11 – Consciência, Inteligência e Realidade

11 – Consciência, Inteligência e Realidade

Consciência, Inteligência e Realidade (11/18)

Desde a antiguidade se observam habilidades psíquicas, que são decorrentes de habilidades naturais, ou, obtidas através de exercícios. Como na época não havia fácil acesso às informações exatas, e não havia uma metodologia eficiente que proporcionasse as habilidades psíquicas, quem estava por fora desses conhecimentos e da existência da milenar filosofia Huna, fazia suposições para explicar o que era, e ainda é mistério, a quem está preso às crenças limitantes decorrentes da má interpretação desses fatos.

 Mudemos as perspectivas usuais na interpretação da Bíblia e testemos a razoabilidade de novos enfoques para as mesmas informações, mudando o entendimento, a compreensão, a percepção e a conscientização.

 Chefe de uma tribo guerreira, o nômade Abrão em seu deslocamento para     Nordeste a partir de Uhur, se apossava dos bens de outras tribos que eram dominadas por se encontrarem em sua trajetória próxima ao Rio Tigre.  Deslocando-se para o Sul e depois Oeste, chegou ao Egito, e por medo de ser morto pelo Faraó, um chefe mais armado e poderoso do que ele entregou Sarai sua formosa mulher como se ela fora sua irmã. Depois de usá-la por uma semana o Faraó devolveu Sarai, pois ele contraiu dela uma doença venérea, que em Abrão deveria ser crônica. Gênesis 12: de 10 a 20. Provavelmente Sarai era estéril pela infecção que trazia. Como se tornou comum dar explicações convenientes, a explicação dada às conseqüências da atitude de Abrão foi à de que Deus estava do lado do guerreiro, e por essa razão mandou a doença ao Faraó para que ele livrasse Sarai. Assim se mantem o mito, a respeito de “um pai da fé”.

Voltando do Egito com Sarai, Abrão chegou à Salem, local em que se encontrava no hoje chamado território de Israel, o Mago Melquisedeque, que o impressionou pelos seus poderes. Suas possíveis habilidades psíquicas  fizeram Abrão supor que ele fosse Sacerdote do Deus Altíssimo, conforme registro no Gênesis. Assim, ao invés de combatê-lo, rendeu homenagens e pagou o dízimo, ou seja, o pedágio, para ter livre passagem em direção à Sodoma, onde negociou com o rei, mas não deixou de oferecer Sarai novamente. De bom olfato, o rei recusou a oferta. Gênesis 14: 18 a 24.

Há menção no Gênesis de que Melquisedeque “não tinha origem”. Melquisedeque apenas não era da linhagem de Abrão (Um Povo?), mas com certeza era oriundo de um povo mais antigo, e mentalmente mais avançado como eram os polinésios provenientes da Lemúria, um dos berços das habilidades psíquicas e do Código Huna. Outra possibilidade é a de que foi discípulo da escola de Inhotep (2.800 a. C.). Com a morte natural de Melquisedeque seus discípulos fundaram a “Ordem de Melquisedeque”. Todos esses fatos ocorreram 27 séculos antes do nascimento do Senhor Jesus.

Quando o menino Jesus volta do Egito para Jerusalém com seus 12 anos de idade, por ocasião de seu Bar-Mitzvá, trazia alguma bagagem cultural da maior civilização da época. Seus conhecimentos espantaram os “sábios”, os doutores da Lei de Moisés em Jerusalém. Depois os pais de Jesus voltaram com ele na direção de Nazaré, sua terra de origem, ao Norte de Jerusalém, onde se encontra o lago Tiberíades.

No caminho, pouco antes do território de Nazaré, talvez uns 100 km, estava a localidade de Salem, entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo, e onde supostamente se encontrava a Ordem de Melquisedeque dirigida pelos guardadores do Código Huna e dos conhecimentos que o levaram a ter habilidades psíquicas.

Dentro da lógica e da razoabilidade, podemos imaginar como aquele menino especial, inteligente, com uma consciência evoluída, (predestinado?) foi convidado a participar da Ordem, onde dos 12 até 30 anos aprendeu tudo o que demonstrou depois, justificando sua posição de Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque, conforme as escrituras em Hebreus Capítulos 5, 6, 7. Deve ter sido essa a atividade do jovem Jesus nesse período da sua vida em que não há nenhuma menção na Bíblia. Por que será que não há nenhuma referência a esse período? Foram excluídas por quem fez a montagem dos Livros nos Tempos do Imperador Constantino? A coincidência que há entre as bases do Código Huna e a Lei Áurea dos Evangelhos permite suposições.

Depois dos 30 anos de idade, quando saiu como Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque, tinha o propósito de reformular o Judaísmo “mudando padrões e valores (conversão) e pregando o amor compartilhado”. Mostrou a autoridade de um homem equilibrado, centrado, íntegro, pleno de bom senso, e com habilidades psíquicas surpreendentes, digno de quem foi elevado de aprendiz à Sumo Sacerdote de tal Ordem.

Em João 14: v.12 está registrado que o Senhor Jesus afirmou a possibilidade de qualquer indivíduo fazer o mesmo que ele fazia, ensinou os discípulos em reservado e alguns deles mostraram habilidades psíquicas. Jesus era do tipo Sanguíneo AB, como alguns de seus discípulos poderiam ser do tipo B, ou, AB, comum no Oriente Médio.

Os discípulos intelectuais registraram nos evangelhos a filosofia de vida como instrução e doutrina, e os grandes feitos de Jesus, mas não registraram as práticas necessárias para desenvolver as habilidades psíquicas que alguns deles desenvolveram, e não eram nem a metade das demonstradas por Jesus. Pelo que li na Bíblia, acredito que eles atingiram o primeiro nível de consciência alem do nível normal, pois há quatro níveis de consciência a serem atingidos.

A visão está clara:- Um homem que aprendeu durante 18 anos, ensinou o que foi possível de seus conhecimentos a alguns homens comuns, emotivos, e outros intelectuais, durante três anos. Os instintivos, geneticamente mais sensíveis e emotivos, possivelmente com grupo sanguíneo B, ou AB, funcionaram com algumas habilidades psíquicas, e os intelectuais, possivelmente do tipo sanguíneo O, ou, do tipo A, registraram a filosofia e os grandes feitos do Mestre. Não podiam registrar como desenvolver as habilidades psíquicas que não experimentaram. Depois traduções e retraduções da Bíblia nos dão o nível de percepção e conscientização de quem as fez.

 

Repito. Geneticamente o sangue tipo O é o mais antigo. O tipo A é mutante do tipo O e o B mutante a partir do A. Os indivíduos mutantes tipo B e os do tipo AB que resultam de cruzamento têm mais facilidades para habilidades psíquicas do tipo Vidência que os demais. Meu sangue é Tipo A e me esforcei muito com exercícios para obter flashs, ou, lampejos de visões, com algumas raras clarividências. Admirava-me de como algumas pessoas as tinham de modo natural, ou, como tinham facilidade depois dos treinamentos que eu mesmo dava. No entanto encontri mais facilidade para projeção de energia por focalizaçõ mental adequada.

É como se os Mutantes B e AB já tivessem os circuitos neurológicos prontos para sintonia com outros cérebros, e eu como tipo A tivesse que me esforçar a ponto de mudar o DNA (?) e criar um circuito neurológico novo (neuroplasticidade), mas que ainda é menos eficiente do que o dos Mutantes. Louvado seja o Senhor por eu ter conseguido ao menos entender isso e não ter mergulhado nas fantasias usuais que explicam as habilidades psíquicas como sendo apenas espirituais.

Se eu fosse do tipo B, ou, AB, e tivesse desenvolvido com facilidade habilidades psíquicas para vidência e clarividência, teria me acomodado e aceito as explicações usuais.  Estaria acomodado em algum meio social-religioso que me aceitasse.

 Criado em meio evangélico, e sendo visto como herege, espírita, ajudado pelo mal para fazer curas, por meu intelecto ser contra as Crenças usuais, eu saí fora para manter a minha liberdade de ação. Minhas observações me impediam de aceitar algumas das ortodoxias dos autodenominados cristão, mas também me impediam de aceitar todas as pressuposições e suposições de Kardec, e isso me levou a experimentar e ver resultados com espírito crítico.

Os intelectuais ocidentais e os estudiosos observadores das habilidades psíquicas, acreditam que as habilidades psíquicas são naturais em algumas pessoas, e como claramente independem de psicoreligiosidade ou religião, e costumam atribuir as habilidades psíquicas às qualidades extrasensoriais.

Se nos ativermos às instruções da Huna que datam de mais do que 11.000 anos passados, as qualidades tidas como extrasensoriais e ou atribuídas à influência de espíritos, são apenas qualidades naturais, pois são extensões da ação da Consciência nas Áreas Sensoriais do Cérebro, com correspondentes alterações fisiológicas que caracterizam os estados alterados de Consciência.

Estas observações estão de acordo com a Huna, pois, segundo a qual, o homem não tem condição de entender uma Consciência Superior como a de Deus, mas pode se esforçar em melhoramento pessoal. No entanto, qualquer Homem evoluído em seu nível de Conscientização, tem condição de perceber a diferença de níveis de Consciência entre os diferentes homens, dos mais atrasados aos mais evoluídos.

Agora eu sei pela experiência própria e pela observação do resultado em alunos do Colegial, e a de alunos Treinados, que as habilidades psíquicas realmente são fruto de mutação, a base da evolução biológica dos seres vivos. Também percebi que se houver amor ao próximo e o desejo de ajudar tudo fica mais fácil. Se considerarmos que Deus é Amor, além da certeza, que em amor, Deus que existe em nós, dá facilitação para sermos criativos e construtivos nesses níveis de atuação psíquica.

No entanto, se antes não havia, agora existe uma METODOLOGIA, que se for aplicada de modo conveniente, pode favorecer que as pessoas descubram como mudar a ação em diferentes dimensões de energia por enfoque mental adequado. Alberto B. P. Dias, Especialista, USP. 1955.

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