14 – Relatos de Ações Psíquicas

14 – Relatos de Ações Psíquicas

14 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 31 – Estava no Bar do Japonês, em frente à Secção de Filosofia das Faculdades Integradas de Guarulhos. Tomava um café com leite antes das aulas do período noturno. Chegou um aluno queixando-se de um acidente em que bateu com o seu automóvel que era um fusca. Quebrou uma costela e foi ao hospital que está em frente à Faculdade na Vila Augusta, onde, depois de radiografia o enfaixaram. Perguntei o que ele sentia. Ele respondeu que doía muito para respirar e com o esforço para sentar-se e levantar-se. Pedi que vários colegas dele colocassem a mão direita no meu ombro esquerdo e que, fechando os olhos, imaginassem uma luz branca fluindo da mão deles para o meu ombro. Concentrei-me e coloquei a ponta do dedo indicador da mão direita sobre o ponto da fratura. Durante três minutos imaginei a energia como luz branca soldando a fratura da costela. Imaginei que seria como uma araldite óssea que soldava as partes da costela. Tirei o dedo e pedi que ele respirasse mais fundo, bem devagar. Quando viu que podia respirar livremente, experimentou sentar-se. Sentou-se e levantou-se varias vezes e saiu gritando:- “vou ao hospital fazer nova radiografia”. Voltou meia hora depois sem a faixa e dizendo que já estava soldada a costela. Isto me custou o apelido de professor Arigó naquela Faculdade. Era o ano de 1973. Observação. – Com certeza a energia procedente dos cinco alunos, passando por mim, e orientada mentalmente para soldagem da costela, funcionou. Mais uma vez:- “A energia flui para onde o pensamento vai” e, “a eficácia é a medida da verdade”. Alberto B. P. Dias, Especialista, USP – 55.

Relato 32 – Em 1973 trabalhava de manhã até a noite (7 às 23) dando aulas. Quando chegaram as férias de junho estava muito cansado. Orei muito pedindo que tivesse uma idéia e como ganhar algum dinheiro, de modo que colocado a 3% ao mês nos bancos, pudesse permanecer 6 meses em descanso. Calculei que 400.000,00 cruzeiros novos seriam desejáveis. De férias escolares, deitei-me depois do almoço para descansar e, sonhei que, os diretores das Faculdades de nome: “Farias Brito”, em Guarulhos, estavam exultantes por ganhar na Loteria Esportiva. Acordei e fui a Guarulhos, onde um dos diretores me recebeu, confirmou 280 cartões feitos em computador e ofereceu de eu entrar no bolo dos dez apostadores. A participação seria 1.000,00, 1/5 de meu salário. Ofereceu-se de pagar e descontar depois. Eu vacilei. Na semana seguinte os milionários tiveram o suficiente para levantar o que hoje é a Universidade Farias Brito em Guarulhos. Minha parte seria os 400.000,00 que pedi aos céus. Estou esperando o próximo sonho que não se repetiu ainda. Sorria!

Relato 33 – Ainda em 1973 eu conheci o Dr. Max Berezowski, médico, com residência na Lapa, onde gentilmente reunia pessoas interessantes e interessadas na área do espiritismo, místicos de outras disciplinas, pesquisadores de OVNIS, acupuncturistas que na época eram raros. Em destaque estavam lá o Sr. Guilherme Wirtz que, já em 1953 me instruiu a respeito de acupuntura. Sua esposa Amanda. Flavio Pereira, Jacquieri, etc. Nessa reunião estava um senhor que esqueço o nome. Ele perguntou-me se eu poderia dar alguma indicação de como resolver um problema da irmã que se encontrava em Fortaleza, Ceará. Ele era bem mais alto do que eu, de modo que para conversar, estando nós de pé, eu olhava com os olhos voltados para cima, e assim as ondas alfas tiveram predominância. Comecei a perceber uma mulher alta e de físico avantajado, cabelos soltos levemente ondulados, cortados acima dos ombros, dentes incisivos da frente bem separados, aparentando a pele de ter sofrido varicela brava no rosto. Logo percebi por visualização um problema de pele pegando debaixo do braço e lateral dos seios, sendo que as virilhas também. Perguntei a ele se ela sofria de eczema. Ele respondeu que era psoríase. Então eu disse a ele intuitivamente, quais eram as razões psicológicas que causavam o problema. Ele confirmou as circunstâncias relatadas. Aconselhei uma serie de coisas que não devo relatar. Ele passou tudo a ela. Quatro meses depois essa senhora veio de Fortaleza para SP me visitar e conversar, pois seguira as instruções e ficou completamente boa.

Alguns meses depois a mãe do rapaz veio me procurar para perguntar de um filho que estava em Ilhéus. Eu o descrevi magro, fumando muito e muito doente. Ela riu e disse ao filho que a acompanhava – “Eu não disse que tudo isso é besteira? E continuou, oi moço, ele é forte, verdade que fuma muito, mas é forte e saudável como o senhor (gordo)”. Retruquei:- eu o vejo para o meu lado esquerdo e isso significa futuro. Se ele não parar de fumar vai ter problemas. Dois anos depois eu soube que ele estava doente, muito magro e que faleceu em conseqüência do fumo.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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