28º – Apenas quero entender Jesus – “Cegos guiando cegos” (JC) –  Adendo Analítico 2

28º – Apenas quero entender Jesus – “Cegos guiando cegos” (JC) – Adendo Analítico 2

“Cegos guiando cegos” (JC) –  Adendo Analítico 2

 

Nós podemos, diante das afirmações ouvidas e citadas nos parágrafos anteriores, lembrarmo-nos das figurações da Mitologia Greco-Romana, e, no mínimo, das pinturas no teto da Capela Sistina, que direta ou indiretamente, consciente ou inconscientemente, possam fazer influência na imaginação e no psiquismo de qualquer pessoa que decida ser transmissor de uma religiosidade em algum dos Sistemas Organizados como Religião.

Depois, considere-se o ajuste de arrazoado que cada um tenta fazer para se justificar, quando percebe a realidade de suas próprias limitações no entendimento das coisas no nível do abstrato, diante de uma platéia cativa, onde até 70% pode ser constituída de pessoas que apresentem dificuldades em relação ao raciocínio lógico e analítico.

Daí a recomendação para que, qualquer um que se disponha a ouvir a respeito de coisas espirituais, apenas considere a razoabilidade de qualquer ensinamento, filtrando as imagens de retórica e as fantasiosas. Talvez, até 25% das pessoas sejam menos sugestionáveis e já o façam naturalmente. É lógico? É razoável? É provável? Poderíamos acrescentar: Esse ensinamento é eficaz? Se o que é ensinado não funciona, esqueça-o.

São essas as quatro questões, que podem nos orientar no meio de algum voo discursivo, que tente explicar qualquer fenômeno com “viagens” nesta e em outras dimensões.

Diante de tais argumentos, um dos discursadores profissionais, fechou-me a porta de “sua Igreja”. Eu sempre pensei que a Igreja fosse de Cristo e não dos seus mensageiros que se dizem vocacionados, ou, se sintam como se fossem anjos. Para evitar mais complicações e conflitos pessoais entendi, compreendi e aceitei. No entanto temos as palavras do Mestre Jesus:- “Aquele que vem a mim jamais o lançarei fora”, e é isto o que me importa.

Parece que a Teologia doutora alguns teólogos, e eles discursam a respeito do que todos nós humanos ignoramos, como seriam, por exemplo:- As Vontades de Deus, O que Ele Deseja, Suas Necessidades, O que O Apraz, O que O Agrada, O que O desagrada, etc. Torna-se evidente a influência do pensamento puramente humano no reforço dado a certos dizeres do Velho Testamento, em relação ao Sacrifício e ao Dízimo.

Mas sendo Deus Espírito, como podem os sacerdotes atuais, permanecer mentalmente na afirmação de há 5.000 anos passados:- “agradável é ao Senhor o odor do carneiro gordo no altar do sacrifício”. A quem interessa a carne gorda assada depois do sacrifício? E quanto ao dízimo? Quem são os beneficiários de modo direto e objetivo? Estamos na época da Lei ou da Graça? Eliminada a Lei de Moisés, se é que ela foi ditada por Deus, ainda há necessidade de Sinagogas, ou, Templos, e seus mantenedores? Com certeza Jesus abominou isso!

Os arrazoados dos teólogos sempre obedecem a certa lógica, são até razoáveis e sempre tentam justificar mesmo o “pouco provável” de qualquer crença. Assim, todos eles têm uma razão, cada qual de acordo com o arrazoado que é capaz de apresentar. Como todo arrazoado, que carece de comprovação, admite outra razão no sentido contrário, restam as abstrações que não têm fim.

A convicção com que muitos fazem certas afirmações demonstra que não têm consciência de que, aquilo que cada qual pensa que é verdade, é o seu próprio nível de realidade. Também não podemos acreditar em algo baseado em suposta autoridade de anciãos em seus sonhos e pesadelos incrementados com os problemas próprios da idade.

Como qualquer religião apresenta normas, princípios, dogmas e rituais, que variam de acordo com o que pensam seus mentores maiores e dirigentes menores, justificam-se a pluralidade das mesmas religiões e as muitas seitas em cada uma delas, bem como nas suas diferentes denominações. Que cada qual seja feliz no seu próprio nível de percepção e de entendimento!

Se o Apóstolo Paulo vivesse nos dias de hoje, sua classificação dos humanos em Homem Natural, Carnal e Espiritual, certamente sofreria alguns desdobramentos.

 

Se o problema estiver no “Cristianismo Teológico” e nas normas e princípios elaborados a partir dele, a solução está na pureza dos ensinamentos de Jesus. Por essa razão, apenas quero entender Jesus.

Daí o melhor é buscar entender o Espírito da Palavra do Mestre e não o arrazoado dos mestres menores. Arrazoado por arrazoado, todos os mestres têm uma razão própria a ser defendida.

O problema está em discernir o que é provável do que pode ser menos provável, ou, improvável, mas fica uma indagação para ser resolvida:- Qual seria o código secreto, com o qual Jesus doutrinou aos discípulos e que, despertaram as habilidades psíquicas além do desenvolvimento da espiritualidade? Hebreus 5: versos 11, 12 e 13, e  Hebreus 6: versos de 1 até 3.

N.B.- Seria pelas qualidades sugeridas por Paulo em Filipenses 4: 8, idênticas, ao Código da Huna que é historicamente anterior a Jesus? Se a religião não responde a isso, estamos em 2015 e a investigação, bem como os resultados das experiências cientificamente dosadas, já respondeu.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (Todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista, USP. 1955

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