07º – REALIDADE PESSOAL E REALIDADE COLETIVA

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Realidade Pessoal e Realidade Coletiva – 7

(Folhas de Outono)

Buscando na Linha do Tempo o histórico mais antigo e menos complicado, portanto relativamente Genuíno quando se diz respeito aos poderes psíquicos manifestos por habilidades psíquicas, isentos de diferentes filosofias e teologias, encontramos algo consistente na tradição oral entre polinésios e havaianos. Ela data de mais do que 11.000 anos, pois a pesquisa se fez porque havia demonstrações práticas da magia entre os havaianos, e vivências desses resultados no início do século XX.

Daí a busca da tradição oral desse povo por um ex-pastor da denominação Batista. A Magia entre os havaianos, evidente para fazer viver, ou, até fazer morrer, surpreendeu e foi estudado por ele, também psicólogo norte americano Max Freedon Long, que escreveu vários livros a respeito.

Segundo se sabe os Magos havaianos ou Kahunas não tinham uma filosofia nem teologia, mas no máximo um Código de Conduta, há mais do que 11.000 anos, que por sinal coincide com a Lei Áurea dos Evangelhos do senhor Jesus, onde o mesmo Código se repete nos ano domine.

Além do Código da Huna, que basicamente preconiza a necessidade de mudanças de valores Morais e Éticos, havia sete princípios a serem obedecidos. O corolário do primeiro princípio é: A Ignorância é o maior desafio do Homem. (“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. J. C.) Em consequência a solução é o esclarecimento, que decorre do Conhecimento.

O Conhecimento se obtém pela experiência pessoal que é transferível apenas como informação. Mestre é o que tem conhecimento e ensina como fazer para adquiri-lo. Apresentar só filosofia em discurso é Cultura, e isso pode caracterizar um Líder de estudos, mas não caracteriza um Mestre. Jesus mostrou poderes e ensinou em reservado a seus discípulos como adquiri-los, dos quais alguns mostraram poderes.

Se considerarmos esse Código da Huna, e esses princípios como Genuínos, por serem simples, objetivos, e os originais de há mais do que 11.000 anos, podemos observar que na Linha do Tempo, os Conhecimentos a respeito das ações decorrentes da Magia, que foram difundidos “para o bem da humanidade”, sofreram distorções, e “acréscimos filosóficos”, que de certa maneira complicaram o entendimento do processo, com o desenvolvimento de Sistemas Organizados de forma arbitrária, conhecidos como Religião. O processo, na verdade, é simples. Portanto façamos uma breve revisão da evolução da Magia através da Linha do Tempo.

Há mais do que 11.000 anos passados predominava a idéia da existência de uma Divindade, O Altíssimo nos céus, Incognoscível, inescrutável e insondável, e que, portanto, seria perda de tempo inventar uma Teologia a respeito do que todos desconhecem.

Assim sendo a preocupação deveria ser a de um melhoramento pessoal em relação ao potencial Mental de um indivíduo que poderia ser construtivo ou destrutivo em seus enfoques mentais com projeção de energia PSI, o que são fatos constatáveis.

Havia há 11.000 anos a necessidade de um Código de Conduta e ele foi expresso como sendo necessário “uma mudança de padrões de comportamento moral e de valores éticos”. Também expressavam que havia necessidade de “todos viverem em amor compartilhado”, além de sempre manifestar o mais profundo respeito ao semelhante e à Divindade. Isso corresponde à ideia de “Conversão”, e também à Lei Áurea de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo dos Evangelhos do senhor Jesus nos Anos Domine, 10.000 anos depois.

No entanto, O Código moral e ético, a Huna, entre os Kahunas (os que sabiam mover energia psíquica por enfoque Mental adequado), permitia usar o potencial mental destrutivo em defesa própria.

Nisso a filosofia e conduta do senhor Jesus difere, mas os arautos dos Evangelhos não conseguem seguir às recomendações do mesmo nem subjetivo e nem objetivamente, e já que não têm condição de agir subjetivamente, por desconhecerem a prática, cultivam o discurso e a política, quando não somam a hipnose para dominação da massa, que deveria ser liberta da Lei, e da dominação da hierarquia dos Templos.

Leiam ou Releiam em “Panorama do Novo Testamento” escrito por Robert H. Gundry, Ph. D., mormente paginas 248, últimas três linhas, e 249 até o fim do parágrafo, onde deixa claro que os fundadores das igrejas cristãs retomaram aspectos morais da Lei de Moises, e perpetuaram os templos e a cobrança de dízimos e ofertas.

Lembremo-nos no mínimo das Santas Cruzadas e da Santa Inquisição e outros fatos na Linha do Tempo como ações objetivas, que até os dias de hoje predominam, para se tenha uma ideia de qual era e é a ideia do cristianismo em ação depois da “morte física” do Senhor Jesus.

 

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

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