11 – Relatos de Ações Psíquicas

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Relato  24 – Limpeza de Rins – O Padre Lauro Trevisan, recebeu o treinamento em 1976, em São Paulo, no Colégio Rio Branco, quando eu era instrutor do Silva Mind Control do Brasil. No final de janeiro de 1.979, eu já estava desligado da Organização Silva e, com mais liberdade de ação, dei um treinamento de Bioenergética em Porto Alegre e depois em Santa Maria a convite e uma médica local. Tendo sido do agrado, voltei a aquela cidade a convite do Padre Lauro Trevisan em 1980 e 1981. O Treinamento foi no Fórum, e depois foram 14 que seguiram no Salão Alfa, de sua propriedade. A qualidade do povo bom e com muita fé, permitiu que houvesse algumas ocorrências, as quais resultaram em benefício de algumas pessoas. Destacamos uma delas pela importância do fato. Uma professora universitária da Universidade Federal de Santa Maria me procurou pedindo ajuda. Mostrou-me um relatório médico onde se referia a Rins, um com 20% da capacidade e outro quase zero, indicando transplante. Outra guia marcava a data de sua ida ao hospital de Brasília para a cirurgia. Mostrou os pés e pernas inchadas. Disse das dificuldades do marido cardíaco e das crianças em casa. Como naquela época, depois de vários cursos, havia repetidores do treinamento em bom número na sala que abrigava mais do que 200 pessoas, solicitei que ela, do palco, falasse ao público e pedisse ajuda a todos. Então, de pé e de costas voltadas para o público, permaneceu disposta a receber a ajuda com as mãos apoiadas nas costas de uma cadeira. O público direcionou mentalmente a energia com as mãos voltadas para as costas da receptora. Foram trabalhadas as luzes: branca (energia total) para vitalizar. Azul violeta na intenção de limpeza e purificação. Verde claro para equilíbrio de funcionamento e verde escuro na intenção de regeneração com materialização nos Rins. Assim, no total foram gastos no máximo cinco minutos. Terminada a atuação, a senhora que recebeu a ajuda me disse de um calor intenso, sendo que nos rins, sentia uma queimação. Pedi que se sentasse e que quando fosse urinar que o fizesse no banheiro atrás do palco e me chamasse para observar a urina. Depois de dez minutos ela se levantou e foi. Chamou-me e o que eu vi na bacia foi um material como se tivesse lavado um coador com o resto do pó de café equivalente a três colheres. Eu disse a ela: ”acho que funcionou, Deus deve ter ouvido nossas preces”. Três meses depois voltei para dar outro treinamento no mesmo local. Ela compareceu e mostrou um relatório médico de Brasília que dizia:- “Parabéns, rins funcionando 100%. Não necessita mais o transplante”. Acredito que quem fez mais empenho na ajuda mental foi à irmã da professora universitária, pois ela seria a doadora do rim. Fiquei sem notícias dessa senhora por 27 anos. Interessado em saber, para satisfação pessoal, se ela ainda estava bem depois daquela situação, consegui o seu telefone. Atendeu-me, e ouvi de uma professora universitária: “Como foi Deus que me curou pensei que não teria que lhe telefonar para dar notícias”. Perguntei a ela porque foi que Deus só a atendeu por ocasião do treinamento que estava sendo dado, e não atendeu antes. Ficou sem resposta. É raro alguém ligar para agradecer, e isso faz parte do nosso aprendizado, pois quem nada espera dos demais não se decepciona. Tudo se passa como se alguém estivesse em uma “Escola Invisível”, onde os resultados eficientes das experiências são uma contribuição para aumentar o Conhecimento de quem faz as ações psíquicas.

Relato 25Psicocinesia – Estava dando treinamento no salão da Rede Ferroviária em Fortaleza, em 1980. Havia pelo menos 40 pessoas. Verificamos a veracidade da afirmação: “se houver dois ou mais de vós reunidos em meu nome, tudo o que pedirdes será feito”. Então se houver 40, 50 ou mais, sempre é mais do que garantido. Outra questão que foi colocada seria verificar a diferença que há entre pedir orando com falação, e pedir orando, mas só imaginando resultados. Foi assim que combinei por telefone com uma pessoa que estava há 4.500 km de Fortaleza para que ficasse atenta, próximo da porta de entrada de um salão que eu conhecia, para observar o que aconteceria às vinte horas e trinta minutos daquela noite em que haveria uma reunião com mais do que 100 pessoas. Ela sentou-se no fundo do salão. Era o mês de agosto, o fim do inverno e estava muito frio e a porta de 2m. de correr no trilho foi fechada. Ensinei as pessoas do treinamento em Fortaleza a mobilizar energia mentalmente dentro do princípio: “A energia flui para onde o pensamento vai”. Que direcionassem energia para mim, pois, eu funcionaria como condensador e vetor. Eram vinte horas e vinte e sete minutos quando comecei a receber energia (Mana), e às 20 Horas 30 min, projetei-me mentalmente ao local, abrindo a porta do salão que era de correr em cima de um trilho, e estava a 4.500 km. No dia seguinte telefonei para saber o ocorrido e a notícia foi a de que às 20 Horas 30 min, a porta se abriu completamente, entrando uma lufada de vento frio na sala, de modo que muitos se voltaram para trás para ver quem havia escancarado a porta de correr 2 metros em cima de trilho, e não havia ninguém.

Alberto B. P. Dias, USP 55.

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