06 – Relatos de Ações Psíquicas

06 – Relatos de Ações Psíquicas

06 – Relatos de Ações Psíquicas

Relato 9 – Quando eu fui operado de hidrocele, estando preparado e deitado na mesa de cirurgia, perguntei ao médico:- “Dr. Se eu não sangrar, não pago seus honorários, está bem assim?”. Ele responde-me – “Não diga bobagens, vou te cortar e como não vai sangrar?”. Já havia me programado há dois dias antes e ainda pedi à anestesista que repetisse varias vezes como reforço em meu ouvido:- “Sem sangue, sem inchaço e sem dor, cicatrização rápida, perfeita e sem dor”. E depois aplicasse o anestésico. Quando voltei da anestesia, enquanto esperava, concentrei-me na área do corte e imaginava fachos de luz, em uma seqüência de cores, que para mim significam – branca = energia total; azul violeta = purificação, limpeza, mata micróbios e tira inflamações; verde claro = equilíbrio de funcionamento; verde escuro = cicatrização, regeneração, materialização. Quando fui examinado no dia seguinte a cicatrização havia sido total. Com espanto o cirurgião tirou os pontos. Deram um antibiótico como preventivo e no dia seguinte recebi alta e saí do Hospital. Segundo me disse o cirurgião, durante a cirurgia sangrou menos do que 10% do que normalmente sangraria. N.B.- As luzes são símbolos que, disparam a intenção anteriormente programada no cérebro com o condicionamento mental.

Relato 10 – Em 1973 trabalhava no “Colégio Rio Branco”, nas Faculdades Integradas de Guarulhos, e nas Metropolitanas Unidas. Por apenas um semestre precisei aceitar aulas no Sábado de manhã em Guarulhos, a pedido da diretora Maria Aparecida Najar. Depois, das 10h30min às 13h30min horas, daria aulas nas Faculdades Metropolitanas Unidas, onde ministrava Biologia Humana para uma turma do Curso de Pedagogia. O trabalho durante a semana, de manhã, à tarde e à noite e mais no Sábado tornou-se excessivo. Agüentava com os processos de relaxamento imediato que aprendi em 1.972 com o Método Silva de Controle Mental. Nos intervalos das aulas, relaxava de três a cinco minutos e nos descansos vinte minutos. Com isso percebi que ao dar as aulas me sentia diferente, muito leve, descansado e com a memória pronta como se estivesse dominando o banco de memória do subconsciente o tempo todo. Hoje, tenho certeza de que estava fisicamente ativo e mentalmente em estado alterado de consciência todo tempo de duração das aulas. Em um sábado, estava uma manhã de sol e céu azul, e eu bem disposto ao chegar para as aulas nas Faculdades Metropolitanas Unidas. Dissertava sobre funcionamento das Glândulas Tireóides, e fazia desenhos coloridos na lousa para ilustrar, quando uma aluna, alta, magra, morena clara com cabelos pretos e olhos esverdeados claros, levantou-se e perguntou-me: – Professor, o Senhor poderia nos ajudar? – Sim, mas qual a dúvida? – Não é dúvida da aula. É que a minha irmã está com um terrível dor de cabeça a mais do que uma semana, já passou por junta médica e o problema não se resolve. Nesse instante visualizei uma imagem de jovem, baixa, gordinha, loira de cabelo pintado perceptível pelo tom, vestindo calça jeans uma blusa branca, amarrada com meio nó na altura do umbigo e tênis. Descrevi a figura e perguntei se era a irmã dela. Cheia de surpresa perguntou-me:- O professor conhece minha irmã? – Não, mas estou vendo imagem neste momento. Ela é assim? – Certamente, até parece que a conhece. No instante seguinte descrevi um trecho de um apartamento cuja imagem se me afigurou:- Vejo uma sala que dá para um pequeno hall. Dele se vê duas portas, uma dá para a direita e é um quarto. A da esquerda dá para um banheiro pequeno. Há um espelho sobre a pia, o qual é uma porta de um armário. Há três prateleiras de vidro no armário. Na prateleira do meio há do lado esquerdo um vidro de Lasix. – Sim é isso mesmo. Minha mãe toma Lasix. – Sua irmã pensa que é gorda e querendo reduzir peso abusou do Lasix, e descompensou o equilíbrio sódio-potássio do sangue e das células nervosas, o que ocasionou a dor de cabeça. P: E agora o que fazemos? – Diga a sua mãe que vá ao bairro da Liberdade, compre um vidrinho de Umeboshi de preferência importado do Japão e que ela dê duas ameixas salgadas para sua irmã comer e depois uma garrafa de água Lindóia. Isso vai refazer o equilíbrio salino do sangue e a dor de cabeça irá passar em 15 minutos. Que sua irmã não tome mais Lasix que é muito forte e pode lesar os rins dela. Quando dei por mim, estava falando como um oráculo diante de 80 alunas universitárias e tive receio de alguma conseqüência menos agradável devido a minha posição de professor naquela Faculdade. No Sábado seguinte a aluna não apareceu e meu estado de ansiedade aumentou. Quinze dias se passaram e a moça voltou à aula de Biologia. Iniciada a mesma, levantou-se e disse:- “Tenho a obrigação de que fazer um relato e agradecer o professor, em meu nome e de minha mãe. Sei que ficou muito comentário na classe em relação ao assunto e é preciso esclarecer. Cheguei a minha casa e contei para minha mãe o sucedido em aula. Meu pai reuniu os médicos e relatou a indicação feita, consultando-os. Riram muito do fato. Passados mais dois dias sem solução para a dor de cabeça, minha mãe resolveu tomar uma atitude. Foi à Avenida da Liberdade, comprou a ameixa salgada e deu duas para minha irmã comer e mais a garrafa de água Lindóia. Depois de vinte minutos minha irmã estava bem e continua bem sem dor de cabeça até hoje”.
Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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