomou o chá, mas depois pediu uma vasilha e vomitou uns dois litros de líquido de estase com muco de coloração verde amarelada. Como estava sentindo-se bem e conversando com a esposa e a mãe eu me retirei, não antes de atender um pedido da mãe, de que voltaria no dia seguinte para doar mais energia. No dia seguinte, no intervalo de aulas do Colégio Rio Branco, ali perto, fui ao Hospital e novamente doei energia em todos os Chakras. No terceiro dia ao ir ao Samaritano ele estava de sentado na cadeira do quarto rodeado de médicos. Um dos médicos era o chefe dos médicos da Federação Espírita do Estado de SP. Ele pegou em minha mão e ficou me olhando e olhando a minha aura com ar de indagação. O médico enfermo, com bastante vitalidade colocou a vida em dia, assinou papéis e cheques etc. No entanto, completando às 72 horas desde a primeira doação, ele se acomodou, e algumas horas depois ele teve um enfarte do miocárdio e faleceu. Quando faleceu tinha 2,5 quilos a mais e eu 3 quilos a menos. A diferença deve ser devida à ENTROPIA.

Alberto Barbosa P. Dias – Especialista – USP – 1955

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