16 – Relatos de Ações Psíquicas

16 – Relatos de Ações Psíquicas

16 – Relato de Ações Psíquicas

Relato 37 – Era o ano de 1975. Certa vez eu estava dormindo profundamente e tive um sonho. Nesse sonho a figura de um gerente apareceu e disse:- amanhã cedo vou pegar um avião e vou te pegar em um flagrante. Acontece que no dia seguinte de manhã eu deveria fazer uma palestra em uma casa particular, onde a dona da Casa da Rua Groenlândia costumava reunir senhoras da sociedade paulistana. Eu havia avisado o responsável pelo escritório em São Paulo de minha atividade, mas ele, para fazer média com o gerente que estava em Belo Horizonte, deve ter distorcido a informação. No dia seguinte eu entrei na sala para passar as informações a respeito do treinamento a ser dado. Fiquei atento e percebi que o dito cujo estava deitado no chão, no fundo da sala, escondido atrás das cadeiras. Ridículo! Iniciei a palestra e depois de uns três minutos eu disse: “O que faz esse senhor deitado no chão, no fundo da sala, escondido atrás das cadeiras? O senhor não quer se sentar?”. Todos olharam para traz e dito cujo se desculpou e sentou-se. Depois da palestra me perguntou de maneira ríspida: “quem contou que eu vinha”? O Barros? – “Não, disse eu, foi você mesmo que apareceu em meu sonho e disse que queria me pegar em flagrante não sei do que; também não sei como funciona sua mente, mas perdeu seu tempo e gastou dinheiro atoa”.

Relato 38 – Era o ano de 1975. O Congresso foi no auditório do SESC- SENAC. Rua, Doutor Vila Nova. Compunham a mesa diretora os senhores Lino Vinardi, Flavio Pereira, Dr. Cesário Hosri, Jaquieri etc. O Professor Flavio Pereira me convidou para explanar a respeito de Controle Mental. Eu o fiz e percebi que pelas perguntas da mesa o intuito era criar polêmica em assunto novo na época, tornando o Congresso interessante para a audiência de 400 participantes. Houve um debate entre eu e o Dr. Cesário que foi o introdutor do Sistema de Relaxamento Autógeno de Schultz, e também tradutor do livro do mesmo autor. A mesa diretora argumentava a favor do Dr. Cesário que fazia parte da mesma. Em um dado momento, diante de um argumento simples e eficiente, o Dr. Cesário se exaltou e começou a falar em voz muito alta tendo perdido a elegância inicial. Quando ele parou, eu que estava bem calmo apenas disse: “Não preciso dizer mais nada. O público acaba de ver a diferença entre os dois Sistemas”. Foi uma explosão de palmas e eu me retirei. Voltou o silêncio e a mesa deu opinião a favor do Dr. Cesário. À tarde desse mesmo dia fui a um hospital visitar um enfermo de câncer. Não pudemos nos comunicar, pois, o enfermo estava dopado com Dolantina (Opiáceo), e em sono profundo. Nesse momento me ocorreu fazer uma experiência. Seria possível transferir a sonolência induzida por medicamento no enfermo para um grupo que estivesse em evidente situação de ter que estar alerta? Eram 15 horas e 15 minutos de domingo.  Telefonei ao Paulo Vassilieff, pois, meu amigo se encontrava no local. Disse a ele:- “Paulo, observe o que vai acontecer a partir das 15h30min”. Às 17h30min eu voltei ao local e perguntei o que havia se passado. Paulo me disse: – “Dias, foi uma vergonha, todos que estavam na mesa diretora dormiram entorpecidos diante do público enquanto um orador expunha a matéria. O Doutor Lino… virou a cadeira de costas para o público, e dormia de boca aberta”.

Relato 39 – No mesmo dia, às seis horas da tarde, alguém foi fazer um comunicado lendo uma lauda escrita a respeito de “O Universo em Desencanto”. O Senhor Jaquieri situou-se ao meu lado. Perguntei a ele se ele havia dormido à mesa. Disse-me a respeito de um sono irresistível, e que ele não entendeu. Disse a ele que fiz uma experiência de indução de sono de modo subjetivo e à distância. Ele não acreditou. Perguntei se ele gostaria de ver o orador beber inteira a jarra de água que estava sobre a mesa. Ele disse que seria impossível. Dentro de três minutos ele começou a beber água do copo, depois um segundo e um terceiro copo, depois a cada cinco ou seis palavras bebia um gole de água, pois estava com a boca seca. O senhor Jaquieri me pediu que eu parasse a experiência. Parei para alívio do orador, que conseguiu terminar o discurso.

Relato 40 – O senhor L., engenheiro, fez mais do que um treinamento comigo e tornamo-nos muito amigos. Certo dia em 1976 solicitou que fossemos à casa da irmã dele que apresentava um nódulo frio na Glândula Tireoide. Nesse encontro, em um apartamento próximo ao Clube Pinheiros, em São Paulo, tomei contato com uma senhora de aproximadamente 60 anos de idade ou mais. Por intuição, toquei com a ponta do dedo indicador em um ponto da tireoide e ela disse é aí mesmo. Pedi que fechasse os olhos e se concentrasse em perceber a energia que fluía do dedo para a glândula. Tendo sinalizado positivo, pedi que ela imaginasse que a energia estava destruindo o nódulo, que desaparecia como um ponto de luz que se apaga. Feitos exames posteriormente, o nódulo havia desaparecido.

Alberto Dias, Especialista, USP -1955.

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