07º Introdução ao Estudo da Telepatia

07º Introdução ao Estudo da Telepatia

07º Introdução ao Estudo da Telepatia

Como agem os “videntes”?

Sempre é bom lembrar que a pulsação do campo magnético da Terra é 10,5 ciclos/seg. e a pulsação das ondas de raios cósmicos situa-se na faixa de 4 a 7 ciclos/seg. (NASA).

Um cérebro pulsando em Alfa poderá estar em harmônico com o campo magnético da Terra e as variações do campo magnético do cérebro, podem ser “transportadas”. Também podemos considerar que as variações de “campo” produzem alterações no fluxo da espuma quântica nos dois sentidos. Assim: – “a energia flui para onde o pensamento vai”.

É o mesmo que dizer: pensamento e imagens percorrem os espaços como ondas de energia e atingem outros cérebros e não importa a distância entre eles. Se forem decodificados pelo cérebro receptor, está entendida como telepatia se for esperada, ou, como intuição se não for esperada.

Para decodificação e percepção deve haver sintonia. Para haver sintonia deve haver harmonia interior, deve haver paz, paz profunda. Assim, quando pessoas relaxam e recebem sugestões agradáveis que proporcionem um Estado de Paz, há estabilidade de pulsações cerebrais. Se junto com as sugestões, houver um meio que permita que todos os cérebros estabilizem ao redor de 10,5 c/seg., há harmonia e todos estarão em sintonia. Nessas condições há facilidade de comunicação entre os cérebros, e “nada há de oculto que não venha a ser revelado” (J.C.).

É curioso que haja pessoas que naturalmente, sem artifício maior, conseguem estabilizar o cérebro em 10,5 c/seg. Observamos que a maioria dos que conseguem isso, o conseguem fazendo uma prece. Geralmente é a prece que aprenderam na primeira infância e que sendo repetida periodicamente torna-se um “de cor e salteado”, gerando um automatismo com reflexo condicionado. Todo automatismo, por um mecanismo de “biofeedback” (retroalimentação neurológica), pode manter o indivíduo em Estado Alterado de Consciência.

Jesus o Cristo não poderia dizer e explicar esta condição aos seus ouvintes da época, mas podia indicar o caminho que dá resultados: “vivei em oração” (J.C.), e tem todo sentido neurológico além do religioso. “Orai pelos vossos inimigos” (J.C.), seria como dizer: “esteja introspectivo e em paz e harmonia”.

Conheci uma senhora que considero a melhor vidente telepática que eu tenha tomado contato, Senhora Doña Helena Galvez. Observei que antes de começar a levantar dados do cérebro de varias pessoas ao mesmo tempo, ela orava a prece que a mãe lhe havia ensinado entre 3 para 4 anos de idade, a qual orava junto com a mãe pelo menos 3 vezes ao dia em sua infância. A prece naturalmente era em espanhol, como havia aprendido: “Jesús… Maria… José…” e, se a fizesse em português, sairia do condicionamento e não funcionaria…

Em uma das vezes, no final de um treinamento que dei em Campinas no Hotel Vila Rica nos idos de 1977, ela postou-se sentada, com olhos abertos, diante de 20 pessoas, e a uma por uma, foi descrevendo com clareza, passagens da vida e situações que causavam espanto aos implicados. Naturalmente a fonte de informações era o subconsciente de cada um deles.

Lembrou-me a passagem bíblica em que Jesus pede água a uma samaritana e se estabelece o diálogo: “mulher, dá-me de beber”. E ela responde: “como tu, sendo nazareno, pede água a mim que sou samaritana?”. – “mulher, onde está o seu marido?” – “senhor, não tenho marido!” – “como dizes, não tenho marido, se cinco maridos tivestes e o que tens agora não é o teu?” – “Quem és tu que sabes tudo a respeito de minha vida?”, e saiu pressurosa anunciando a chegada de um profeta…

Dona Helena podia fazer isso e não cobrava por seu trabalho que reputava como espiritual. Na chácara Flora havia uma senhora de boa reputação como clarividente. Fiz contato e marquei hora. Era na época 500 cruzeiros a consulta. Deveriam ser como 25 dólares, antes da inflação de 5.000 por cento que o dólar já sofreu, ou melhor, no tempo em que o café da manhã no Mac Donald em Miami seria no máximo 1 dólar (1 ovo, 1 ashbrow, 1 café).

Ela perguntou-me como para fazer um gancho: “o senhor por acaso é construtor, ou lida com material de construção?”. Percebi que ela queria que eu imaginasse o que eu fazia, para que eu pudesse transmitir uma imagem de início. Como eu dava aulas, no Colégio Rio Branco em São Paulo, eu fixei como imagem um esqueleto completo que usava para dar aulas de ciências. Ela deu um grito: “meu Deus! Vejo uma caveira, que horror!”. Mais três testes desses, e, concluí pela confirmação de que as origens das impressões que ela era capaz de perceber estavam no meu cérebro. Valeram os 500 cruzeiros novos pela informação que eu precisava.

Piraju Nicola atuava entre Santa Maria e Porto Alegre nos idos de 80, 81… O esquema de percepção era o mesmo. Também valia os 500 cruzeiros por 15 minutos de consulta e era considerado “espiritualizado” pelos que o consultavam.

Para concluir, há aqueles que acreditam que sendo espirituais, se houver algum ganho pecuniário, perdem a força. Há aqueles que acreditam que se cobrarem seus serviços, ficam bem e ganham mais força. Como somos aquilo que acreditamos que somos a mulher da chácara Flora já possuía casa com piscina. Piraju possuía fazenda, radio amador e avião. Dona Helena G. tinha dificuldades, pois nunca cobrou nada. Apenas aceitava um jantar, e naturalmente toda a consideração devida.

O mesmo se observa em ambientes religiosos e em igrejas, onde alguns líderes estão ricos e outros curtem a pobreza como o pastor pentecostal que foi apelidado de TV a Cabo.

Com relação à leitura de cartas e de mão, é mais fácil a sintonia, pois quando duas pessoas estão olhando para o mesmo objeto, com a mesma expectativa, há sintonia mental. Assim também funcionam os intuitivos que lêm o Tarô. Segue: “Como agem os Curandeiros”.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

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Postado em : Telepatia

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