23º – Apenas quero entender Jesus – Das grandes religiões

23º – Apenas quero entender Jesus – Das grandes religiões

Das Grandes Religiões

Toda e qualquer crença, que a partir uma Filosofia de Vida tenha evoluído para uma Grande Religião, satisfaz os três níveis de desenvolvimento do psiquismo humano, mencionados por Paulo, oferecendo para a massa que tem Religiosidade:

1-    Um Deus, abstrato, onisciente, onipotente e onipresente, que satisfaça aqueles que têm predominância de pensamento abstrato, como seria o Homem Espiritual. O Altíssimo, El (Eu Sou), Jeová, Alá, Deus, Brahma etc.

2 – Um, ou mais homens divinos, ou, divinizados, para que sirvam como modelo de vida, dentro da moral e da ética, a fim de satisfazer as pessoas onde predominam os pensamentos concretos, diretos e objetivos, como seriam os Homens Carnais (Intelectuais) e seus paradigmas a serem satisfeitos.

3 – Uma miríade de deuses, ou, entidades divinizadas como Anjos e Seres Afins, que, como os Santos, satisfaçam as necessidades psicológicas e a fantasia daqueles Homens Naturais em que ainda predomine a emoção sobre a razão e haja mentalidade infantil. Muitas vezes cada entidade é destinada a resolver algum tipo de problema, dentre os problemas humanos, como o era na Mitologia Grega e Romana.

O Judaísmo se baseia em Moisés como Profeta, o elo objetivo entre Deus e os homens, e no Deus Único, abstrato, o qual tem 72 nomes a serem usados de acordo com as diferentes necessidades humanas, substituindo assim a necessidade de múltiplas divindades mitológicas, que satisfaçam as inseguranças psicológicas dos imaturos. Essas inseguranças devem ter sido manifestas entre os imigrantes Israelitas, pois Israel é junção dos povos cultuadores de Isis, de Ra e de El, (Israel), quando se retiravam do Egito para se libertar do jugo dos egípcios e caminhavam em direção à terra prometida.

Aos de Israel (Isis, Ra, e El), durante a jornada, foram anexados e assimilados os Hebreus. Este povo que vivia aos pés do Monte Hebron foi dominado e reduzido à condição de servo, ou, escravo. Confira nas Leis de Moises em Êxodo 21. Finalmente assimilaram os Cananeus durante a conquista de Canaã, quando, nessa ocasião, eliminaram todos os homens vencidos e obtiveram prole das suas mulheres. Assim, a partir do caldeamento dessas etnias, formaram-se os Povos habitantes da Judéia, denominados Judeus nos tempos do Império Romano.

Algumas etnias se mantiveram isoladas como podemos depreender da frase Bíblica: “Como Tu, sendo Nazareno, pedes a mim que sou Samaritana que lhe dê de beber?”. (Do confronto entre Jesus e a samaritana à beira do poço).

Igualmente, o Islamismo tem o Profeta Maomé (VI d. C.), concreto e objetivo, e o Deus Único, Alá, o abstrato. A necessidade de fantasia dos demais é satisfeita pelas figurações do Paraíso e suas alegorias com promessas, que favorecem aos homens, principalmente aos “homens naturais”, que se destinam ao sacrifício, pela fé, nas intifadas. Todas as mulheres devem ir ao Paraíso, pois no Islã são como objetos mesmo no Paraíso de Alá. Todo homem morto pela fé tem direito, sempre no além, pelo menos a 10 concubinas. Se for rico tem o direito nesta vida mesmo, pois não deixa de ser “um protegido” da vontade de Alá. Naturalmente esse entendimento somente fez parte da religião depois que Maomé, tendo o poder, se tornou polígamo e abriu a vantagem aos demais para não ser criticado nem receber oposição dos que já eram polígamos.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (Todas as disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista, USP -1955.

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