13 – Relatos de Ações Psíquicas

13 – Relatos de Ações Psíquicas

13 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 28 – Eu conheci Luiz Gonzaga Fernandes em 1964. Seu sonho era obter uma vacina contra o Mal de Chagas. Aos poucos, ele foi convencido de que um soro contra a parasitose poderia mostrar efeitos mais imediatos do que uma suposta vacina. Passou a fazer meios de cultura de Tripanozoma cruzzi, mas não conseguia todas as fases de desenvolvimento no meio de cultura. Tive um sonho e no sonho eu o aconselhava a tomar certa medida com relação à composição do meio de cultura. Contei a ele e ele o fez, e conseguimos todas as fases do parasita desde os esporos até a fase Tripanossomo bem desenvolvida. Observe-se que nenhuma publicação médica parasitológica citou esporulação em Tripanossomo antes de 1971. Nós vimos esse fenômeno nas culturas feitas na Faculdade Farias Brito em Guarulhos. O antígeno foi preparado, e os anticorpos a partir de sangue de cavalo, como gamaglobulina injetável (Laboratório ISA) e chegamos a bom termo com a eliminação da parasitose em 70 pessoas. Logicamente não conseguimos a regressão das lesões já existentes. O assunto foi apresentado em Congresso em Manguinhos, e para o Ministro da Saúde da época, mas o assunto morreu por total desinteresse em resolver um problema que afeta as populações pobres das Américas.  Cessariam as Verbas da F. Rockfeller?

Relato 29 – Em 1972 eu fui procurado pelo irmão João Gonçalves, da Primeira Igreja Batista em São Paulo, para receber doses do soro antichagas, o que foi feito no Hospital Militar em São Paulo. Depois veio o irmão dele e infelizmente não havia mais medicamento disponível e vaga. O rapaz ficou muito triste e eu propus a ele que orássemos. À noite, preocupado com o caso, adormeci. Tive um sonho e nesse sonho uma voz me dizia que usasse o “raio mental”. No sonho um facho de luz saía de minha testa como um raio Laser, fino e concentrado e sendo direcionados para os Tripanossomos, eles morriam. No dia seguinte chamei o Gonçalves e ele sentou-se à minha frente. Olhos fechados, orando, eu comecei por fazer um facho de luz imaginária percorrer o corpo dele, lentamente, desde o couro cabeludo aos pés, passando por todos os órgãos internos. Quando terminei a projeção mental, o Gonçalves me disse que sentia queimar por dentro do corpo, como se estivesse sendo cauterizado. A saúde dele melhorou muito e por anos me agradeceu, pois exames que antes davam quatro cruzes, depois do trabalho mental passou a ser uma cruz o resultado do soro reação. Tenho a observar que quando parei a projeção mental senti muita fraqueza. Despedi-me do Gonçalves e tentei subir as escadas para ir deitar. Precisei subir os degraus de quatro, pois me faltavam as forças. Depois de um bom sono, estava recuperado, mas aprendi uma lição. Já não tinha 30 anos, tinha 43 e a Energia Vital direcionada pela mente (Mana) faz a diferença. A Consciência do Homem tem poder sobre o Corpo do Homem, mas a energia mobilizada, Mana, é extraído do Eu Básico por ação do Consciente sobre o subconsciente (unihipili) e, é Energia Vital modificada pela Inteligência, como qualidade da Consciência. A Consciência é a parte da herança Divina, agindo em nível subquantico, mobiliza a energia quântica que produz os efeitos intencionados. Aprendi a receber energia de um Grupo Preparado, como fazem os Médiuns de Cura nos Centros Espíritas.

Relato 30 – Certa vez estava eu observando o que se passava em uma Igreja Pentecostal denominada Maranata, lá pelos lados da Vila Guilherme. Era um culto à tarde. O pastor estava no fundo do palco, atrás do púlpito, sentado e orando muito concentrado. Varias pessoas oravam em voz alta em vários pontos do salão de cultos. Esperando para verificar como o culto iria prosseguir, abri minha Bíblia, abriu-se na página onde está João 15. Eu concentrei-me na leitura desse Capítulo e, quando estava lendo o 3º versículo, uma senhora à minha frente levantou-se e logo em seguida outra a minha esquerda, esta última distante três cadeiras. As duas começaram a recitar em voz alta o que eu lia introspectivamente. Parei a leitura e elas pararam. Recomecei e recomeçaram. Sinalizei para minha esposa que estava ao meu lado direito que observasse. Assim foi até o final do Capítulo 15, parei de ler e elas pararam de recitar, e então se sentaram. Resolvi tentar de novo o experimento. Abri em Lucas 19 – “Zaqueu o Publicano”. Li concentrado esperando que a coisa se repetisse. Li até a metade e nada aconteceu. Recomecei a leitura, disposto a ir até o final do capítulo 19. Quando finalizei o Capítulo, o Pastor se levantou, foi ao púlpito, levantou as mãos e pediu silêncio na nave, aquietando aqueles que oravam em voz alta. Então disse:- “Levantem-se… Abram as Bíblias. O Senhor me revelou que todos nós devemos ler em conjunto Lucas19.” E assim foi feito; a Igreja inteira leu Lucas 19. Acreditando ter entendido mais uma etapa do processo de meu aprendizado, nós nos retiramos.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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