09 – Relatos de Ações Psíquicas

09 – Relatos de Ações Psíquicas

09 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 16 - Levantando do Estado de Coma.- O Sr. João Fornari, industrial, fez o treinamento do dia 14 de novembro de 1975 em um anfiteatro da Faculdade de Medicina da USP. Depois disso, passamos de conhecidos a amigos. Anos depois seu filho Walter sofreu um acidente e da lesão resultou um câncer. Foi tratado convenientemente pelos métodos tradicionais, mas não conseguiram evitar a metástase. Um domingo, na hora do almoço, o Sr. João Fornari me telefonou, relatando que o Walter, de manhã cedo, teve um momento de lucidez e pediu para ser crismado pelo seu confessor antes de falecer, Padre José do Colégio Coração de Jesus. Em seguida entrou em Coma. O Sr. João me pediu se podia fazer levantar o Walter. Eu disse ao Sr. Fornari que iria às 17 horas para tentar atendê-lo. Que o padre estivesse a postos. (Eu tentaria repetir o que já fizera em Andrelândia em 1979 com um senhor de idade). Seriam 17 horas de domingo quando cheguei ao Apartamento sito a Rua Maranhão (Higienópolis). Ao entrar deparei com 50 pessoas na sala ampla. No quarto do casal, onde o Walter estava deitado na cama, havia dois médicos, o Padre José e familiares, ao todo umas 15 pessoas. Perguntei aos médicos se ele estava em coma profundo. Disseram que sim. Pedi à dona Mara que tentasse acordá-lo. Ela chamou, estimulou as faces com as mãos e ele não reagiu. Aproximei-me e, com as mãos aplicadas no crânio passei energia, levantando “um extra de energia” com respirações profundas. Demorei-me por talvez 5 minutos. Levantei, pois estava de joelhos, olhei para o Walter e observei mudança de cor no rosto que antes estava pálido. Voltei-me para os presentes e percebi em muitos rostos a dúvida. Precisando mudar a polaridade Mental deles para expectativa, disse; “Para que não haja vaidade, vou sair do quarto, e ser for pela vontade de Deus, ele vai se levantar para ser crismado quando eu fechar a porta”. Saí e fechei a porta. Um minuto depois e o Sr. João Fornari abriu a mesma e me puxou para dentro dizendo “venha ver, ele está se levantando sozinho”. Eram 18 horas e, eu disse ao Sr. João:- Não se iluda, ele vai viver 72 horas, e aproveitem bem esse tempo com ele. Walter sentou-se na cama, pediu água, bebeu, levantou-se e abraçou primeiro o seu avô, depois outros presentes. Em seguida foi crismado, e Walter viveu mais 72 horas, sem dor nem qualquer outro problema, comendo e dormindo normalmente e participando da vida em família. Eu estava em Niterói quando o Sr. João Fornari me telefonou na quarta feira às 18 horas para comunicar que Walter havia falecido alguns minutos antes.

Relato 17 – Em 1977 apresentava um treinamento nos Jardins, e tivemos a presença de estudantes e praticantes de Eubiose. Uma senhora do grupo da Eubiose, dona Stella me perguntou da possibilidade de visitar e possivelmente ajudar uma conhecida que estava com os dois pulmões tomados pelo câncer que teve origem no ato de fumar. Encontramos no local uma senhora, médica, muito magra, deitada e respirando com muita dificuldade. Estava muito mal. Para atuar havia pelo menos cinco pessoas conhecidas de dona Stella. Concentramo-nos, com todo o grupo fazendo transferência de energia pelas mãos. Depois de três a quatro minutos ouvimos uns estalos provenientes do peito da paciente, era como se estivesse despregando algo dentro dos pulmões quando inspirava. A paciente começou a respirar bem pelos dois pulmões, melhorando muito seu estado geral. No entanto, ela voltou a fumar sem controle, falecendo oito meses depois.

Relato 18 – Dr. Ivan Marden Negrão, residente em São José do Rio Preto, fez um treinamento em SP juntamente com a esposa em 1976. Freqüentou uma turma para a qual eu sugeri que tentassem mover um objeto em casa durante um dos exercícios. Dr. Marden combinou com a esposa que, imaginassem mover um determinado quadro enorme, e preso por um fio de aço apoiado em dois suportes fixos na parede, tirando-o do prumo e fazendo- o pender para a esquerda. Quando chegaram à casa que permanecera vazia em sua ausência, encontrou o quadro muito pendido para a esquerda. A casa estava fechada. Por essa e outras razões organizou um treinamento para 40 “amigos”. Tudo correu normalmente afora algumas perguntas insistentes de algum participante. Depois de 90 dias recebi um envelope do Doutor Marden, um ofício com papel timbrado da Faculdade de Medicina que me nomeava Assistente Honorário da Cadeira de Neuropsiquiatria, e outro onde comunicava que depois do curso e da reprogramação cerebral feita, ele conseguiu dar alta para 80% dos 40 pacientes rebeldes que fizeram o treinamento, pois, passaram a aceitar bem a terapia. Estou agradecido ao Dr. Ivan Marden Negrão pela referência que me deu.

Relato 19 – Em 1980 estava em Barretos com treinamento para 40 pessoas. Há um exercício em que ensino como sentir entre as mãos o coração de uma pessoa que esteja distante, mas estando em contacto psíquico com a mesma. A experiência pode ser feita para projetar energia por enfoque mental para fortalecer a energia vital do coração de uma pessoa à distância. Um jovem de 16 anos me perguntou se a pessoa poderia sentir-se tocada.

Eu respondi que sim, se o contato psíquico fosse bom e suficiente e houvesse essa intenção. Fizemos o exercício. No dia seguinte veio o relato de que o pai do garoto sentiu um apertão no coração e chamou uma ambulância e foi ao hospital fazer um check-up. Perguntei o que ele havia imaginado e ele relatou que ao sentir o coração pulsando entre as mãos, imaginou um “apertãozinho”, desejando que o pai o sentisse, pois o pai estava duvidando dos resultados do treinamento. O garoto era um “touro” de forte.
Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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