12 – Relatos de Ações Psíquicas

12 – Relatos de Ações Psíquicas

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Relato  26 – Uri Geller se apresentou no Hotel Nacional no RJ – Levei meu filho Renato para ver o show do Uri Geller em 1980 (?). Eu disse ao Renato naquela ocasião que o Uri Geller usava a energia do público para algumas de suas ações. Assim sendo, se conscientemente ou, inconscientemente, se ligava com o público do ambiente, a cabeça dele estava aberta a receber influências, tanto positivas como negativas. Renato não acreditou. Então eu disse a ele que ia bloquear a cabeça do Uri, para que ele, Renato, se convencesse do que eu dizia. O Uri começou a fazer uma experiência de telepatia com uma moça, tentando ler o que a moça lia em um papel, escrito por alguém da platéia. Não era truque! Eu fechei mentalmente a cabeça do Uri e ele não conseguia fazer a leitura mental. Renato ficou nervoso e disse; – “Pai, pare com isso, você está estragando o espetáculo”. Eu retruquei:- Então você acredita em mim? – “Sim”. Então eu fiz o desbloqueio e, na segunda tentativa ele conseguiu fazer a leitura mentalmente. Paulo Vassilieff, livreiro no Rio, estava presente com o seu filho menor. Em outro número naquela noite, Uri chamou crianças menores de sete anos ao palco. Pediu que tocassem o seu ombro esquerdo (do Uri) com a mão direita. Oito crianças tocaram o seu ombro e com a energia das crianças consertou alguns relógio quebrados. Evidentemente se reabasteceu com Mana para continuar os outros números. Crianças de menos do que sete anos vivem em estado alterado de consciência com seus cérebros pulsando com predominância de ondas Teta e com no mínimo 250 micro volts de tensão elétrica. Crianças passam energia vital, funcionando como bateria em paralelo no caso observado.

Relato 27O Anjo do Pé Grande – Eram os idos dos anos 70. Antônio Ferreira era uma excelente pessoa e bom amigo. Mais idoso do que eu cinco anos, tinha uma conversa agradável e bem equilibrada. Além do bom senso era notável pelo coração grande e mão aberta para ajudar os que se aproximavam como amigos. Nunca se abateu com algumas decepções por parte de quem ele teve consideração, mantendo a Fé nos ensinamentos do Senhor Jesus. Fazia parte da “quinta coluna”, como era denominada por meu pai, a turminha da igreja que gostava de se reunir para conversar aos domingos, na Praça Princesa Isabel, quando o sermão já era repetitivo como aquele celebre:- “Zaqueu desce depressa”, ou, fraco. Assim o papo rolava entre o Ferreira, o Baris Custódio, o Julinho Blanco, o Ludovico Green, eu e mais algum rebelde adventício. Estávamos em uma fase de questionamentos, buscas e investigações a respeito de espiritualidade. Antonio Ferreira me falou a respeito de igrejas pentecostais e daí a idéia de verificar o que ocorria em uma no Braz. Fomos juntos e observei que muitas pessoas falavam alto ao mesmo tempo e havia uma senhora que repetia uma mesma palavra:- “Chiribim… Chiribim… Chiribim”… Chiribim… Chiribim… Chiribim “… A impressão foi a de que invocasse algum Querubim. Como não se passou nada que resultasse em entendimento razoável nos retiramos.

Em outra noite eu e Ferreira fomos a um apartamento próximo à Secretaria da Fazenda, onde haveria uma reunião de oração e havia uma senhora que profetizava. Houve palavras de exortação e cânticos de hinos. Em seguida a referida senhora convidou a que fechássemos os olhos e orássemos. Ela mesma comandou uma oração uma tanto demorada, acompanhada de exclamações de uma pessoa, ou outra, como Aleluia! Sim! Oh Pai! Amem! Etc. Em um dado momento ela começou a invocar a presença de um anjo. A palavra anjo me fez lembrar que minha mãe durante a infância sempre se referia aos pés que cresciam muito como “pés de anjo”. Comecei a imaginar que o anjo que nos visitaria era enorme, da altura do teto e que andava entre nós, com pés enormes, chinelo número 54. Terminada a oração a profetiza nos disse:- “Fomos visitados por um anjo enorme, da altura do teto e tinha uns pés enormes, e andava entre nós”. Depois ela falou de alguns problemas que afligiam pessoas que estavam na sala, tendo acertado praticamente os problemas que as pessoas pensavam em solucionar durante a oração.

Observação – Possivelmente essa senhora era uma sensitiva natural, do tipo que estabiliza o cérebro pulsando a 10,5 ciclos/segundo através da prece e tem facilidade de entrar em sintonia mental com outras pessoas, captando o que cada uma realiza como imaginação. Assim ela captou a imagem do anjo que eu imaginava, e as imagens relativas aos problemas que algumas pessoas imaginavam pedindo solução em oração. Ela me fez lembrar dona Helena Galvez a maior sensitiva natural que eu já conheci, pois diante de dez ou vinte pessoas, sentava-se, orava uma prece em espanhol que aprendera com sua mãe aos quatro anos e idade, caso contrário não funcionava, e depois dizia muitas coisas a respeito da vida de cada um dos presentes.
Alberto B. P. Dias, Especialista, USP, 1955.

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