15 – Relatos de Ações Psíquicas

15 – Relatos de Ações Psíquicas

15 – Relato de Ações Psíquicas

Relato 34A Senhora dona Helena Galvez -. Conheci a referida dona Helena por intermédio do Professor Flávio de Arruda Pereira, também já referido em relato anterior. O professor era muito ligado ao assunto OVNI, e chegou a escrever um livro robusto a respeito, o Livro Vermelho dos Discos Voadores. Através do mesmo, fiz contatos com pessoas interessantes, permitindo observar atitudes e ações que muito ajudaram a entender alguns fenômenos de modo racional, razoável e provável, usando fundamentação científica. Seria o ano de 73 e fomos convidados a conhecer dona Helena e o Sr. Ricardo em um apartamento na Rua Augusta. Sentamos em uma sala onde estavam outras pessoas. Seríamos dez ou doze pessoas. Conversamos bastante sobre assuntos variados. Em um dado momento, dona Helena fez uma prece em Espanhol que, começava por “Jesus, Maria e José…” e o restante eu não consigo lembrar. Terminada a prece ela disse que fomos visitados por uma criatura com roupa verde colada no corpo, apresentando um cinturão de cor dourada. Que a criatura parou na frente de cada um de nós e fazia um gesto que indicava um número. Lembro-me que ao meu colega Flávio Pereira coube o número 11 e para mim o número 8. Cada um de nós recebeu um número. Ela não soube dizer o significado dos números, mas que achava que eram qualidades que se relacionam com esse número, e que eu as teria desenvolvido. Verdade ou não, foi sugestivo e positivo como reforço de Ego. Tivemos outros encontros com dona Helena e consegui observar a qualidade de uma sensitiva que não vi igual até hoje. Posteriormente, estando no escritório, em minha casa, o assunto do número oito veio à minha mente. Olhando para a estante de livros, vi um a respeito de Yoga e senti vontade de ver o conteúdo. Abri o mesmo a esmo e li: “oito são os poderes psíquicos do homem”.

Relato 35 – Eu convidei dona Helena Galvez e o Sr. Ricardo para um jantar simples em minha casa, pois, gostaria que Talitha minha esposa a conhecesse. Avisei dona Helena que contaríamos com a presença dos meus pais. Ela aceitou o convite. Depois do jantar, sentamo-nos na sala de visitas e conversamos bastante, até que dona Helena começou a prece em espanhol. Terminada a prece abriu os olhos e olhando para minha mãe, disse que via a imagem de uma senhora que sempre a protegeu, alta, de origem estrangeira, com um olhar doce e meigo em seus olhos azuis, sempre com avental, no avental um bolso grande onde segurava uma chave grande do tipo antigo. Eu e minha mãe reconhecemos a descrição de Miss Ennie, despenseiro do internato do Colégio Batista Brasileiro, que praticamente cuidava de minha mãe quando menina interna, pois quando órfã de pai e mãe foi interna no Colégio muito criança. Conheci miss Ennie quando eu estava com dois anos de idade (1931), e minha mãe me levou ao Colégio para que conhecesse uma vovó. Lembro-me que Miss Ennie, já com mais do que 70 anos, tirou uma chave grande do bolso e abriu a despensa de onde tirou um pirulito, grande com formato de uma bengalinha, colorido de vermelho e branco e me presenteou. Em seguida, dona Helena virou-se para Talitha minha esposa e disse:- “vejo um campo dourado de trigo maduro e vejo, correndo nesse campo, um menino clarinho. Ele é para você Talitha e ainda esta por vir”. Eu com 45 e Talitha com 36, caminhando para serem avós, sorrimos. Depois disse mais algumas coisas relativas a um cofre e documentos e dinheiro furtado relacionados ainda com minha mãe. Mais tarde soubemos que havia um cofre grande de meu avô e que havia sido aberto e furtado por um sócio, logo após a morte do mesmo, tendo o sócio fugido para Portugal, deixando dez órfãos, a maioria menor de idade em dificuldades. Dois anos depois desse encontro, em 1975 nascia nosso filho Ricardo, clarinho, lourinho e cabelos ondulados em criança. Coincidentemente Ricardo nasceu no momento em que eu começava a dar os treinamentos junto ao Silva Mind Control e que foi uma época de bom desenvolvimento para a família.

Relato 36 - Em 1974 formou-se um formigueiro em nosso jardim. Era um gramado de 2m x 3m, de modo que aquele cone de terra vermelha com 20 centímetros de altura se destacava no meio da grama verde. Renato, meu filho, disse-me que ia acabar com o formigueiro com formicida. Eu disse a ele que esperasse, pois desejava fazer uma experiência. Sentei-me na borda do canteiro e comecei a conversar mentalmente com as formigas, dizendo da intenção do Renato e que seria conveniente que elas se mudassem dali. Sugeri que saindo do canteiro, pegassem o meio fio da calçada, descesse três casas abaixo e entrassem no jardim da terceira casa, o qual era igualmente gramado. Disse ainda mentalmente que eu ia segurar o Renato por três dias. Era certamente uma conversa do tipo que uma criança de menos do que sete anos faria com as formigas, ou, de um adulto ensandecido. Depois disso, a cada vez que passava por lá, embora rapidamente, me dirigia a elas e reforçava a idéia, imaginando o que elas deveriam fazer. No quarto dia, ao chegar às 11h30min, parei o carro em frente de casa e ao descer observei uma correição de formigas que se deslocavam carregando os ovos, descendo o meio fio e entrando no jardim da terceira casa abaixo. Pode?

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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