21 – Relatos de Ações Psíquicas

21 – Relatos de Ações Psíquicas

21 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 56 – Os objetos que as pessoas carregam consigo ficam impregnados da energia da pessoa, em três níveis, Mana, Mana-Mana e Mana Loa (segundo a nomenclatura havaiana). Corresponde aos níveis de energia quando atuam predominantemente o Consciente, o Subconsciente e o Superconsciente. São os três níveis de Consciência que representam a trindade em nós. Cada pessoa deve ter um campo vibratório próprio que corresponde à personalidade de Alma. Pegando o objeto de uma pessoa e concentrando-se, se fizermos sintonia, é possível tanto receber como transmitir informações, pois o fluxo de energia quântica direcionada por enfoque mental adequado tem duas mãos de direção. Quando se envia é projeção, quando se recebe e se percebe, é percepção sensorial efetiva. É à base dos exercícios de vibraturgia. Imaginem a energia impregnada por um enfoque mental capaz de fundir o papel de alumínio e dar forma e gravação em uma medalha de metal. A medalha super impregnada da energia permite a sintonia e a projeção sensorial efetiva intencionada.

Relato 57Experiência de Bloqueio Mental a Distância. (Coincidência?). Em um determinado salão haveria uma palestra. O preceptor é uma figura conhecida e não citarei o nome. Eu estava a quatro mil quilômetros de distância do local. Combinei com uma pessoa que deveria estar atenta, pois eu estaria presente no salão de palestras, e que ela observasse o que sucederia na hora marcada. Na hora marcada foi emitida uma onda de energia para o cérebro do palestrante. Ele parou de falar e ficou estático por 5 minutos com o olhar perdido, como se estivesse ausente do local. Um “colapso de estado de consciência”. As pessoas mais próximas foram ajudá-lo. Sentou-se, bebeu água e depois de mais alguns minutos se refez, pegou o microfone e retomou a palestra. O detalhe é que foi como se ele tivesse virado um disco, pois se antes dissertava sobre curas espirituais, agora discorria sobre amor e casamento, não tendo percebido a mudança que ele mesmo fez.

Relato 58 – Seria o ano 1985 e fui dar um curso avançado em Petrópolis. Durante o curso uma senhora nos procurou e disse:- “Estou com metástase nos ossos. Tenho me tratado nos EEUU. Os médicos de lá me deram mais seis meses de vida. Professor, eu tenho duas filhas pequenas e preciso viver mais três ou quatro anos, até que sejam adolescentes e possam aceitar minha morte. É possível conseguir isso?”. – “Vamos tentar, mas se você deseja muito, ore a Deus e peça porque é possível”. Na noite seguinte ela deitou-se sobre uma mesa e mais do que quarenta pessoas já treinadas por mim passaram energia da forma como aprenderam durante o treinamento. Eu a encontrei no ano seguinte e ela me disse que os médicos americanos não acreditavam no que viam. Ela só faleceu depois de passados os quatro anos desejados para espanto dos médicos nacionais e norte americanos.

Relato 59 – Estava dando um treinamento no Hotel Glória (1986), no Rio de Janeiro, quando pessoas amigas pediram ajuda para um menino que, estava internado no Hospital Oswaldo Cruz em São Paulo. Disse-me que precisou receber transplante de rim e que o doador compatível foi o pai dele que, era piloto de avião, mas não cheguei a conhecer. Tendo recebido o transplante, começou a haver rejeição e os médicos estavam preocupados. Prometi que iria visitá-lo, assim que voltasse para São Paulo e assim foi. Telefonei antes avisando a mãe que, o acompanhava no apartamento do Hospital Oswaldo Cruz. Seriam umas seis horas da tarde naquele verão quando entrei no hospital. Ao chegar ao quarto percebi o ambiente, pois o médico do garoto ali estava, além da mãe, esperando para acompanhar. Na hora a intuição me fez perceber que aquele menino de 12 para 13 anos teria ouvido dizer antes da operação que o problema era alguma possível rejeição do órgão. Pensei comigo, se eu conseguir impressioná-lo de forma positiva que anula a impressão anterior, eu reprogramaria o cérebro para aceitar o rim. Coloquei as mãos no ar a um metro de altura acima do corpo do garoto. Concentrei-me como sempre faço, desejando sentir a aura magnética do corpo dele. Uma vez sentindo-a, fiz contato mental com a pele do ventre e apalpei desejando que ele sentisse. Ele sentiu. Pedi que ele se concentrasse no abdômen (barriga) e percebesse o que estava acontecendo com a bexiga. Disse ele:- “estou sentindo que está mexendo na bexiga”. E agora? –“está com a mão no lugar do rim do meu pai”. E agora? – “estou sentindo calor na barriga”. -Então perceba que estou passando minha energia para o seu rim, para que seu corpo aceite esse rim como perfeito para você. Depois ainda brinquei com o estomago dele, fiz sentir cócegas mentalmente e rimos muito. Alguns meses depois, estando no Rio de Janeiro, familiares do garoto me agradeceram, dizendo que estava tudo bem. Não tive mais notícias como sempre acontece quando está tudo bem.

Relato 60 – Em outra ocasião eu estava em Presidente Prudente e fui convidado por amigos a ver uma menina que sofria de ausências. Ao chegar à casa da garota me foi apresentado o pediatra da menina. Estávamos na sala conversando a respeito do assunto, eu, o médico, a menina e a mãe. A garota teve uma ausência. De imediato me levantei e toquei com a ponta do dedo médio o ponto principal de equilíbrio de energia do meridiano principal do corpo, que é na fontanela bregmática, logo atrás do osso Frontal, bem no alto da cabeça (Veja pontos da acupuntura e doin). A menina voltou ao normal na mesma hora. Expliquei à mãe como fazer para resolver o problema de imediato em uma crise. O médico naturalmente já estava cuidando do tratamento em longo prazo.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Fisiologia Geral e Humana, USP, 1955.

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