18 – Relatos de Ações Psíquicas

18 – Relatos de Ações Psíquicas

18 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 44 – Era o ano 75. Dei muitos treinamentos em Santos e a maioria organizada pelos Benedetti. Ele era Fiscal de Rendas do Governo Federal, hoje (?) morador em Brasília (?). Eu estava ministrando um treinamento em São Paulo no Colégio Rio Branco com 400 pessoas no salão. O período de aulas era de segunda a sexta à noite, das 19 às 23 horas. Sábado das 8 as 18 e domingo trabalhei das oito até as 15 horas.

Naquela manhã de domingo recebi um telefonema do Sr. Benedetti, pedindo-me se haveria possibilidade de ir atender uma irmã de caridade em Santos. Ela era responsável por um asilo de menores abandonados que funcionava em um prédio do Governo do Estado e que havia sido um quartel da policia militar. A irmã de caridade estava enferma, acamada em um hospital, com uma forte disenteria e muito fraca, sem forças até para levantar os braços. Saí de São Paulo após o treinamento e fui para Santos.

Quando cheguei ao quarto do Hospital, encontrei meia dúzia de freiras ao redor da freira acamada que, não abria os olhos. Rapidamente pedi que elas dessem as mãos para rezar. Coloquei-me do lado esquerdo da paciente e a mão direita a dez centímetros do tampo da cabeça. Pedi que rezasse um Pai Nosso uma por uma. Segurei na mão da freira mais próxima e iniciei o processo de respirar fundo puxando a energia da “corrente” e ao exalar, lentamente, imaginava que a energia do grupo invadia o corpo da paciente, como luz branca, da cabeça aos pés. Fui o sétimo a orar e pedi a Deus que concedesse a graça da saúde a aquela senhora tão necessária às crianças. Logo após as aplicações, a freira ficou corada, abriu os olhos e conversou conosco dizendo que estava bem. As demais freiras disseram que já me conheciam pela voz, pois receberam de presente um K-7 com um exercício que parecia uma prece e que ouviam todas as noites antes de adormecer, através das caixinhas de som espalhadas pelos dormitórios. Que o sono era tranqüilo e acalmava inclusive as crianças do orfanato.

Acredito que esse fato tenha ajudado a que entrassem em nível de introspecção com mais facilidade e que doassem a energia para a enferma. Outra percepção foi a de que a energia das freiras, além de beneficiar a enferma, ao passar por mim, deixara-me totalmente descansado, como se eu estivesse recuperado das 8 horas de trabalho daquele domingo, equivalendo às forças que se tem depois de horas de sono profundo. Foi preciso que uma das freiras me advertisse:- “Professor, são 10h 00min horas da noite, o senhor não vai voltar para SP?”. Rsrsrsrsr. Foi assim que passei a entender por que muitos médiuns espíritas se cercam de muitos doadores de energia. Nada como muitas pessoas funcionando como baterias em série, ou, em paralelo. Alberto B. P. Dias, Especialista, USP, 55.

Relato 45 – Agora, já em 2002, eu senti meu coração enfraquecer. O sintoma era aumentar muita a arritmia, com extra-sístoles apesar do medicamento. Antes havia uma extra-sístole cada 15 batimentos normais. Em 2002, ao estar mais cansado, eram dois batimentos normais para uma extra-sístole. Tendo dado um treinamento em Atibaia, notei que uma moça de origem japonesa, Claudia Kurosawa, formada em Odontologia, se concentrava bem. Pedi a ela que pusesse a mão em meu peito, concentrando-se em passar energia ao meu coração e as extra-sístoles desapareceram e não voltaram mais por dois anos.

Neste caso, tive a idéia de pedir para Claudia que conhecia anatomia que, se concentrasse nos pace – maker, nódulo de Keith-Flak e de Ashow-Tawara, bem como imaginasse que regenerava o Feixe de Hiss. Todo organismo tem uma bateria de energia disponível para as reações químicas vitais. Desde as bactérias até o Homem, todos os seres, de unicelulares até os pluricelulares mais complexos, utilizam compostos fosforados para acumular energia que seja prontamente utilizável. Esse acúmulo se dá por reações com transferência de elétrons de seus orbitais à medida que há transformações de umas moléculas em outras. Com a idade vamos perdendo compostos por desgaste e nível de energia vital por diminuição de metabolismo.

Um exemplo simples, sem precisão, porém servindo como analogia, é o comportamento de uma bateria de automóvel. Tem potencial de carga, energia útil e pronta e é recarregável. Envelhecida, cai o potencial, dispõe de menos energia e depois não segura carga mesmo sendo alimentada. No caso deve ter havido regeneração, pois a carga agüentou por mais dois anos. Agora em 2013, Kelen Cristina de Tietê fez o mesmo. A duração do resultado depende da capacidade de regeneração da pessoa que recebe a En. Em 2015 tudo normal até a pressão sanguínea.

Relato 46Energia Vital por Transferência. Em 1977 atendi uma senhora idosa em São Paulo, que sofria com o coração enfraquecido. Dei ajuda duas vezes passando a energia vital. Ela sentia uma grande melhora que durava de 15 a 21 dias. Sempre atendo por amor às pessoas, e ao conhecimento que decorre das experiências. Depois de três atendimentos verifiquei que não havia regeneração, apenas ajuda como se fora uma carga em uma bateria usada.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Especialista em Biologia, Fisiologia Geral e Humana, USP, 1955.

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