03º Introdução ao Estudo da Telepatia

03º Introdução ao Estudo da Telepatia

03º Introdução ao Estudo da Telepatia

Por qual razão um treinamento adequado facilita para que a maioria das pessoas vivencie uma experiência telepática indiscutível?

Quando estamos diante de um fenômeno não usual, temos duas opções:

A primeira opção é procurar alguém que dê uma explicação. Não é difícil encontrar alguém, que mesmo não tendo informação suficiente, se manifeste com um “acho que”, formulando uma resposta lógica, até razoável, mas pouco provável. Buscar informações com pessoas místicas que carecem de formação, é a postura das pessoas imaturas que procuram alguém, que pela atitude ou função, pareça autoridade. As afirmações da resposta geralmente são de fundo religioso, ou, mistificado sem comprovação.

 A segunda opção é a que faz um místico esotérico, que é um religioso na acepção da palavra, que vai investigar de modo científico, pois o esotérico não se contenta com as explicações místicas dos religiosos profissionais que apenas tenham uma cultura teológica relativa a uma religião, ou, seita. No caso em que ele perceba a falta de consistência daquele que tem a posição de mentor, procura quem possa orientar em uma investigação com apoio cientifico.

O indivíduo de formação puramente pragmática, que tenha predominância de ideias diretas concretas e objetivas, ou rejeita de imediato, buscando argumentos que sustentem a rejeição, ou, se inteligente e com interesse, também vai investigar a questão de modo científico.

Essa segunda opção, a linha científica exige que em primeiro lugar haja muita observação do fenômeno em pauta. Exige que mais do que um observador colha os dados e as informações a respeito. Exige que os observadores troquem informações e impressões em busca de um consenso. Quando se observa com propriedade, é possível construir hipóteses razoáveis. Uma hipótese é uma explicação que é apresentada como um juízo.

Um juízo é uma frase bem elaborada que expressa uma idéia, ou, um pensamento com clareza e precisão.

Muitas vezes surgem muitas hipóteses para um mesmo fenômeno, e a atitude correta é, numa introspecção, analisar cada uma delas e pensar qual delas seria a mais razoável e provável.

Tendo encontrado uma explicação que pareça ser a mais provável, é preciso testar. Os testes são práticos, e obedecem alguns planos de ação. Desse modo, com uma ação planejada, procura-se repetir o fenômeno de maneira controlada. Se as tentativas práticas de repetição controlada tiverem sucesso, é porque a hipótese sugerida é correta. Nesse caso a hipótese comprovada passa a ser denominada Teoria.

Portanto, uma teoria é uma explicação que é amparada pelos resultados práticos obtidos de modo controlado. Uma teoria pode encerrar várias hipóteses correlatas. Uma teoria é válida até o momento em que um novo fato venha a sugerir uma modificação do ponto de vista anterior. Se em ciência a verdade pode ser relativa, o que dizer do que não é ciência, mas seja tomado como verdade.

A maneira como se faz a repetição controlada de um fenômeno na prática, denomina-se método de trabalho. Com o método aprimorado, podemos provocar o fenômeno de modo controlado quantas vezes desejarmos.

Uma vez que o método funciona, é possível aplica-lo e fazer com que a maioria das pessoas vivencie o fenômeno de transmissão de informações de um cérebro para outro, seja perto ou à distância.

A EFICÁCIA É A MEDIDA DA VERDADE.

Por que isso é possível para muitas pessoas, mas não para todas?

Porque somos todos semelhantes, mas não somos iguais!

Os cérebros diferem em tamanho e em número de neurônios funcionais. Faz uma enorme diferença a alimentação nos primeiros meses de vida, o tipo de atividade física da criança até os sete anos, o tipo de atividade mental até os onze anos. Fazem diferença a estrutura psicológica e o conteúdo cultural dos onze anos até a maturidade. A maturidade pode acontecer aos vinte e um anos, mas poderá acontecer aos 28 ou 30, ou, nunca. Parece que também faz diferença a quantidade de micro-cristais de calcita, nas células da Epífise. Curioso não?

Uma característica da pessoa madura é ser lógica, racional e analítica alem de ter bom senso. É saber conviver com as incertezas, ansiedades, ou, mesmo medo sem tensões. Uma pessoa madura distingue a diferença entre imaginação criativa e fantasia, distingue o que é a fé do que seja uma crença.

Sabe que a imaginação é criativa e construtiva. Sabe que fé é o que intuiu como certeza. Sabe que crença é aquilo que ele pensa que seja verdade e passa a fazer parte de sua realidade pessoal. Sabe que a verdade é relativa e pensa antes da aceitação do que os outros digam o que seja verdade. A intuição mostra o caminho correto para que se obtenha o resultado prático eficiente.

O resto é discussão teórica inútil que satisfaz a vaidade dos que gostam de discursos pré-fabricados, e é a fantasia que leva a uma ou mais crenças limitantes e ineficientes.

Quando um método de trabalho é estabelecido e ele funciona para uma maioria, pelo menos para 50% mais um, já é valido dentro da relatividade de estruturas em uma amostra da população, principalmente quando se trata de atividade mental que controle atividade psíquica.

Segue – Introdução ao Estudo da Telepatia IV – Como é a atividade do cérebro em diferentes estados de consciência?

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

[vc_row full_width="" parallax="" parallax_image=""][vc_column width="1/1"][vc_facebook type="standard"][/vc_column][/vc_row]

Postado em : Telepatia

Deixe sua mensagem

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

*

.