05 – Relatos de Ações Psíquicas

05 – Relatos de Ações Psíquicas

05 – Relatos de Ações Psíquicas

Iniciando relatos relativos à projeção psíquica de energia por enfoque mental adequado.

Relato 1 – Em 1971 dava aulas de Biologia na Faculdade Farias Brito, também em Guarulhos. Uma aluna teve um mal súbito, desmaiando na sala de aulas. Retirada da sala e sentada em uma cadeira posta no corredor, recebeu uma aplicação de energia com os três dedos da mão direita no gânglio cervical médio do lado esquerdo do pescoço. Foram três respirações profundas com levantamento de energia extra (Mana), que imaginava “ser injetada” através das pontas dos primeiros três dedos da mão direita. Coincidência ou não, voltou o bem estar e ela voltou para a sala de aulas, onde prossegui no tema:- “Concordância entre o Gênesis e os dados da Ciência a respeito da Criação do Mundo”.

Relato 2 – Era o Ano 1972, ainda no prédio antigo das Faculdades Integradas de Guarulhos, uma moça sentiu-se mal durante uma aula de Biologia para Psicologia do primeiro ano. Percebi quando as colegas olhavam para ela. Havia um esforço da jovem para controlar o que seria o desencadear de um ataque epiléptico leve, ou, de pequeno mal, ou, “ausência”. Aproximei-me rapidamente e intuitivamente apertei com a ponta do dedo médio da mão direita o ponto da acupuntura conhecido como regulador de energia no meridiano principal do corpo, na Fontanela Bregmática. Respirei fundo, prendi o ar por um minuto em uma respiração positiva, exalando e passando com a ponta do dedo o extra de energia e calor obtido do exercício respiratório. Ela voltou imediatamente à consciência plena e autocontrole, tendo sido bloqueado o ataque. Depois fui informado de sua disritmia cerebral.  Observação. A impressão é a de que bastava equilibrar a energia para cessar o mal naquele momento. Ensinei a moça a fazer doin no ponto que há na Fontanela assim que sentisse que estava começando o sintoma, ou, “aura epilética”.

 Relato 3 – Nas Faculdades Integradas de Guarulhos (ano 1973) havia uma jovem com uma ulceração de córnea. Ela me pediu ajuda. Solicitei que fechasse os olhos ali mesmo, na calçada em frente à Escola e, coloquei a ponta do dedo indicador, sem pressão, sobre a pálpebra. Concentrando-me em passar energia, respirei fundo e ao exalar visualizei luz azul violeta emitida da ponta do dedo para a córnea, imaginando que a córnea da mesma estava perfeita. Depois brincando eu disse que se ela estivesse boa no dia seguinte, estaria me devendo um docinho. No dia seguinte ela apareceu com uma bandeja de docinhos. A Córnea estava perfeita. Certamente houve boa interação entre os Eus Superiores dos dois. Passei energia com Intenção e ela mesma se encarregou de fechar a úlcera? “A tua fé te curou”?

Relato 4 – Ainda nas Faculdades Integradas de Guarulhos, uma jovem se queixou de que estava com problema de catarata no início. Intuitivamente perguntei se ela comia muita banana nanica. Disse-me que sim, que devido às condições financeira a base da alimentação era arroz e feijão e banana nanica. Disse a ela que substituísse por arroz integral, feijão branco e comesse banana prata. Seis meses depois eu a encontrei novamente em frente à Faculdade e ela estava com a córnea e o cristalino perfeitos. Valeu a Intenção ou a dieta?

Relato 5 – Ainda nos anos 70, ministrando aulas de Biologia no Colégio R. Branco, durante uma prova escrita, notei que uma aluna sentada na primeira fila estava com um herpes labial. O lábio superior bem inchado. Lembrei-me do Raio Mental, idéia de ação mental que me surgiu em sonho. Apliquei a energia mental, imaginando o raio lazer mental, saindo do Chakras Frontal e direcionado para o lábio da jovem do segundo ano Colegial da tarde. De repente ela colocou a mão sobre o lábio e olhou para mim com espanto. Fiz sinal para que ela ficasse em silencio e esperasse. Terminada a prova, com o lábio muito menos inchado, me contou que sentiu um calor intenso, um ardor e ao olhar para mim “eu vi o senhor me olhando daquele jeito e me assustei!”. Contou-me que mais uma hora depois já não tinha mais nada. A energia doada com Intenção, a sugestão e o aumento do equilíbrio do Sistema Imunológico?

Relato 6 – Outra jovem de um segundo ano colegial da manhã apareceu na aula com um terçol avantajado e disse que estava aborrecida, pois haveria um baile naquela noite e não poderia ir daquele jeito. Como ela era muito alta, e eu baixinho, subi no tablado do professor e consegui me igualar na altura desejada.  Disse a ela que se eu resolvesse o problema que ela me desse alguns brinquedinhos baratos para doar ao orfanato de Apiaí. Disse que sim. ( truque aprendido de xamâ, de criar a obrigação associada ao desejo de sarar). Concentrei-me com o “raio mental” na área inflamada e desejei que desaparecesse. No dia seguinte a moça já com as pálpebras normais, procurou-me no Colégio e perguntou-me meu endereço, dizendo que à noite anterior já estava perfeita para o baile. As crianças ganharam brinquedos simples que encheram o porta-malas de um carro grande.

Relato 7 – Uma jovem do Colegial do Rio Branco que estudava balé, junto com uma colega, interceptou minha passagem no saguão do colégio, dizendo que torcera o tornozelo e que não podia dançar devido à dor. Era a mesma que eu havia resolvido o problema de Herpes. De pé, como estávamos no Hall, voltei à palma da mão na direção do tornozelo dela, direcionando mentalmente um fluxo de energia associado ao Chakras Laríngeo durante um minuto. Quando ela sentiu que esquentou o seu tornozelo, eu parei. Saiu andando normalmente e dançou o balé à noite. Projeção de energia direcionada com intenção, associada à Fé conquistada na cura do Herpes labial?

Relato 8 – Tomava um café no Bar em frente a F. Integradas de Guarulhos. Chegou um aluno que quebrou uma costela em acidente de carro. Passou pela clínica em frente à Faculdade, tirou radiografia e foi enfaixado. Queixou-se de dor, dificuldade em respirar e não podia fazer o movimento de se sentar que doía muito. Pedi aos colegas dele que o rodeavam, para que colocassem a mão direita em meu ombro esquerdo. Concentrei-me imaginando que deslocava energia deles, colegas, e aplicava a mesma com a ponta dos dedos na fratura por 3 minutos. Ele se espantou quando percebeu que podia respirar a plenos pulmões, sentar, levantar e saiu correndo em direção à Faculdade, e gritando: Professor Arigó… Professor Arigó… rsrsrsrsrsrsrs. Depois, voltou a clinica na mesma noite e pediu mais uma radiografia. A costela agora estava soldada e com o calo ósseo perfeito.
Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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