Atividade Psíquica Além do Corpo – 06 – As habilidades psíquicas

Atividade Psíquica Além do Corpo – 06 – As habilidades psíquicas

Atividade Psíquica Além do Corpo

As habilidades psíquicas

A habilidade psíquica de projeção de energia e “fazer ponte” (PSE, ou Projeção Sensorial Efetiva), independem de a pessoa estar ligada ou não a conceitos de moral ou de ética tradicionais. Também se observa que a falta da prática desses conceitos não impede as posições hierárquicas de algumas pessoas na estrutura material de um Sistema, quando prevalece o status financeiro, o posicionamento político e a atitude de obediência ao estatuto e à hierarquia dominante.

Em todas as culturas de nosso Mundo e em todas as maneiras de como manifestam a psicoreligiosidade, os pesquisadores podem observar pessoas com habilidades psíquicas. As habilidades psíquicas básicas, mais simples e mais comuns são: Telepatia, Vidência e Clarividência, bem como Imposição de Mãos para transferir energia e ajudar um enfermo a recuperar a energia vital, com ou sem cura total. Passar energia para um doente é como dar uma carga auxiliar em bateria desgastada. Sempre pode haver alguma melhora, mas nem sempre há cura completa, pois esta depende do “espírito” do paciente, das tensões na Consciência do mesmo e da vontade de mudá-las. Há um ponto em que a doença é irreversível.

Curar é dar condições a que o enfermo reaja e se cure. A Cura é a volta da Integridade Física através do retorno à Integridade da Consciência do doente. A cura é à volta às condições físicas determinadas por uma Consciência sem tensões. É por essa razão que certos tipos de cura são devidos à intervenção de curadores espirituais que agem com instrução religiosa e orações.

A comunhão em uma Igreja pode ser o fator de cura para muitas doenças, pois dependendo da qualidade da massa de energia liberada mentalmente e que existente no local, o “vaso” com o nível de energia potencial mais baixo, estando harmonizado, se carrega por indução, como em um condensador eletromagnético.

Além disso há a instrução espiritual que é dada a todos, mas esta tem maior significado com canalização e maior aproveitamento da energia para o desesperado que se encontre em maior expectativa. Isto está de acordo com o que os físicos teóricos propõem em relação à mobilização da espuma quântica. A postura mental de expectativa e aceitação aumenta o fluxo da espuma quântica na direção de quem pede em introspecção mais profunda.

Ninguém cura ninguém, mas, todos podem ajudar! Todas essas ações devidas a trocas de energia são conhecidas como pequena magia (nível I). Essas habilidades podem ser observadas em todos os Continentes, em todas as Culturas, em pessoas de toda e qualquer postura psíquico-religiosa, entre crentes em alguma filosofia religiosa e entre não crentes.

Em alguns casos mais raros observa-se a habilidade de interferir no comportamento dos elementos da natureza (grande magia, nível II). Em outros casos ainda menos comuns, observa-se que há possibilidade de desmaterialização e rematerialização, indicando que certos indivíduos que tem habilidades psíquicas, podem, por enfoque mental, converter matéria em energia e vice-versa (nível III?).

Há para considerar a visão de R-X, em que a pessoa conscientemente, com os olhos abertos, enfoca um corpo em seus diferentes níveis e profundidade de níveis. Nestes casos é preciso que o psíquico tenha referenciais anteriores e tenha noção do que pretende enfocar. Há também para considerar o fenômeno da levitação.

O Mestre Jesus o Cristo mostrou-se capaz de agir em todos os níveis, inclusive com desmaterialização, teletransporte sob a forma de energia e rematerialização. Um exemplo onde possa ser considerada essa possibilidade foi o milagre da multiplicação dos peixes. Estes, procedentes do mar, teriam sido desmaterializados, indo para os cestos sob a forma de energia quântica, onde foram rematerializados. Jesus também levitou caminhando sobre as águas e mostrou o domínio dos elementos da natureza, apascentando a tempestade pelo seu domínio sobre os ventos. Note-se que o termo Magia, no sentido espiritualizado, significa saber mobilizar mentalmente, de modo criativo e construtivo, formas de energia que não são detectáveis nem mensuráveis pela aparelhagem dos que estudam Física na prática.

Os que estudam Física Quântica já perceberam em suas pesquisas que o comportamento da matéria e da energia (luz como onda, ou partícula), pode obedecer à expectativa mental do observador, ou seja, mostrar-se como matéria ou energia depende do que o pesquisador pensa e espera. No entanto eles ainda não conseguiram detectar e quantificar essa forma de energia que se manifesta de modo mental e que interfere nos experimentos. Ela pode ser identificada como Consciência.

Há as projeções mentais de energia (espírito) em que a maior porcentagem da massa crítica da energia do psiquismo, como massa de energia espírito, deixa o corpo, mantendo-se ligada a ele por um fio, como por uma ponte de energia, “um cordão de prata”. Este último conceito é citado na Bíblia, em Eclesiastes, capítulo 12, versículo seis. Se for Salomão, ou outro, quem escreveu o Eclesiastes, esse deveria saber e entender bem desses assuntos, ou, no mínimo estar bem informado da possibilidade de saída do corpo, mantendo-se ligado pelo “cordão de prata”.

Quando o homem descobriu que o Eu consciente pode sair do corpo, e que fora do corpo o Eu pode perceber o mesmo corpo físico deitado, ou sentado, inerte, como se o estivesse vendo em um sonho lúcido, ou, como a própria imagem em um espelho, esse foi o seu primeiro espanto. Pelo menos foi o meu.

Quando o Eu percebeu que fora do corpo pode refletir sobre a situação, percebendo-se consciente e cognitivo, esse foi o segundo espanto, seguido depois pela percepção de que ao voltar ao corpo tinha memória da situação anterior. Todas as situações anteriores levaram a perceber que ao sair do corpo, mantem-se uma conexão com o mesmo e que essa conexão é energética e permite registros no cérebro, os quais, são posteriormente acessáveis no banco de memória, no subconsciente, por um enfoque Mental devido à vontade consciente.

O terceiro espanto foi quando o homem percebeu que, ao sair do corpo, em uma experiência rara e de única vez, estava consciente e cognitivo em uma posição do espaço, de onde percebia o seu corpo físico denso deitado no tapete da sala. Ao lado do corpo denso, e de pé, havia um corpo igual, porém menos denso, transparente, olhando na direção do corpo denso. Naquele momento surgiu a indagação:- qual dos aspectos do Eu observava esses outros dois aspectos do Eu? Seria o Eu médio, nível consciente, lógico e racional observando o físico e seu campo de energia conhecido como Eu Básico?

O quarto espanto foi quando o Eu percebeu que poderia se deslocar no espaço, aparecendo ou não para algumas pessoas tomarem conhecimento da situação a centenas, ou, a milhares de quilômetros. O Eu deslocado pode tomar consciência da situação do ambiente distante e mais ainda produzir fenômenos físicos na matéria e no físico das pessoas à distância. O Eu do homem percebeu que seu verdadeiro Eu é uma massa de energia Consciente de Existir, naquele momento conjugando os campos de energia da Consciência Lógica (eu médio) mais a energia do Eu básico (banco de memória), mais ainda o Supraconsciente ou Eu Superior, O Pai que em mim opera as obras.

Com uma integração perfeita dos três Eus, você vai para o espaço, sabendo onde está e o que está fazendo. Essa energia que ainda não pode ser detectada, percebida e quantificada pela aparelhagem dos físicos, em mecânica quântica é rotulada como sendo do ALÉM, mas pode ser entendida como onda quântica quando atuando e processando em nível físico, onde se associam os conceitos de espaço e tempo.  (Leia-se e reflita-se sobre a Ceia de Emaus no Evangelho de João, relatando a possível bilocação de Jesus).

O homem percebeu também que as massas de “espírito” individualizadas podem ser Conscientes, Inteligentes e Cognitivas fora do corpo, desde que se mantenham ligadas cada qual com seu cérebro, pois as ações fora do corpo são registradas na memória física do cérebro e são lembradas depois, “antes que se rompa o fio de prata” (Eclesiastes 12: 6).

Quando o homem percebeu que as ações do espírito (Eu) fora do corpo dependem da energia Vital (mana) produzida pelo físico (Eu básico) e que esta energia vital é transformada pela vontade (Eu médio) e percebeu também que dependendo das ações fora do corpo, o corpo físico pode apresentar cansaço e até esgotamento, inverteu o processo mental e percebeu também que essa ponte de energia projetada pode canalizar energia para o corpo, fazendo-a refluir como um quantum de energia que se converte em energia vital, ou, “mana”, recarregando-o.

Também verificou que é possível que a massa de energia espírito, quando fora do corpo de modo consciente e cognitiva, ao invés de se deslocar quilômetros junto ao solo, pode subir para o alto na direção do céu e por momentos perceba a imensidão do Universo pelas miríades de estrelas distantes e mais próximas, e ao pensar na Terra, imediatamente possa vê-la à distância, parte de noite, parte de dia. Então, os homens pecadores, levados a ter essa experiência, contritos, diante da grandeza do Universo percebido em nível subjetivo, poderão pensar: “Meu Deus, o que está acontecendo comigo?”. Esse foi o quinto espanto.

Nessa ocasião foi quando o homem pôde compreender a descrição feita pelo Evangelista João no livro do Apocalipse, a respeito do seu arrebatamento ao “sétimo céu” (certamente figurado), ocorrido no monte da Ilha de Patmos quando ele adormeceu ao escurecer.

Segundo João, lá das alturas podia ver: “uma mulher sentada sobre um urso (Continente Europeu), com a taça da abominação na mão esquerda (Cecília) e o coração no centro da fornicação do mundo (Paris?)”. Nota:- Observe-se o mapa da Europa, voltando a Europa para cima e a Ásia para baixo, segundo a vertical. Se o Apóstolo João saiu do corpo, certamente de modo consciente e no Oriente Médio, ao anoitecer e de bem alto, olhando para o rumo do Ocidente, vendo a Europa ainda iluminada pelo sol nesse rumo, teve a impressão do que descreveu, do “sétimo céu”.

Confira você no Mapa Mundi. Os comentários do Apóstolo João que, poderiam ser a respeito do berço da máfia e a respeito de Paris, ficam por conta de uma visão profética, ou, de algum conhecimento histórico da situação, quem sabe já havida em sua época. Hoje em dia circula pela Internet os aspectos do Globo Terrestre com fotos tiradas do Satélite de dia e de noite. Há uma da Europa à noite, toda iluminada e dá para ver o que estou comentando. O urso é nítido como contorno da Península Escandinava.

O homem comum pecador, ou, o profeta, ou ainda o evangelista, que tenham visões e percebam ações do psiquismo fora do corpo, não escolhem ser assim. Por alguma razão eles são assim. Talvez seja por se afinar com a recomendação de “busca o Reino de Deus (segundo a concepção de Jesus, dentro de nós) e a sua justiça e as demais coisas lhe serão acrescentadas”.

Alguns talvez recebam a graça por estarem comprometidos com um Sistema e terem a facilidade e a coragem de expressar que as coisas são assim, passando a mensagem ao Sistema. Além disso, há as reflexões a serem feitas com mais cuidado, partindo das afirmações encontradas na Iª Epístolas do Apóstolo Paulo aos de Corinto, capitulo dois, versículos de 1 a 16.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

 

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