02º – Realidades

02º – Realidades

REALIDADES – 2

Para cada um dos sentidos objetivos, e subjetivos, há uma área correspondente no cérebro, fato este bem estudado pelos médicos que tiveram a oportunidade de avaliar, relacionando as lesões com as disfunções. As guerras e os acidentes forneceram o material além do necessário para isso.

Em cada área relativa a cada um dos sentidos há três zonas distintas, uma para percepção dos impulsos eletroquímicos provenientes dos órgãos dos sentidos (Primária), outra para decodificação dos impulsos e que permite a percepção (Psicossensorial) e ainda uma terceira que armazena as informações que perfazem o subconsciente (Gnósica).

Curiosamente, algumas pessoas desenvolvem a habilidade de perceber formas de energia que afetam as áreas psico-sensoriais, diretamente no cérebro, sem passar pelos órgãos dos sentidos, sendo denominadas impressões psíquicas subjetivas.

Igualmente o que realizam como imagem ou sensações nas áreas psico-sensoriais tende a ser transmitidas subjetivamente, como uma forma de energia com menor ou maior potencial, e que em alguns casos mais raros tendem a influir no ambiente, e materializar tornando objetivo o que era subjetivo.

Se para cada realidade objetiva pode corresponder uma realidade subjetiva, inversamente as realidades subjetivas podem se tornar realidades objetivas.

O mais comum é a comunicação subjetiva de cérebro a cérebro, conhecida como hiperestesia se for próximo, telepatia se for à distância.

No âmbito das ciências médicas, por exemplo, há uma Realidade Física objetiva. Nessa realidade há “Leis” de Física, Química e Biologia, que são o fruto de observação e experimentação objetivas. Algumas são frutos de empirismo. Essas leis expressam o que ocorre ordinariamente no nível de laboratório com experimentação, mas não são absolutas, pois contamos com erros atribuídos às variações das condições do ambiente, da diversidade de atitudes de pacientes ou da percepção do experimentador.

Nessas circunstâncias, as Leis de toda ordem expressam uma previsão dentro de certos limites, e são válidas até que um fato novo exija uma  modificação nos conceitos e nas suas afirmações. É o que também ocorre nas Leis de um País, na Justiça e no meio Fiscal.

Na Realidade Física das Ciências Médicas é possível que seja afirmado a uma pessoa que ela padeça de uma doença grave, em relação à qual nada pode ser feito com garantia de resultados. Dentro desta Realidade, se não ocorrer uma mudança na Consciência da pessoa, ela continuará enferma.

Se as pessoas condenadas pela realidade das ciências médicas procurarem uma Realidade Alternativa, onde haja uma hipótese de que poderá viver em perfeita saúde, e explorar essa Realidade Alternativa, mesmo que subjetiva, uma nova condição se estabelece em sua Consciência e mudanças energéticas poderão ocorrer refletindo em nível físico.

Assim ocorrem as chamadas “curas expontâneas” observadas pelos médicos e os “milagres” relatados e assim considerados por místicos religiosos, que apenas tenham como suporte suas crenças e convicções.

Em função disso, em havendo mestres em ações subjetivas, deveria haver uma Disciplina (Educação Psíquica) nas Faculdades de Medicina e nas Faculdades Teológicas, que abordassem esse aspecto, com práticas psíquicas eficientes, que tornem essa subjetividade uma objetividade. Essas práticas eu ensino para quem desejar.

Aparentemente, para uma mentalidade restrita a determinados padrões, uma pretendida cura fora da Realidade das Ciências Médicas, seria violar as Leis que regem a física a química e a biologia, protegidas pelas Leis do Judiciário, que também são circunstanciais e relativas. No entanto, não se trata de violar Leis, mas de perceber e executar as Leis de outra Realidade, pois as coisas podem ser de maneira diferente nas diferentes Realidades.

A observação das Escrituras leva a ter certeza de que Jesus conhecia os meios de mudar uma realidade para outra realidade. Em João 14, está explícito nas palavras do Mestre Jesus, que qualquer pessoa pode mudar uma realidade para outra: “se vós fizerdes as coisas que digo que façam coisas maiores do que estas que faço, vós fareis”. É uma questão de acreditar e ter expectativa.

Lógico está que se alguém estabelece como realidade pessoal um enfoque mental ou uma atitude que gere tensão em sua própria consciência, provoca um desequilíbrio energético que certamente se converterá em sintoma e depois em doença declarada. Mudado o enfoque, e mudando essa realidade pessoal, cessa a causa da tensão na consciência. Assim é em uma conversão religiosa, ou, em uma inversão de polaridade de pensamento com mudança de atitudes, proporcionando uma volta do equilíbrio energético no físico e uma volta as condições de saúde.

O meio, ou, a maneira que serviu para que um indivíduo volte ao equilíbrio e à saúde é o que menos importa. O melhor a ser feito é não rejeitar qualquer método, ou metodologia, que sendo lógico e até razoável, mesmo que no momento pareça improvável, mostre a probabilidade de uma nova hipótese e de um resultado compatível com uma nova realidade, e que, possa ser útil sem prejudicar qualquer outra atitude.

Uma Nova Metodologia poderá também exercitar a capacidade de converter uma realidade em outra. O resultado favorável depende de uma aceitação em nível de consciência, o que explica as afirmações: “a tua fé te salvou”, “a tua fé te curou” (J.C.), bem como permite entender os elos que ligam um método a outro.

O mesmo que acontece com os conceitos médicos e suas Leis acontecem com os conceitos religiosos e suas Leis. O mundo se apresenta em diferentes continentes com populações que diferem em raça, em cultura e ou em costumes e psicoreligiosidade.

Diferentes maneiras de pensar nas diferentes culturas levam a diferentes atitudes devidas a posicionamentos psíquicos e religiosos, pois diferem nas normas, nos princípios, nos dogmas e nos rituais. Cada conjunto de normas, princípios, dogmas e rituais caracteriza uma religião.

 Ora, o assentamento de tais conceitos no subconsciente de uma pessoa forma sua crença, o seu banco de convicções, a sua realidade religiosa, e consequentemente o “filtro” pessoal através do qual passará a julgar os demais dentro desse espaço mental relativo. Cada um que se tenha tornado adepto, passa a viver uma “realidade relativa de um grupo místico, ou, religioso”. Daí a necessidade de não radicalizar, mantendo a mente aberta para novas percepções e entendimentos.

“É melhor acreditar no improvável do que no Impossível”. Arthur Conan Doyle. (segue REALIDADES – 3)

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista, USP, 1955.

 

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Postado em : Realidades

1 Comentário


    • Eliane de Mendonça Vieira
    • setembro 7, 2015
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    A física Quântica (que Jesus usava muito bem) comprova agora! Shanti Shanti Shanti

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