20 – Relatos de Ações Psíquicas

20 – Relatos de Ações Psíquicas

20 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 52 – Em 1979 Ainda em Presidente Prudente, na Faculdade de Direito, eu observei durante o treinamento dado lá, que uma moça de origem japonesa apresentava disritmia cerebral. Esta se evidenciava por um balanço da cabeça, como se estivesse fazendo um movimento caracterizando um não. O movimento era mais intenso no princípio para depois se atenuar e desaparecer com o aprofundamento da introspecção induzida no relaxamento. No final do treinamento resolvi fazer uma experiência, colocando-a em nível profundo. O movimento tornou-se evidente e um senhor médico que estava presente, pediu que eu a tirasse do nível, porque sofria de disritmia cerebral e era paciente dele. Pedi um minuto para ele e sugeri que a moça estava diante de um armário, onde na prateleira podia ver um vidro do medicamento que tomava para disritmia. Que estendesse o braço e pegasse o vidro tirando uma pílula. Agora tome a pílula com água. Perceba que o medicamento já está fazendo efeito… Os movimentos foram diminuindo e pararam completamente. Tirei a moça do nível de relaxamento e conversei com ela.  Fiz perguntas a respeito de seu passado. Concordamos com um acontecimento traumático aos oito anos de idade e sugeri ao médico que o tratamento passasse a ser psicológico também.

Relato 53 – Seria o ano 1985 e fui dar um curso avançado em Petrópolis. Durante o curso uma senhora nos procurou e disse:- “Estou com metástase nos ossos. Tenho me tratado nos EEUU. Os médicos de lá me deram mais seis meses de vida. Professor, eu tenho duas filhas pequenas e preciso viver mais três ou quatro anos, até que sejam adolescentes e possam aceitar minha morte. É possível conseguir isso?”. – “Vamos tentar, mas se você deseja muito, ore a Deus e peça porque acredito que seja possível”. Na noite seguinte ela deitou-se sobre uma mesa e mais do que quarenta pessoas já treinadas por mim naquela ocasião passaram energia da forma como aprenderam durante o treinamento. Eu a encontrei no ano seguinte e ela me disse que os médicos americanos não acreditavam no que viam. Ela faleceu depois de passados os quatro anos desejados, e com as filhas maiores de idade.

Relato 54 – Estava dando treinamento em Campo Grande. Seria 1983. Encontrei-me com Monsenhor Arlindo Mombach e almoçamos. Conversávamos sobre assuntos variados. M. Arlindo me mostrou um livreto a respeito de Thomas Green Morton de Pouso Alegre. Havia uma foto dele no livreto. Mostrou-me também uma medalha que o Thomas fundiu a frio entre as mãos com a sua própria energia por enfoque mental, e a partir de papel de alumínio.

Perguntei se poderíamos visitar o Thomas, pois gosto de observar todos que fazem algo fora do comum. Arlindo me disse que era difícil, que ele era arredio. Peguei a medalha fundida pelo Senhor Tomas, coloquei em minha testa e me concentrei. Depois de três minutos eu disse ao M. Arlindo:- Ele vai nos receber e quando ele me vir, virá ao meu encontro e me dará um grande abraço, como se já me conhecesse há muito tempo.

Monsenhor Arlindo riu jocosamente e comentou:- “Vamos só ver isso”. Passados três a quatro meses, Monsenhor me telefonou, e disse que o Senhor Thomas iria recebê-lo, perguntando se eu queria ir junto para o teste. Peguei o Monsenhor em São Paulo com o Opala 76 e fomos para Pouso Alegre. Ao entrarmos no Portão que dá para o Jardim, vimos o Senhor Tomas de calção preto, sem camisa, agachado e trabalhando na terra com as mãos. Ele nos viu, levantou-se, bateu uma mão na outra tirando o excesso de terra, limpou as mãos no calção e veio em minha direção, me abraçou, levantando-me do chão, como se eu fosse um velho conhecido que não visse há muito tempo. Monsenhor fez cara de assombro. Eu não contava com aquelas circunstâncias e ganhei um bocado de suor do Tomas. Mons. Arlindo faleceu em 2005.

Relato 55Entortando Metais e Fundindo a frio. O Senhor Thomas de Pouso Alegre apresentou alguns fenômenos autênticos. Uma das ações autênticas se deu quando fui jantar no Restaurante Fernandão, eu, Thomas e Monsenhor Arlindo, das vocações no DF. Quando peguei meu garfo e espetei um pedaço de lingüiça, ao levar a boca, percebi que o pedaço de lingüiça se movimentava. Observando o garfo, as forquetas se dobravam, a lingüiça caiu no prato e o cabo começou a se enrolar como um macarrão parafuso. O movimento era relativamente lento, de modo que depois de duas voltas aparentemente parou. Tendo guardado o garfo comigo no criado mudo do hotel, observei no dia seguinte que a torção continuou por mais uma volta durante a noite. Foi como se houvesse uma energia residual atuante. No momento seguinte, um tanto desconcertado, peguei uma colher de sopa para mexer o açúcar de um suco de laranja. Estava movendo a colher, quando senti que a mesma ficou leve, sem que eu sentisse a resistência do líquido. Tirei a colher e foi o maior Espanto! Eu segurava o cabo, pois a colher ficara no fundo do copo. Foi como se ele fundisse a frio o metal.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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