05º – Deus, Fé, Crenças, Religião e Política

05º – Deus, Fé, Crenças, Religião e Política

Deus, Fé, Crenças, Religião e Política -V

A validade de uma filosofia se mede pelo que ela é capaz de nos dar como resultado prático. “A eficácia é a medida da Verdade”, ou, só o que permite funcionar de modo eficiente é verdadeiro para cada um de nós nesta dimensão, física ou psiquicamente.

Algumas filosofias mostram eficiência por estabelecer crenças que funcionam no plano material. No entanto, estas, da maneira como são aplicadas, se funcionam no plano material e não funcionem no plano “espiritual”, ou, psíquico, podem ser filosofias mais vazias do que saco de pão vazio em acampamento de refugiados. Assim é por faltar a parte prática, que permite as ações psíquicas para além do corpo físico, estendidas a todos os “filhos do Altíssimo”, que como homens morrerão.

Quando se ouve menção das palavras Espírito e Virtude, sempre é bom lembrar que a palavra Energia tem apenas 400 anos de existência. Espírito e Virtude são palavras que na antiguidade eram usadas para indicar um agente de ação, e a palavra Virtude, especificamente, se a ação resultante era acompanhada de amor ao semelhante e com bons resultados.

A palavra Energia foi criada, pelo meio científico, para indicar um agente de toda a ação que cause movimento, parada de movimento, ou ainda, formação, ou deformação. Portanto, espírito e energia são sinônimos.

Nós somos um Campo de Energia Limitado e Consciente que pode manifestar Inteligência e Vontade. Se nós somos criados à imagem e semelhança de Deus, podemos imaginar que Deus seja um Campo de Energia Ilimitado e Consciente.

Deus é Amor, estas palavras existiam nos tempos de Inhotep, ou, Hermes Trimegisto, (1.800 a. C.) e diz respeito à maior qualidade do Campo de Energia Ilimitado Consciente e que exerce Vontade de modo Inteligente. Essas palavras São Repetidas 1.800 anos depois pelo Discípulo João.

Se quisermos estar em sintonia com Deus o caminho é o sentimento de Amor. Assim sendo só há dois tipos de energia manifesta de modo primordial: O Amor e o Medo. O medo é o resultado da ausência do amor em relação a algum tipo de enfoque mental.

O medo traz como consequência a inveja, e esta é a mãe do ódio, da soberba material e espiritual, da impostura, da hipocrisia e do cinismo.

O medo é o pai da Inveja Intelectual, da inveja em relação à inteligência de um nosso semelhante, geralmente da inteligência que esclarece e desmistifica em qualquer nível e situação.

Muitos sobrevivem à custa do trabalho de terceiros usando a mistificação, e é aí onde reside o problema da hipocrisia.

Em termos de discursos “espirituais”, relativos à vida psíquica, ou, subjetiva, a medida para credibilidade do orador está em 1ª Epístola de Paulo aos de Corinto, Capítulo 2: verso número 4.

Em função de seus pronunciamentos podemos concluir que Paulo era um Filósofo Pragmático, sem deixar de ser Místico. Diante do que o Senhor Jesus afirma em João Capítulo 14: verso 12, todos deverão procurar nos Evangelhos onde estão as pistas para ter os resultados práticos no psiquismo, e indicados pelo Senhor Jesus.

Repetindo: Parece que o vício dos discursos teóricos e a repetição infindável de procedimentos ritualísticos são antigos, pois já há reclamação explícita em Hebreus, Capítulo 6, versos de número 1 ao de número 4.

Também, se não há respostas à falta de informações de como desenvolver habilidades psíquicas nos Evangelhos, há uma pista em Hebreus, quando se refere ao Senhor Jesus, como Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque.

Ninguém chega a Sumo Sacerdote de uma Ordem sem ter feito toda disciplina. A resposta é tão clara e evidente, que, se inconveniente, suscita imaginação criativa no sentido contrário, aos que queiram manter o véu, muito conveniente, do mistério.

Quem era Melquisedeque? Alguém que 27 séculos antes de Cristo, demonstrou poder Mental (Enfoque mental adequado que move energia). Abrão, que era nômade, salteador e eliminador de tribos mais fracas, chegando a Salem, deve ter presenciado alguma coisa não usual que o fez temer, e então ao invés de atacar o “Rei de Salem”, prestou homenagens e pagou um tributo, considerando-o algum Sacerdote do Deus Altíssimo.

Melquisedeque, ao falecer, deixou discípulos que fundaram uma Ordem, a Ordem de Melquisedeque.

Pela lógica racional, podemos perceber que o menino Jesus, saiu de uma cultura de criadores de ovelhas e cabras e foi como bebê ao Egito, um dos maiores centros culturais da época.

José era um judeu iluminado, e como todo judeu é nos dias de hoje, por tradição, um buscador de conhecimentos, deve ter permitido que o menino frequentasse as escolas egípcias, que desde os tempos de Inhotep (1.800 a. C.), eram destinadas às crianças escolhidas desde os seis anos de idade.

Pela lógica racional, provavelmente, pelas razões apresentadas, ao voltar para a Judéia, afim do Bar Mitzvá aos 12 anos, Jesus espantou os doutores da Lei com seus conhecimentos, os quais não foram explícitos nos Evangelhos.

Ao voltar com seus pais para Nazaré, partindo de Jerusalém e seguindo rumo Norte, forçosamente passaria por Salem. Como a Bíblia não menciona nada a respeito da vida do Senhor Jesus dos 12 anos aos 30 anos, posso pensar baseado em Hebreus 5, 6, 7, que o Senhor Jesus frequentou a Ordem de Melquisedeque, saindo de lá como Sumo Sacerdote, com plenitude de conhecimentos a respeito das ações psíquicas possíveis ao Homem evoluído, que como está no Salmo 82, versos 6 e 7, seja filho do Altíssimo.

Com isso, o senhor Jesus tinha algo a apresentar para reformular o Judaísmo, que como tudo indica, era uma religião baseada em Crenças Limitantes e dominada por uma hierarquia corporativa.

Vinte séculos nos separam dos eventos relativos às ações do Senhor Jesus nas terras da Judéia. Vinte séculos nos separam da ideologia pura do senhor Jesus, pois nesse meio tempo, houve pessoas diferentes que ouviram e escreveram os Evangelhos com diferentes níveis de entendimento, percepção, conscientização, e mais pessoas que posteriormente, com diferentes interesses, juntaram textos convenientes denominados canônicos, e usaram como fundamentos para suas diferentes interpretações.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

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2 Comentários


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      • Alberto Barbosa Pinto Dias
      • setembro 1, 2016
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