20º – Apenas quero entender Jesus – A Religiosidade como um Sentimento

20º – Apenas quero entender Jesus – A Religiosidade como um Sentimento

A Religiosidade como um Sentimento

Somos uma Consciência, e nossa Consciência amplia o Nível de Conscientização em função de informações, que sejam armazenadas em nosso Cérebro, em um Banco de Memória, conhecido como Subconsciente.

Nosso Banco de Memória Subconsciente é formado por dados e informações, que podem ser Objetivos, quando procedem da Realidade Externa fenomênica, e Subjetivos, quando procedem da Realidade Interna, do nosso nível Imaginário.

Assim sendo temos no Cérebro um Centro de Formação e de Associação de Imagens de origem Objetiva, e também de Imagens de origem Subjetiva. Nosso Psiquismo, ou, nossa vida psíquica, é relativo a todo trabalho que nossa Consciência faz de modo Objetivo, com Focalização Mental de dados objetivos, e de modo Subjetivo com Focalização Mental de dados Subjetivos.

Sempre é bom lembrar de que Mente é a ferramenta, que como extensão da Consciência, faz enfoques no Cérebro.

Sejam os dados Objetivos, e ou Subjetivos, no Banco de Memória eles funcionam como pontos de referência para a formação de pensamentos, e esses pontos de referência se denominam de ideias. As ideias associadas formam os pensamentos. Assim os pensamentos, elaborados pelo psiquismo, podem ser Objetivos e ou Subjetivos, e o fator principal da Vida Psíquica, são as ideias por imagens que temos como resultado das lembranças, e depois como resultado da nossa Criatividade.

Todas as ideias e pensamentos realizados, subjetivamente, em nosso nível Consciente Interior perfazem nossa Realidade Pessoal e Interior em relação à Realidade Exterior.

Nossa Realidade Pessoal Interior poderá coincidir, ou não, com a Realidade Exterior constituída de Fatos, que são fenômenos realmente acontecidos e percebidos.

Nós também podemos Construir Nossa Realidade Pessoal Interior, em função do que ouvimos, e que sentimos em função do que ouvimos, e entendemos como sendo Verdade, mas que  pode ser pouco provável e mesmo improvável, devido sua natureza subjetiva.

Com a Percepção de que somos uma Consciência e de que temos um nível Psíquico, que funciona fora do nível das frequências Vibratórias do Plano Material, nós podemos imaginar que haja outros Níveis de Consciência, e aceitar que possa haver a existência de uma Entidade Consciente Maior, que possa interferir no nosso Psiquismo. Essa Entidade pode receber o nome de O Altíssimo, ou, outros nomes relativos às diferentes Culturas em Cada Continente.

O Temor e ou Respeito por essa Entidade, que tem vivência em nosso psiquismo como uma subjetividade, resulta em um Sentimento conhecido como Religiosidade, e a Religiosidade é um sentimento intuitivo, e todas as ações psíquicas realizadas em função desse respeito a essa Entidade, que vive em nossa Vida Psíquica, se denominam de Espiritualidade.

Como ignoramos tudo a respeito dessa Entidade, por falta de pontos de referência objetivos, de como sejam suas dimensões e propriedades, essa Entidade passa a ser Incomensurável, Insondável, Incognoscível, e o que passar daí é pura imaginação baseada em fantasia primária.

É melhor que procuremos desenvolver a Espiritualidade com Religiosidade em introspecção profunda e em “secreto”, como recomendado pelo Mestre Jesus o Cristo. Assim sendo a Religiosidade como sentimento intuitivo, deve estar livre de sugestões que não passam de pressuposições e suposições baseadas em pressuposições, oriundas das mentes de terceiros..

Esse fato permite que muitos, que carecem de nível de imaginação próprio, manifestem religiosidade, baseada em racionalizações e exteriorizações, contrariando as recomendações do Senhor Jesus.

Muitos confundem religiosidade com religião, demonstrando a religiosidade pela materialidade das religiões. Melhor é confiar na sua própria experiência e observações e não nas diferentes teorizações, porque também está escrito:- “Maldito o homem que confia no homem…” (Jeremias 17:5). Leiam! Some-se isso aos dizeres do Salmo 118:8. “Melhor é confiar no Senhor do que no Homem”.

Sendo que Deus é criativo e construtivo, Espiritualidade é a atitude de uma Consciência, de sempre fazer o bem durante o trabalho no plano material e no de desenvolvimento do psiquismo no plano espiritual.

É procurar ser Criativo, Construtivo, e honesto, puro de coração, limpo e bom como qualidades humanas. (Filipenses. 4/8). A Espiritualidade tem a ver com o sentimento de religiosidade, mas pode ser totalmente independente de uma determinada religião.

A Espiritualidade se manifesta pelo desenvolvimento psíquico e espiritual qualificados pelas recomendações de Jesus, reforçadas pelo entendimento de Paulo na carta aos Filipenses, e não pelos rituais, normas, princípios, dogmas, fundamentos e títulos, comendas, cargos, funções e posições de liderança, e ou, sua hierarquia institucional corporativa.

O desenvolvimento psíquico se dá quando adquirimos informações, meditamos nas mesmas, ordenamos as ideias, analisamos com cautela, racionalidade, e depois em contemplação damos tempo para assimilação e rearranjo das novas ideias com as anteriores, aguardando que a intuição nos dê respostas às indagações que surgiram durante a meditação. Assim procedendo, cada qual que se informe das palavras de Jesus e inicie a Meditação dinâmica, com reflexão, ordenação e analise.

Uma vez que a partir das reflexões nas palavras de Jesus, intuímos ideias novas e mais abrangentes, podemos voltar a buscar novas informações e novas experiências, que nos elucidem, reiniciando o ciclo de desenvolvimento psíquico com maior abrangência nessas ideias. O espiritualista é dinâmico em suas meditações e no resultado de suas experiências. A eficácia, tornada evidente nos resultados das ações feitas com as habilidades psíquicas desenvolvidas, é e sempre será a medida da verdade.

 

A Religiosidade é um sentimento de gratidão e paz profunda…

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel, Licenciado e Especialista em História Natural (Todas as disciplinas Biológicas e Geológicas), USP, 1955.

 

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