16 – Consciência, Inteligência e Realidade

16 – Consciência, Inteligência e Realidade

Consciência, Inteligência e Realidade (16/18)

Recordando:- Já definimos inteligência básica como a capacidade de devolver uma informação recebida sem distorções, além de um raciocínio lógico e razoável básico. Uma inteligência avançada como sendo a capacidade de conotar ideias para produzir pensamentos e conotar pensamentos para produzir abstrações.

As ideias são pontos de referência gravados na área gnósica de cada um dos sentidos no cérebro. As ideias constituem os dados e informações gravados, e perfazem o que os psicólogos chamam de informações subconscientes. Ideias são pontos de referência subjetivos. Para que ideias, pensamentos, dados ou informações possam ser utilizadas pelo nível consciente da Consciência, é necessário que o Consciente faça enfoques mentais no subconsciente, ou, banco de memória. O Consciente busca a informação no Subconsciente.

Um enfoque eficiente para a coleta de dados e depois um bom trabalho de conotação de ideias e de pensamentos, depende de uma Consciência em Paz, portanto, livre de sentimentos, emoções e stress. Sentimentos são as sensações agradáveis e ou desagradáveis, que resultam das comunicações com os demais. Emoção pode ser o resultado das lembranças das razões dos sentimentos e é direcionada aos demais como uma resposta aos sentimentos causados, ou, quando em ressentimentos.

Sendo o cérebro como um computador, responde à simples imaginação como se fosse uma Realidade Externa. Sentimentos e Emoções negativas causadas por sentimentos podem causar tensões que se evidenciam na contração de músculos.

 Estabelece-se uma memória relativa aos sentimentos e emoções nas contrações musculares, e em situação em que há dúvidas e ansiedades, ou mesmo sentimentos de medo, os músculos respondem com contraturas mais acentuadas do que as normais do tônus muscular da manutenção de equilíbrio do corpo, e o cérebro com pulsação mais elevada. Pequenas contraturas, rictus faciais, gestos desnecessários e posturas padronizadas denunciam o que vai ao cérebro do indivíduo em observação.

Estados de tensão causados por dúvidas, inseguranças, medo de fracasso, raiva, levam automaticamente o cérebro a funcionar com pulsações mais elevadas que correspondem a um menor nível de energia disponível. Ex:- O Nível de energia necessária para raciocínio lógico e razoável é de 50 microvolts. Eventuais pescagens de informações no Banco de Memória do Subconsciente exigem um potencial de 100 microvolts. Um estado de concentração para elaboração de textos, ou, resolução de problemas de matemática, física ou química, exige um mínimo de 250 microvolts. O nível de energia sob a tensão e a ansiedade é de 30 microvolts. Sob o medo é de 20 microvolts, e com emoções descontroladas, 10 microvolts, com características do pânico.

Essa queda de energia neurológica por tensão, ansiedade, medo e ou emoções descontroladas causa o “branco” na memória dos que fazem testes ou exames vestibulares e concursos públicos.

Inversamente, estados de relaxamento, ou melhor, descontrações, proporcionam condição de elevação do nível de energia neurológica para 100, ou, 250 microvolts, o que facilita o trabalho do Consciente no banco de memória do subconsciente, bem como a criatividade e o improviso que resulta das intuições e que resolvem problemas de qualquer natureza.

Como é difícil controlar os sentimentos e as emoções, é possível criar reflexos condicionados por um processo de associação, que resultem em descontração de modo automático. Uma pessoa totalmente descontraída controla as emoções, pois é impossível sentir emoções em estado de total descontração física e mental.

A proposta é que, em Primeiro Estágio, a pessoa tome Consciência de cada parte de seu corpo. Depois, que a pessoa induza cada parte de seu corpo à descontração. Depois há a etapa em que a pessoa associa o estado de total descontração com um sinal autógeno, de tal maneira que ao se produzir o sinal autógeno, se descontraia em qualquer circunstância. Uma vez estabelecido o automatismo autógeno, iniciamos um processo de estabelecer um estado de paz e harmonia interior, que leva ao denominado estado de descontração mental.

Estabelece-se um equilíbrio interior autocontrolado em que não há tensões nem ansiedades. Há facilitação neurológica para aumentar a concentração e evidentemente facilitar a tomada de dados e informações. Há o equilíbrio neurológico necessário e suficiente para lembrar-se dos dados e informações que estão registrados no Banco de Memória, ou Dados Subconscientes, bem como facilitação para conotação de idéias. São pelo menos 16 horas de trabalho Consciente, como Ato moral Consciente.

A formação de condições que levam ao aumento de QI, por aumento de facilitação de trabalhar com o Consciente no Subconsciente, com aumento da capacidade de intuição que proporciona acertar mais por errar menos, exige mais 16 horas de trabalho em um segundo estágio.

Uma explicação prévia de 2 horas é recomendável. Depois, 16 horas de trabalho pode resolver para jovens até 21 anos. Adultos necessitam de 24 a 32 horas. Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel, Licenciado, Especialista, USP. 1955

Postado em : Consciência, Inteligência e Realidade

Deixe sua mensagem

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

*

.