08 – Relatos de Ações Psíquicas

08 – Relatos de Ações Psíquicas

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Relato 13O caso de Maria Antonia – Era nossa conhecida, pois frequentávamos a mesma Igreja. A partir de certa data desapareceu do convívio. Algum tempo depois soubemos que estava enferma com tuberculose pulmonar. Soubemos que o organismo dela não reagia apesar de tratada de modo adequado. A turma de jovens de nossa Igreja naquele ano de 1953 era muito unida e resolvemos fazer uma visita. Para tanto arrumamos dois carros emprestados. Um era de meu pai, Alberto Pinto Dias, que me perguntou a finalidade da visita. Recebendo a explicação ele me disse:- “se vão orar pelo enfermo, se a pessoa é pobre, e está em casa, levem uma carroça de comida. Oração sem comida é mais vazia que discurso de filosofia que não leva a ação prática. É, uma carroça vazia, faz muito ruído e não resolve nada”. Acho que meu pai sabia o que estava dizendo. Chegamos a uma casa humilde. Estavam presentes a amiga e a mãe aparentando idade mais avançada. Maria Antonia trabalhava para sustentar a mãe. A mesa da cozinha ficou pequena para amparar o volume de alimentos provenientes do bagageiro do velho Packard 48. Muitos oraram e saíram. Eu senti uma angustia e senti vontade de dizer a ela que levantasse e visse que a dispensa estava cheia e uma boa quantia de coleta. Em seguida pedi que se deitasse. Perguntei se ela acreditava que Deus poderia curá-la rapidamente. Afirmou que sim. Então agora feche os olhos e durma, durma profundamente… Deus vai atuar enquanto estiver dormindo… Só acorde para ir ao banheiro e se alimentar… Depois durma novamente que v. vai se curar. Fizemos uma prece com imposição de mãos e ela adormeceu sossegada. Era de tarde, mas como dormia profundamente, fechei as taboas da janela e saí de mansinho. Pedi à mãe que observasse se ela dormia bem e me relatasse na semana seguinte. Na segunda feira falei com Ademar de Barros Filho, excelente colega na USP, muito educado, e pedi que se fosse possível que a senhora Leonor Mendes de Barros me arrumasse um jeito de internar a moça nos Sanatórios em Campos do Jordão. Na sexta feira fui chamado a ir à casa do Dr. Ademar de Barros Filho e recebi das mãos dele uma carta, que encaminhava a mesma aos Sanatórios de Campos do Jordão, mas em primeiro lugar Maria Antonia deveria ir ao Instituto Clemente Ferreira fazer chapas dos pulmões. Como não consegui ir lá no domingo, pedi a uma pessoa que morava perto de Maria Antonia que levasse a carta. Passaram-se 15 dias e quando eu voltei da Faculdade, ao chegar a minha casa, minha mãe me disse que recebeu a visita de Maria Antonia e da mãe dela, pois vieram agradecer. Eu perguntei:- “Então já foram para Campos do Jordão?” A resposta foi:- “Não, vieram agradecer o dinheiro, a comida e a oração que você fez. Contaram que ela dormia o tempo todo, só acordando para ir ao banheiro e quando a mãe chamava para comer. Quando receberam a carta, providenciaram ir ao Clemente Ferreira. Foram lá hoje pela manhã e as chapas deram que ela está completamente curada, tudo cicatrizado, não precisa ir ao Sanatório”. Maria Antonia se casou e teve filhos. Perdemos o contato. Acredito que ao constatar a doação de alimentos e de dinheiro suficiente, se emocionou e ficou totalmente aberta à sugestão dada de dormir em paz e só acordar para se alimentar e para sua higiene pessoal. O estado de felicidade e despreocupação permitiu que sua Consciência se equilibrasse e que ela se curasse.

Relato 14 – A Diretora da Faculdade Piratininga (1973) foi procurada por mim, afim de que me contratasse como professor de Biologia humana. Conversamos rapidamente e nesse meio tempo eu notei que ela estava com o pé engessado. Disse-me que teve um problema no tornozelo e que a tirar o gesso em dez dias. Na cara de pau, pedi que colocasse o pé na banqueta que usava como descanso do pé engessado. Apliquei energia com as mãos durante 5 minutos. Ao parar ela desceu o pé, firmou-o no chão e disse:- “O gesso agora está folgado. Espere um momento que já volto.”. Saiu andando com as bengalas especiais. Esperei 30 minutos e ela voltou andando normal com o sapato no pé. Olhou para mim e disse; – “Está empregado, traga a sua carteira de trabalho amanhã”. Ao sair foi ao médico, e o mesmo tirou o gesso, examinou e deu alta. Ela voltou andando normalmente para a Faculdade com o sapato. O hospital estava na Praça Marechal Deodoro a 150 metros da Faculdade Piratininga.

Relato 15Projeção de Energia Vital e Leucemia Infantil. Dei 36 treinamentos em Fortaleza, um por mês a partir de 1979. O primeiro que desencadeou a série foi organizado pelo advogado Jussié Pires Vieira em meados de 1979. Em Fortaleza o povo é bom e emotivo e vários acontecimentos sucederam. Dona Maria, era massagista e fazia ginástica e foi protagonista de alguns sucessos. Ela tinha facilidade de introspecção e visualização, e em um treinamento no auditório da Faculdade de Direito, pediu ajuda para um sobrinho internado com leucemia. Ela foi orientada a se projetar mentalmente, imaginando que estava no Hospital a fim de passar energia vital para o sobrinho internado com leucemia, durante uma fase do exercício a ser dado. O fez com tanta garra e precisão que a criança disse posteriormente que via a tia a seu lado mais do que uma vez. Isto coincidia com o tempo recomendado para se projetar durante os exercícios. O menino curou-se da leucemia, mas o espanto foi a criança deixar o hospital com alta em uma semana.
Alberto Dias, Bacharel Licenciado, Especialista em Fisiologia, USP 55.

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